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30 outubro 2009

Marcha Mundial Pela Paz e Não - Violência


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25 maio 2009

Seminário Sobre Não Violência


No âmbito da Marcha Mundial pela Paz e a Não violência queremos convidar todos a participarem numa tarde de reflexão e prática sobre a raíz da violência e como podemos contribuir para que a Paz e a Não -violência façam parte do nosso processo pessoal e da sociedade em que vivemos.
Assim, no próximo sábado dia 30 de Maio entre as 15h.30m - 18h, na Casa da Cultura da Junta de Freguesia de Paranhos (Largo Campolindo, 7 - Porto), esperamos por todos para trabalharmos em conjunto.

Aproveitamos para informar ainda que de 5 a 15 de Junho a Marcha Mundial fará, a nível mundial, nova campanha de adesões a esta Marcha. Em breve enviaremos o calendário de actividades, mas desde já solicitamos o apoio de todos que, junto de amigos, conhecidos, colegas de trabalho, etc, divulguem esta Marcha e incentivem mais pessoas a aderirem através da nossa página e a participarem nas diversas actividades da mesma.

Continuem a “marchar” connosco por um mundo de Paz e Não-Violência!!

www.marchamundialpt.org

04 maio 2009

MAYDAY PORTO 2009 – REFORÇA A LUTA CONTRA A PRECARIEDADE!



Depois de dois meses e meio de intensiva preparação, que incluiu a organização de várias acções públicas (uma queima de recibos verde, três debates, uma jornada de reflexão, uma festa no dia 25 de Abril; e muitas distribuições de panfletos e assembleias gerais) estávamos finalmente no dia 1º de Maio.
Para muitos de nós, nascidos nos pós 25 de Abril, esta seria uma estreia absoluta numa manifestação do Dia do Trabalhador. 2009, por ser o ano que inicia a maior crise económica a que o mundo assiste desde 1929, será porventura, também, o primeiro de muitos Maios para a nossa geração. O Porto, a zona norte a que pertencemos, concentra a maior mancha de desempregado/as e desemprecário/as do país. Tínhamos por isso de reagir. E Maio foi o principio das respostas que se poderão seguir.
Às 12h00, na Praça dos Poveiros, ponto de concentração dos trabalhadores precário/as, montamos a banca e o som e demos início aos concertos do Paulo Praça e da Associação José Afonso, assim como à leitura dos textos que tinham sido escritos no decurso da operação Mayday. Fizemos o pic-nic, terminámos todas as questões logísticas e iniciámos a nossa manifestação.
Com pancartas, faixas e megafones, arrancámos toda a revolta das nossas entranhas e protestámos contra a tirania que é a precariedade. A faixa da frente “Precários do Mundo Inteiro Uni-vos” exprimia o sentido da nossa luta, que é a mesma de todos os trabalhadores sujeitos à desregulação do trabalho e à exploração do mercado neo-liberal. Por isso quisemos juntar-nos aos sindicatos e mostrar que “a união faz a força”. E por isso chamámos para dentro da manifestação todos aqueles e aquelas que nos passeios nos aplaudiam e encorajavam. “Sai do Passeio e vem para o nosso meio!” dizíamos. Eramos já mais de 300 pessoas.
Os nossos slogans e canções foram muitos: “Com a Precariedade Andamos para Trás”, “A Precariedade Congela-nos a Vida”, “Precários Hoje, Revolucionários Amanhã”, “Deixa passar, deixa passar, eu sou precário mas o Mundo eu vou mudar!”.
Sim, sentimos as pessoas connosco. Sentimos que fizemos bem ao alicerçar pela primeira vez no Porto uma manifestação inovadora, onde está massivamente representada a nossa geração. A geração dos 500 euros, dos recibos verdes, dos estágios não remunerados, a quem é dito que vai ter uma vida pior do que a dos seus pais, e qui ça que a dos seus avós. Não aceitamos este modelo, e por isso decidimos unir esforços e encetar lutas colectivas que possam fracturar as falsas expectativas, para que o marketing político, financeiro e comercial, que nos foi vendido desde os anos 80, seja posto em causa.
Queremos uns país realmente europeu, com movimentos sociais próprios. Não um país aninhado e servil que se deixa explorar e tiranizar em silêncio. Ao Porto isto fez bem. Foi formativo e agregador. A nós isto fez-nos bem porque aumentou o capital de esperança na vida e na luta.

01 maio 2009

MAYDAY 2009 – O LUGAR ONDE NOS ENCONTRAMOS


Se estás farta de estar desempregada, o MayDay é contigo.

Se és estagiário “não remunerado” e te fazem a chantagem do currículo e não te pagam apesar de trabalhares, mesmo que produzas a riqueza do escritório ou da empresa ou da escola onde trabalhas, o MayDay é contigo.
Se ganhas mal, se te vês à rasca para sobreviver com o que te pagam, se não sabes mais que equilibrismo inventar para pagar a casa e a luz e os transportes e a comida e tudo o resto de que precisas, então o MayDay é contigo.
Se trabalhas a recibo verde, não tens direitos nem protecção social e te dizem que tens de pagar à segurança social uma quantia que não tens, em troca de protecção quase nenhuma, o MayDay é contigo.
Se és estudante e não tens como pagar as propinas ou te falta acção social escolar e até fazes um part-time para ajudar a pagar os estudos, então o MayDay é contigo.
Se trabalhas para uma empresa de trabalho temporário e tens dois patrões para o mesmo trabalho, se te roubam uma parte do que é teu quando te alugam a uma empresa, a um call-centre ou a uma obra, então o MayDay é contigo.
Se és imigrante e não tens papeis, ou se tens papeis e mesmo assim não tens direitos, se te usam contra o teu colega de trabalho e se servem da tua dificuldade, então o MayDay é contigo.
Se tens um contrato a prazo para teres menos direitos e vais vivendo a prazo mesmo se a empresa precisa sempre de ti, então o MayDay é contigo.
Se te sentes preso à precariedade e congelado nos teus projectos e ainda não saíste da casa dos teus pais porque não tens um trabalho que te permita fazer planos, então o MayDay é contigo.
Se estás farto de tanto abuso, se estás farto do silêncio, se estás farto da injustiça e estás farto de não ter voz, se achas que já basta de exploração, então o MayDay é contigo.
Se és um pouco disto tudo, ou se conheces quem é, ou se já foste ou se vais ser ou se és amigo de quem seja, então o MayDay é contigo.

Traz merenda, traz a voz, traz palavras, traz ideias...

No dia 1 de Maio, 12h, nos Poveiros, é contigo.

(melodia do refrão da «La Cucaracha»)

Precariedade, precariedade
O patrão é um animal
Porque me nega
Cabrão de merda
Um contrato laboral


(melodia do refrão de «A formiga no carreiro» de José Afonso)

O precário
sem carreira
vinha em sentido diferente
Saiu à rua,
saiu à rua
e juntou-se um mar de gente.
O precário
sem contrato
juntou-se a outros sujeitos
Saiu à rua,
saiu à rua
Reclamou os seus direitos.
O precário
sem esperança
juntou-se aos desesperados
Saiu à praça,
juntou-se à massa
de muitos desempregados.
O precário
sem cagaço
desatou a protestar
Saiu à praça,
juntou-se à massa
de quem foi manifestar.

30 abril 2009

MAYADAY! MAYDAY! MAYDAY!

26 março 2009

Festa da Marcha do Orgulho LGBT no Porto - Pride Bar


(Clique na imagem para aumentar)


Dia 27 de Março pelas 23h30 no Pride Bar no Porto (Rua do Bonjardim, 1121)

Aparece e traz um@ amig@ !

02 fevereiro 2009

MGM 2009 - Noite da Folha em Lisboa

15 setembro 2008

Ora aí está uma bela ideia !


São Vitalino na Marcha contra a precariedade do Bloco de Esquerda.

11 setembro 2008

Contra a precariedade, o direito a ter direitos !


Está para começar a Marcha Contra a Precariedade. Trata-se de um arranque combativo e militante para um ano político especialmente intenso, numa altura em que o parlamento se prepara para discutir as leis do governo para o Código de Trabalho. Esta Marcha dirá bem alto que não aceita ver aumentar ainda mais a insegurança das vidas dos trabalhadores precários e da juventude.
José Sócrates enche a boca com o "combate à precariedade". Mas o objectivo é apenas dividir precários e trabalhadores com contrato, para impor a todos as novas leis laborais. Na verdade, Portugal bate recordes de precariedade. A inspecção do trabalho não funciona. A lei está feita à medida das empresas de trabalho temporário, que exploram duplamente os trabalhadores e às quais está ligado o próprio porta-voz do Partido Socialista, Vitalino Canas. Nos contratos a prazo, o novo código permite a sua renovação até três anos – o triplo da lei do próprio PS no tempo de Guterres.

QUESTÃO DE RESPEITO. O trabalho precário é a garantia de uma vida precária. Perante a crise na habitação, os aumentos dos combustíveis e dos alimentos, o dia-a-dia é cada vez mais imprevisível para quem vive do seu trabalho. A renda, as contas, a escola dos filhos – nada disso se interrompe quando cessa um contrato ou quando termina um biscate a recibo verde. A precariedade não é só o roubo de direitos: é posta em causa a própria dignidade dos trabalhadores e das trabalhadoras.

PODE SER DE OUTRO MODO. O Bloco vai mostrar que se podem tomar desde já medidas concretas para enfrentar o desemprego e a precariedade. Ao longo dos dias da Marcha Contra a Precariedade, serão apresentadas propostas mobilizadoras, que abram o debate sobre o país que queremos.

CONTRA OS TUBARÕES DA PRECARIEDADE. A Marcha é um desafio à política do governo e às opções económicas dos últimos anos. O sufoco em que vive quem trabalha não é apenas resultado da "situação internacional", como diz Sócrates. Este Portugal precário é o produto de políticas erradas, que respondem à crise com mais crise. O novo código laboral é a cereja sobre o bolo. Quem celebra? Os patrões, que pagam cada vez menos, e as empresas de trabalho temporário, que ganham cada vez mais.

PRIMEIRA ETAPA
Sexta 12 Set | LISBOA/SETÚBAL

A Marcha começa por percorrer uma distância apenas simbólica, mas muito inspiradora... O andor de São Vitalino, "provedor" socialista contratado pelos patrões do trabalho temporário (ETT), é levado por uma zona de muito trabalho precário e onde se situam numerosas ETT – o Parque das Nações. A procissão começa às 17h30 junto ao centro comercial Vasco da Gama (metro Oriente). Ao jantar, marchantes de todo o país juntam-se aos bloquistas de Setúbal (20h, restaurante O Quintal).

Sábado 13 Set | BARREIRO-MOITA

Numa das zonas mais povoadas do distrito de Setúbal, a Marcha levanta os temas do custo de vida e da pobreza. Pela manhã, no centro do Barreiro, há intervenções políticas no jardim Catarina Eufémia (10h) e teatro de rua. Nova acção no mercado da Baixa da Banheira (12h)… a Marcha avança até à festa da Moita (17h30), onde se juntam milhares de pessoas.

Dom 14 Set | SEIXAL-ALMADA

10h. Junto ao centro comercial Rio Sul, no Seixal, o tema do dia é o endividamento dos trabalhadores, em torno de um carro de compras gigante de onde alguns precários serão impedidos de sair... A Marcha percorre o contínuo urbano da Margem Sul, passando pela festa anual da Cova da Piedade e terminando num comício-festa na sala da Incrível Almadense (17h). Além de Pedro e Diana, actuará o rapper Chullage.


SEGUNDA ETAPA
Sexta 19 Set | PORTO

José Sócrates festejou a criação de 1200 empregos "qualificados" num call center que a PT prevê para daqui a um ano em Santo Tirso. Mas a realidade dos call centers é outra: são verdadeiros antros de exploração para cerca de 50 mil precários em todo o país. No início da segunda etapa (15h), a Marcha percorre, ao longo da Avenida da Boavista, os maiores call centers do Porto: TMN, Vodafone, PT. Os marchantes encenam um mercado de escravos da precariedade para denunciar a forma "desqualificada" como são tratados os operadores de tantos centros de atendimento. À chegada à rua de Santa Catarina (18h), há intervenções políticas. À noite, na Junta de Freguesia do Bonfim (21h30), um comício-festa fecha o dia. É apresentado o cine-diário da marcha. O filme que em cada dia resumirá, na Marcha e no portal Esquerda.net, as actividades do dia.

Sábado 20 Set | OLIVEIRA DE AZEMÉIS - STA. MARIA DA FEIRA

A segunda etapa da Marcha, a Norte, começa junto ao mercado de Oliveira Azeméis (10h) com um comício de rua. O percurso no distrito de Aveiro atravessa áreas de alto desemprego, onde as deslocalizações se multiplicam. Às 12h30, uma acção de rua aborda as práticas laborais no sector do comércio: o local é o centro comercial 8ª Avenida, em S. João da Madeira, mais uma catedral de precariedade aberta por Belmiro de Azevedo. À chegada a Santa Maria da Feira (17h), a Marcha contacta com a população na feira dos Vinte. Pela noite, no comício em São João da Madeira (21h30, praça Luís Ribeiro), haverá lugar à música e à intervenção de Francisco Louçã, entre outras .

Domingo 21 Set | GUIMARÃES/BRAGA

No distrito de Braga, a Marcha realiza dois percursos. Em Guimarães, os marchantes partem da zona do supermercado Continente (10h) em direcção à Praça do Toural. Em Braga, vinda da praia fluvial de Vila do Prado (14h), a Marcha é encerrada num comício-festa (Praça Central, 16h30).

Mais infos e actualizações em Esquerda.Net

02 setembro 2008

O direito a ter direitos !

Por causa disto:


Vamos Tod@s estar nisto:

13 julho 2008

* Ontem o Porto vestiu-se de todas as cores *





Fotos: Pedro Ferreira

11 julho 2008

Amanhã este é o percurso da nossa luta....


Praça da República - Viaduto Gonçalo Cristóvão - Rua Gonçalo Cristóvão - Rua St. Catarina - Rua Passos Manuel - Rua Dr. Magalhães Lemos - Av. dos Aliados - Pç. General Humberto Delgado

e TU MARCHAS ?
ou vais ficar do lado da indiferença ?

Sábado, 12 de Julho às 15 horas na Praça da República

07 julho 2008

Manuela Azevedo dos Clã dá um pézinho e uma mãozinha à Marcha do Orgulho LGBT no Porto


Para quem ainda não sabe !

12 de Julho de 2008
15:00h
Praça da República, Porto

Aparece, a tua presença é fundamental !

A Marcha é um evento que tem custos, se todos e todas contribuírem com alguma coisa será muito mais fácil pô-la a andar este ano e nos próximos... como se costuma dizer: " Vá lá ajude! Vai ver que não dói nada."
O número de conta da MOP é: 0035 0196026532300 - Caixa Geral de Depósitos.

02 julho 2008

3ª Marcha de Orgulho LGBT no Porto


12 de Julho de 2008
15:00h
Praça da República, Porto

Aparece, a tua presença é fundamental !


A Marcha é um evento que tem custos, se todos e todas contribuírem com alguma coisa será muito mais fácil pô-la a andar este ano e nos próximos... como se costuma dizer: " Vá lá ajude! Vai ver que não dói nada."
O número de conta da MOP é: 0035 0196026532300 - Caixa Geral de Depósitos.

Site Oficial da 3ª MOP

25 junho 2008

Anda, vem marchar ! Não fiques em casa esta causa também é tua !



Pela Igualdade de Direitos e contra a Invisibilidade e a Discriminação

A Marcha LGBT é de, e para TOD@S

Dia 28 Junho - 16h00 - Princípe Real - Lisboa

Aparece!


http://www.marchalgbt2008.blogspot.com/

09 junho 2008

FRACTURANTE É A DISCRIMINAÇÃO



28 Junho
9ª Marcha LGBT Lisboa


MANIFESTO
O orgulho LGBT (Lésbico, Gay, Bissexual ou Transgénero) existe por contraponto à vergonha que o preconceito e a discriminação tentam impor-nos. Temos orgulho porque, por entre o insulto, fomos capazes de descobrir a nossa identidade e temos orgulho porque somos capazes de a afirmar contra os armários do silêncio, do medo e da invisibilidade. Porque a rua é o palco de todas as lutas e da celebração da diversidade e da visibilidade dos nossos amores, queremos mostrar que a orientação sexual e a identidade de género não nos diminuem nem nos tornam melhores seres humanos.
E estamos orgulhosamente acompanhad@s por todas as pessoas que se preocupam com os direitos humanos e que lutam contra a discriminação sexista, homofóbica, transfóbica, ou racista e xenófoba, que limitam a nossa democracia.
É que o direito à cidadania plena independentemente da orientação sexual e da identidade de género não é uma “questão fracturante”. “Fracturante” é a discriminação na lei e na sociedade que remete as pessoas LGBT para uma cidadania de segunda.
Queremos uma sociedade que reconheça a diversidade de modelos familiares com iguais oportunidades perante a lei. Porque a família é uma escolha livre dos indivíduos, lugar para a partilha de afectos e de vidas em comum e porque o Estado não pode privilegiar nenhum modelo em detrimento de todos os outros.
Por isso exigimos que se cumpra a Constituição no seu 13º Artigo e que o casamento civil deixe de ser uma possibilidade exclusiva para “pessoas de sexo diferente”, que a possibilidade de adopção e acolhimento de crianças seja alargada para todas as pessoas e casais com condições materiais e afectivas para delas cuidar, que a inseminação artificial possa ser uma possibilidade para todas as mulheres que a desejem, independentemente da sua orientação sexual e de viverem ou não uma relação de casal. Porque as nossas famílias já existem e nada justifica que continuem fora da lei.
“Fracturante” é por isso a actual discriminação na lei que recusa o igual reconhecimento das relações e projectos familiares das pessoas LGBT.
Exigimos que sejam tomadas medidas legislativas que combatam eficazmente a desigualdade de género que persiste e, inclusive, se agrava no nosso país. Que as mulheres possam ter acesso, em condições de igualdade, ao trabalho e ao espaço público. Que a violência e a discriminação de género sejam erradicadas definitivamente.
Exigimos ainda que a identidade de género seja contemplada no Principio da Igualdade constitucional, que se tomem iniciativas legais que reconheçam a autodeterminação das pessoas transsexuais e transgénero, que facilitem os processos de adaptação do nome e do sexo nos documentos de identificação, que agilizem os procedimentos médicos de adaptação do corpo.
“Fracturante” é a actual lacuna legal que obriga as pessoas transsexuais e transgénero a viver um longo processo médico e judicial, que perpetua a discórdia entre a aparência e os documentos, causando várias discriminações no acesso à educação, ao trabalho, e à saúde.
Não esquecemos que o Estado tem responsabilidades particulares no perpetuar da discriminação. Como por exemplo, através do Instituto Português de Sangue ao recusar as dádivas de homens que tiveram sexo com homens, com o preconceito a sobrepor-se a qualquer critério objectivo e a colocar mesmo em risco – para toda e qualquer pessoa que necessite de uma transfusão – uma triagem correcta da qualidade do sangue.
É fundamental apostar na prevenção activa do preconceito, com políticas que promovam a igualdade de género e combatam a discriminação e a violência em todas as suas formas.
É, pois, imperativo que agentes do Estado – de sectores fundamentais como a saúde, a educação, a justiça ou a segurança – recebam formação específica para que tenhamos uma sociedade plural e laica, que saiba viver em diversidade e que saiba combater as fracturas geradas pela discriminação.
Temos todos o direito, e @s jovens em particular, a uma educação abrangente, inclusiva e realista. Uma educação em que finalmente se concretize a educação sexual e para a cidadania, suportada em conhecimentos científicos rigorosos. Uma educação estruturada de modo não heterossexista e que aborde as orientações sexuais e as identidades de género, possibilitando a prevenção das diversas discriminações a que somos sujeit@s no nosso quotidiano público e privado.
Somos pessoas de muitas origens, convicções e diferentes saberes, mas hoje estamos juntas na rua com a cara levantada e a certeza de que o futuro só depende daquilo que soubermos fazer dele.

01 maio 2008

Depois da Luta, a FESTA !


Dia 2 de Maio
23:30

No Pride Bar,
Rua do Bonjardim, nº1121

30 agosto 2007

Póvoa de Varzim recebe I Festival Músicas do Mar


Entre 30 de Agosto e 2 de Setembro realiza-se o I Festival Músicas do Mar da Póvoa de Varzim.
Serão três dias para ouvir nove grupos do género "world music", oriundos de sete países.

Dia 30/08 - Joel Xavier (Diana Bar/Casino, 21:00) e Tony Allen (Largo do Passeio Alegre, 22:15)

Dia 31/08 - O'Questrada (Diana Bar, 21:00), Alkinoos Ioannidis, (Passeio Alegre, 22:15) e DJ SET Álvaro Costa & Raquel Bulha (Auditório ao Ar Livre, 00:00)

Dia 1/09 – Escalandrum (Diana Bar, 21:00), Eddie (Passeio Alegre, 22:15), Bailarico Sofisticado DJ SET (Auditório ao Ar Livre, 00:00)

Dia 2/09 - Kumpania Algazarra (Centro da Cidade, 18:30) e La Troba Kung-Fú (Passeio Alegre, 21:30).