
Para aguçar o apetite na Visão Online
08 fevereiro 2007
Momento publicitário (não é costume mas amanhã vale mesmo a pena)
07 fevereiro 2007
Educação Sexual e Aborto Legal

Já comecei a colar os meus ;)
Visita em Colectivo Feminista
Grãos atirados por Unknown at 3:34 p.m. 0 bitaites
Labels:
aborto,
colectivo feminista,
politica,
portugal
Podes ser tu a pôr a última cruz....no SIM dia 11!
Em 2004, Joana morreu em Almada, vítima de aborto clandestino; Em Agosto de 2000, Maria Ester, de 32 anos e mãe de 2 filhos, morreu em Viseu, vítima de aborto clandestino; em 1998, Maria Teresa, de 38 anos, morreu em Vilar Formoso, vítima de aborto clandestino; Em 1997, Lizete Moreira, de 36 anos e mãe de 3 filhos, morreu no Bairro do Aldoar, no Porto, vítima de aborto clandestino.
A CRIMINALIZAÇÃO MATA!
06 fevereiro 2007
Mais uma vez o desrespeito total...
E agora voltamos a fazer outro Prós e Contras ? Ou já chega....!!!!
Encontro Pelo SIM - Porto

= ENCONTRO PELO SIM =
PORTO
Os Movimentos:
Cidadania e Responsabilidade pelo SIM
Em Movimento pelo SIM
Jovens pelo SIM
Médicos pela Escolha
Voto SIM
Convidam-te a comparecer na quinta-feira dia
08/02, pelas 21h, no Cinema Batalha – Porto
Presenças já confirmadas de Ana Deus, Adolfo Luxúria Canibal, João Lóio entre outras pessoas.
A seguir ao Encontro pelo SIM estás convidado/a para a festa dos/as Jovens Pelo SIM no Bar do Batalha!
Mulheres que SIM
Grãos atirados por Unknown at 2:00 p.m. 0 bitaites
Labels:
aborto,
não te prives,
politica,
portugal
Homens que SIM
Grãos atirados por Unknown at 1:58 p.m. 0 bitaites
Labels:
aborto,
não te prives,
politica,
portugal
05 fevereiro 2007
Flash Mob - Lisboa, 3ª feira - 19H no Chiado
Estas meninas... são do melhor ;)
Grãos atirados por Unknown at 4:31 p.m. 0 bitaites
Labels:
aborto,
colectivo feminista,
politica,
portugal
Porque a negação não faz desaparecer a sua existência !
No chão uma mancha de sangue deixa-se escorregar ainda pelo soalho velho daquela casa, aquele tapete de trapos absorve-o como se dele pudesse beber vida – algo que já não existe ali, algo que nunca existiu. Pelo chão, pela mesa, pelas cadeiras, pela casa sente-se o silêncio de uma decisão tomada há muito tempo. Nada a faria voltar atrás, não podia… aquele corpo que expunha violentamente agora aquela mulher desconhecida de unhas sujas e sem conversa, ainda era o seu corpo. Não podia de o deixar de fazer, não podia. Sabia que quanto mais tempo passasse pior e mais difícil seria. Tinha de encontrar uma solução. Não podia falar com a doutora lá do Centro porque ela não a entenderia. Não podia falar com ninguém, sentia sobre si o medo de ter que esconder vários segredos. Já tinha ouvido falar nisto mas sempre pensou que a ela nunca lhe aconteceria. Raios!!! Porque é que tinha que ter sido agora… usava sempre preservativo, foi só uma vez, foda-se! Ainda por cima não tinha sido nada de especial. Tinha de tentar falar com aquela… com a fulana do 3º C, acho que ela já fez uma aqui, faz coisa de um mês?! Não gosto nada dela mas vai ter que ser, espero que ela seja de confiança. Se ela diz alguma coisa também lhe atiro à cara… não é melhor do que eu. Agora já estava deitada e não conseguia deixar de olhar para a mulher que fazia aquilo como se o fizesse todos os dias. Mandou-me abrir as pernas e senti um arrepio, estava a fazer-me qualquer coisa, comecei a sentir-me indisposta mas era com certeza pelo que estava a fazer… que iriam pensar elas se soubessem, logo agora que ia começar a trabalhar na loja do Sr. Santos e preciso tanto daquele dinheiro. Tonta. Sinto-me tonta, a sala começa a rodar e só me apetece gritar… digo-lhe que pare que não me estou a sentir bem, quando tento encontrá-la com o olhar não a vejo. Grito por ajuda mas a televisão está demasiado alta, tento levantar-me e andar mas o mundo não pára de girar em torno de mim. Em direcção à porta vejo a mulher ao telefone, sem me dar tempo de lhe dizer o que seja agarra-me no braço e abrindo a porta da rua sai comigo. Vai-me ajudar, penso eu. Não sei o percurso que faço, nem sequer sei onde estou. Ao fundo da rua ela diz-me que espere pela ambulância, que não pode ficar ali e que eu me cale bem caladinha. Se não disseres nada nem sequer te cobro o dinheiro, está bem. Eles agora ajudam-te, eles já chegam foram as últimas palavras que me lembro de ter ouvido. Acho que perdi os sentidos mas já não sinto dor física nenhuma, só me pergunto porque é que o meu país me faz isto?!
Passados cinco minutos muita gente em volta dela ouve a ambulância chegar. Não sabem o que fazer! O silêncio da sirene ensurdece quem se junta ali à volta para ver o que se passa, impotentes e inactivos nada podem fazer. Os dois médicos saem da ambulância e um diz para o outro: “é a segunda que apanhamos aqui este mês” e o outro responde: “Não vale a pena! Está MORTA!”
(por Pedro Ferreira)
Porque não posso forçar-me ao silêncio perante o sofrimento de tantas mulheres que estão perante uma gravidez indesejada e que não me permite poder ajuda-las ou providenciar ajuda empurrando-as para o aborto clandestino. Porque não sei viver num país onde depois de tudo isto, caso sobreviva, ainda as atira para o banco dos réus.
No próximo dia 11 só tenho uma solução: VOTO SIM !
04 fevereiro 2007
Serviço Público é.... quando alguém perde um debate dar-lhe a oportunidade de se repetir até cansar toda a gente....
A continuar assim se calhar dia 12 ainda temos um “Prós e Contras” para discutir se é despenalização ou liberalização....!!!!
Haja paciência!!!! É o dinheiro dos meus impostos... e esta hein!
Quem julga esta mulher ?
Estarias disposto/a a denuncia-la ?
É isso que votamos dia 11. Eu voto SIM !
03 fevereiro 2007
02 fevereiro 2007
Marques Mendes de Lisboa vs Marques Mendes de Aveiro
do Lat. radicale, da raiz
adj. 2 gén.,
referente à raiz;
fundamental;
essencial;
(retirado do Dicionário Universal da Texto Ed.)
Grãos atirados por Unknown at 12:52 p.m. 0 bitaites
Labels:
aborto,
marques mendes,
politica,
portugal,
psd
01 fevereiro 2007
Dezembro de 2003, Aveiro: A PJ aguardava à porta do consultório, as mulheres que saíam ainda cambaleantes do aborto clandestino. Forçava-as a irem imediatamente ao Hospital de Aveiro, onde se sentavam numa marquesa de ginecologista e eram inspeccionadas;
Janeiro de 2004, Setúbal: uma jovem trabalhadora rural estava deitada na marquesa da parteira, pronta para realizar um aborto clandestino, quando a PJ invadiu a casa e impediu a intervenção. A jovem foi forçada a levar a gravidez até ao fim;
Novembro de 2004, Lisboa: 18 anos, desempregada, vivia com a mãe numa barraca na Quinta das Lajes, na Brandoa. Ingeriu cytotec® e teve fortes hemorragias, pelo que foi imediatamente ao Hospital Amadora-Sintra. Lá, um enfermeiro denunciou-a. A PSP irrompeu pelos corredores do Hospital e ali mesmo, à frente de todos, iniciou o inquérito;
2007, Portugal e agora?
Em 2004, Joana morreu em Almada, vítima de aborto clandestino;
Em 1998, Mª Teresa de 38 anos morreu em Vilar Formoso, vítima de aborto clandestino;
Em Agosto de 2000, Mª Ester de 32 anos, mãe de dois filhos, morreu em Viseu, vítima de aborto clandestino;
Em 1997, Lizete Moreira de 36 anos, mãe de três filhos, morreu no Bairro de Aldoar, no Porto, vítima de aborto clandestino;
No final de 2005, Ana, 14 anos, ingeriu 64 comprimidos de cytotec®, deu entrada no Hospital de Stª Maria, em Lisboa, já em estado de choque e com “alterações vasculares importantes ao nível do tubo digestivo”, morreu, vítima de aborto clandestino;
2007, Portugal e agora?
















