badge
Mostrar mensagens com a etiqueta debate. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta debate. Mostrar todas as mensagens

09 maio 2010

Happy Hours in Sad Days


Tem se falado muito e comentado ainda mais sobre a iniciativa Happy Hour na Feira do Livro de Lisboa. Na verdade parece ser algo muito atractivo para quem compra livros e de alguma forma até para quem os vende.
Analisando a fundo a questão constatamos que de todas as áreas dos ditos produtos culturais os livros são os que menos apoio tem por parte das entidades públicas, compare-se com os poucos mas existentes apoios ao teatro ou ao cinema. Em segundo esta iniciativa é injusta logo à partida e logo pela organização que a promove. A APEL representa livreiros e editores. Os editores negoceiam com os livreiros com uma determinada margem e estando na mesma associação uns passam a ter privilégios de concorrência que são à partida injustos e desleais. Para além disso mina uma relação que existe para além das feiras e que sustenta comercialmente as editoras e livrarias o resto do ano. Não é justo negociar a 30% ou a 40% com os livreiros e depois estar ao lado deles a fazer 50%. Aliás é de tal forma caricato que estas Happy Hours tem sido altamente frequentadas por responsáveis de livrarias que tem aproveitado para se fornecer. Para além disso esta medida só favorece os grandes grupos e grandes editoras que tem fundos editoriais que podem desbaratar até porque em alguns casos seriam livros para guilhotinar... isso sim uma prática condenável!
Para os clientes é também injusto porque obriga as pessoas a jogarem com esse horário, impossibilitando, por exemplo, quem tem problemas em se deslocar à noite ou quem só pode frequentar a Feira noutros horários de aproveitar também esta iniciativa que devia ter como fim promover a leitura e não o lucro fácil. Coragem não é fazer uns dias de livros muito baratos, coragem é manter preços acessíveis e ajustados durante todo o ano. Coragem é publicar com qualidade como critério e não com rentabilidade ou rapidez de sucesso como critério principal e essencial.
Apostar em novos autores e em matérias editoriais com valor tem custos que se tem de sustentar todo o ano e não com foguetes promocionais de aparente rentabilidade.
Querem fazer promoções, assumam e mantenham-nas durante todo o dia ou durante toda a feira, seleccionando títulos. Façam cumprir verdadeiramente a lei do preço fixo. Retirem o IVA do preço dos livros. Promovam o livro enquanto objecto e enquanto mais valia cultural.
Não andem é a atirar areia para os olhos das pessoas e a engana-las com estratégias de marketing for dummies!
A APEL tem o dever de proteger os interesses de todos: livreiros, editores e também dos leitores e já se devia ter apercebido que a promoção desta iniciativa em nada ajuda quem mais dificuldades tem. Cria guetos na própria feira, espaços isolados e desiguais com regras próprias e com o tempo afastará não só as pessoas como as próprias editoras com menos capacidade de implantação financeira.

Pedro Ferreira

28 janeiro 2010

México em conversa, este sábado às 17h30 no SOS Racismo Porto


À conversa com:
Javier Herrero, Mexico, activista em Chiapas nas comunidades do EZLN. Elvira Delgado, Ilhas Canárias, activista em projectos de educação e membro do Comite de Solidariedade de Chiapas em Lanzarote.

Sábado, 30 de Janeiro às 17h30
Rua do Almada, 254 - 3º dtº - Porto

21 janeiro 2010

Galeria | Oficina | Info-Activismo - uma tarde em cheio nas Inaugurações de Miguel Bombarda

No próximo dia 23 de Janeiro pelas 14h o Núcleo de Jornalismo Académico do Porto abre as portas para uma tarde em cheio nas inaugurações simultâneas das galerias de Miguel Bombarda.


Aderimos ao Ano Europeu da luta contra a Pobreza e a Exclusão Social que se celebra em 2010 com um convite à reflexão sobre o papel do jornalismo e da informação na criação de impacto e de mudanças positivas. O lançamento global, em parceria com a ONG internacional Tactical Technology Collective, do documentário 10 Tactics pretende apresentar uma série de activistas de direitos humanos que adoptaram estratégias de comunicação que lhes permitem transformar informação em acção. Convidamos para uma discussão informal o Centro de Média Independente - Indy Media Portugal - e o Hacklaviva e alargamos o convite a todos os que queiram participar.

O documentário será precedido pela Oficina de Design para uma Redacção Livre onde o colectivo Hacklaviva desafia uma sala de redacção a funcionar apenas com software livre.
Com equipa renovada, a Galeria apresentará duas instalações de jovens artistas e designers do Porto.

Ficamos a aguardar a tua visita!
Segue o programa completo abaixo.


14.00 Inauguração das Galerias Jup

Sala 1 - O que te move | Uma instalação que também é uma proposta para ti. Um espaço de Liberdade num cheio de cartão, uma folha em branco, pronta a ser ocupada. | Por Ana Castro e Susana Lage

Sala2 - Três Projectos, um Espaço. | "Tanto o som como a imagem dão uma resposta a outra mão. Uma que fala e outra que responde"

"(...) filmagens feitas por várias pessoas contendo múltiplas personagens e situações ou locais por onde tivesse passado e onde estaria"

"(...) em cada garrafa guardo a minha voz, associando cada uma delas as notas de escala"

Por Rebecca Moradalizeh


14.30 - 17.30 Oficina de Design para uma Redacção Livre

Uma redacção a funcionar apenas com software livre? É o objectivo de uma colaboração entre o JUP e o Hacklaviva. Nesta oficina, vamos falar sobre o que é o software livre e as suas implicações na prática criativa, associativa e editorial. Depois veremos como hoje é possível tratar fotografia, criar gráficos e tipografia, paginar, editar áudio e montar vídeo com ferramentas livres. Traz o teu portátil e vem passar uma tarde connosco a descobrir novas formas de fazer o teu trabalho.

http://www.hacklaviva.net


18.00 Documentário & Debate

"10 tactics", 10 tácticas para transformar informação em acção é um filme onde são contadas histórias de 25 activistas de direitos humanos à volta do mundo que adoptaram com sucesso estratégias de comunicação e tecnologias digitais para criar impacto e mudanças positivas.

http://www.informationactivism.org | Com a presença dos colectivos Hacklaviva e Centro de Média Independente - Indy Media Portugal


23 de Janeiro de 2010 a partir das 14h

Núcleo de Jornalismo Académico do Porto | JUP.PT

espacosjup.blogspot.com | jup@jup.pt | 22 202 52 68

Estamos no Facebook | Twitter: @njapju | @juponline | Linked In

13 janeiro 2010

Memória dos Muros. Palestina à conversa com Dana Elborno e Lara Elborno.


Dana Elborno é estudante de jornalismo e activista. Lara Elborno é estudante de direito e também activista. As duas vão estar pelo Porto evem partilhar connosco as suas recentes experiências no campo. À conversa e com fotografias sobre o território da Palestina e em debate sobre a actual situação politica.

Sábado, 16 de Janeiro às 17 horas
Sede do SOS Racismo Porto
Rua do Almada, 254, dtº 3º dtº

10 dezembro 2009

19 anos de SOS Racismo em conversa e festa


Temos Festa! 19 anos do SOS Racismo em Conversas à Solta a partir das 21h30 de sexta-feira, dia 11 de Dezembro na Sede do Porto na Rua do Almada. Depois Sons do Mundo com os Djs Ruba Linho e Pedro Ferreira. Aparece!... e traz um@ amig@ também.

Sexta-feira, 11 de Dezembro de 2009 21:30
Local:Sede SOS Racismo, Porto. Rua do Almada, 254, dtº 3º dtº (Toca à campainha)

03 junho 2009

Associações de imigrantes interpelam candidatos/as ao Parlamento Europeu: Directiva de Retorno e Pacto Sarkozy em debate


4ª feira, 3 Junho, 15h, FNAC-CHIADO

Procurando interpelar os/as candidatos/as das várias forças políticas ao Parlamento Europeu, realizar-se-á na próxima Quarta-feira, dia 3 de Junho, às 15h, na FNAC do Chiado, um debate sobre as políticas de imigração da UE. Numa altura em que a UE endurece a entrada e permanência de imigrantes, mais de 150 organizações de toda a europa lançaram o documento "Por uma Europa respeitadora dos direitos dos/das Imigrantes" (ver documento em anexo), que serviu de base à Jornada Europeia pelos Direitos dos/as Imigrantes - NÃO À EUROPA DA VERGONHA -, realizada no passado dia 17 de Maio e que tem sido entregue aos/às candidatos ao Parlamento Europeu, nos diferentes países.
O documento reivindica uma outra política migratória, coerente com os princípios dos que a UE se reclama: paz, democracia, cooperação, justiça, respeito pelos direitos humanos e livre circulação de pessoas. A regularização dos/as indocumentados/as, o reconhecimento dos direitos de cidadania dos/as imigrantes, o fim da criminalização da imigração e a refundação das relações Norte-Sul são algumas das principais propostas relativamente aos quais os/as candidatos/as são convidados/as a se posicionar.
Em Portugal, foi lançada uma CARTA ABERTA sobre Políticas de Imigração que, juntando associações e várias personalidades públicas, procurou alertar para a tendencia actual, a nível europeu e nacional, de fazer do imigrante um bode expiatório conveniente para a insatisfação sentida actualmente. Foi também lançado o desafio de equacionar políticas que assentem no respeito da dignidade humana e que promovam a igualdade de direitos entre as pessoas, independentemente do lugar onde tenham nascido.

Até o momento está confirmada a presença de:
Bloco de Esquerda - Rui Tavares
Coligação Democrática Unitária - António Filipe
Movimento Esperança Portugal - Anabela Rodrigues
Movimento Partido da Terra - António Ferro
Partido Humanista - Manuela Magno
Partido Popular Monárquico - Aline Hall
Partido Operário de Unidade Socialista (pessoa a confirmar)

O debate será moderado por Manuel Malheiros, da CIVITAS - Associação para a Defesa e Promoção dos Direitos dos/as Cidadãos/ãs e por Jorge Silva, da Solidariedade Imigrante - Associação para a Defesa dos Direitos dos/as Imigrantes.

ALGUMAS DAS ORGANIZAÇÕES E REDES SUBSICRITORAS DO DOCUMENTO “Pontes e Não Muros: Por uma Europa respeitadora dos direitos dos/das migrantes”
ALEMANHA Le Conseil des Réufigés; ESPANHA CEAR (Comisión Española de Ayuda al Refugiado); Federación Andalucía Acoge. FRANÇA CRID (Centre de Recherche et d’Information pour le Développement); CCFD (Comité Catholique contre la Faim et pour le Développement – Terre solidaire) ; Ipam (Initiatives Pour un Autre Monde); LA CIMADE ; Union Syndicale Solidaire. GRÉCIA Não ao racismo desde o berço; ITÁLIA Ufficio Immigrazione ARCI ; Sos Razzismo Italia. LUXEMBURGO ASTI (Association de soutien aux travailleurs immigrés); CCPL (Confédération de la communauté portugaise au Luxembourg); ENAR – Luxembourg (Réseau européen contre le racisme). SUIÇA l’Autre Syndicat; Comité de soutien et de défense des Sans-Papiers de la Côte.

Redes / Organizações Internacionais ATTAC (Association pour la Taxation dês Transactions financières pour l’Aide aux Citoyens); Coordination Européenne pour le Droit des Étrangers à Vivre en Famille; Emmaüs - International; Enda Europe; Manifeste Euro-Africain; MIGREUROP; MMM (Marcha Mundial de Mulheres) ; PMC (Plateforme Migrants et Citoyenneté européenne).

PORTUGAL Abril - Associação Regional para a Democracia e o Desenvolvimento; AJPAZ (Acção para a Justiça e Paz); ARTP(Associação dos Originários do Togo); Associação Caboverdeana de Lisboa; Associação de Melhoramentos e Recreativa do Talude; Casa do Brasil de Lisboa; Colectivo Mumia Abu-Jamal; Khapaz; Obra Católica Portuguesa de Migrações; Olho Vivo - Associação para a Defesa do Património, Ambiente e Direitos Humanos; Solidariedade Imigrante - Associação para a Defesa dos Direitos dos/as Imigrantes; SOS Racismo; UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta

25 maio 2009

Seminário Sobre Não Violência


No âmbito da Marcha Mundial pela Paz e a Não violência queremos convidar todos a participarem numa tarde de reflexão e prática sobre a raíz da violência e como podemos contribuir para que a Paz e a Não -violência façam parte do nosso processo pessoal e da sociedade em que vivemos.
Assim, no próximo sábado dia 30 de Maio entre as 15h.30m - 18h, na Casa da Cultura da Junta de Freguesia de Paranhos (Largo Campolindo, 7 - Porto), esperamos por todos para trabalharmos em conjunto.

Aproveitamos para informar ainda que de 5 a 15 de Junho a Marcha Mundial fará, a nível mundial, nova campanha de adesões a esta Marcha. Em breve enviaremos o calendário de actividades, mas desde já solicitamos o apoio de todos que, junto de amigos, conhecidos, colegas de trabalho, etc, divulguem esta Marcha e incentivem mais pessoas a aderirem através da nossa página e a participarem nas diversas actividades da mesma.

Continuem a “marchar” connosco por um mundo de Paz e Não-Violência!!

www.marchamundialpt.org

22 maio 2009

Olympe. La décapitée de la République.


25 de Maio - 20h30

Instituto Franco-Português (Av. Luís Bivar, 91, Lisboa)

«Olympe, la décapitée de la République»

Leitura encenada por Elsa Solal e Diogo Dória
Seguido de um debate sobre

A MULHER NA POLÍTICA

com
Elsa Solal
(escritora, actriz e professora universitária)

Diogo Dória
(actor)

Irene Pimentel
(historiadora)

Maria Belo
(psicanalista, ex-deputada europeia e professora universitária)

Sandra Monteiro
(directora do Le Monde diplomatique - edição portuguesa)

A entrada é livre.

20 abril 2009

18 abril 2009

Pensar o Trabalho, Agir contra a Precariedade - Amanhã nos Maus Hábitos


Clique na imagem para aumentar

17 abril 2009

Bombardices no fim-de-semana


Já agora o MAYDAY PORTO vai andar por lá... procurem-nos ;)

O Gato Vadio mia-nos este texto: História de um espectáculo pouco famoso
O espectáculo está montado e o deserto cresce com a proletarização do espectador. O evento Famous Bombarda é o evento por excelência. Tudo é consensual e, no palco do “quarteirão das artes”, a arte é imediatamente assimilada, aceita, integrada, consumida.
Orgia do vazio da arte, em que a encenação do lugar-comum da alternativa artística, não passa de um exportável empreendimento de marketing que vende no discurso (e com ele) a luta contra a mercadoria e um ideário de contestação cultural. Nada é contestado. Trata-se de obscurecer, a propósito de arte, aquilo com que opera: a lógica da mercadoria, do mercado e do mercador.

e como não é só dizer mal... popõe-nos:

Oficina Aberta e Directa sobre Arte

Convida-se todos os artistas, pensadores, críticos, professores e indivíduos interessados, a participar na criação colectiva e em diálogo aberto de uma oficina aberta e regular de informação e debate crítico sobre a Arte no quarteirão da Miguel Bombarda.
A Oficina estará aberta ao público em geral, com particular interesse em envolver os jovens do ensino secundário e universitário a quem chega cada vez mais a arte da cultura e cada vez menos a cultura da Arte.
Os interessados devem enviar um email com o nome e contacto para o email: gatovadio.livraria@gmail.com com o assunto: Oficina Aberta sobre Arte.

16 abril 2009

Pensar o Trabalho, Agir contra a Precariedade


JORNADAS DO MAY DAY PORTO
domingo 19 de Abril
Maus Hábitos (R. Passos Manuel), das 15 às 19h30


O May Day é um processo que pretende juntar pessoas e juntar ideias contra a precariedade e pelos direitos do e no trabalho. É também um processo para pensar o mundo em transformação e os desafios que as mudanças no mundo do trabalho e da vida colocam ao activismo.
Por isso, o May Day Porto promove umas Jornadas de Reflexão: “Pensar o Trabalho, Agir contra a Precariedade”, que vão decorrer já no próximo dia 19 de Abril, no Porto. Serão um momento de formação, não apenas em torno dos conceitos, mas da realidade do Código de Trabalho e do que nos podem ensinar as experiências sindicais e de organização de precários que têm acontecido noutros pontos do nosso mundo: a começar pelo May Day na Galiza, mas também as experiências do sindicalismo de movimento social que têm lugar na Ásia ou na América Latina.
Assim, pretende-se criar um espaço aberto de debate e troca de ideias que possa tornar a nossa acção mais pensada e dar-lhe mais instrumentos de interpretação e de combate – ou seja, que a torne mais forte. Convidámos algumas pessoas para introduzir duas discussões, mas queremos que daí nasça o confronto e partilha entre todos.

As Jornadas são abertas a todos e a todas. Contamos contigo. Aparece e passa palavra.

15-17h - primeira conversa

O que é que mudou no mundo do trabalho?
O que é isso do (Pós)Fordismo? – José Ángel Brandariz García (professor de Direito da Universidade da Corunha)
Código do trabalho: o que muda e o que permanece? – José Castro (Jurista)

17h30 - 19h30 - segunda conversa

(Novas) Respostas da Classe Trabalhadora
Trabalho no call-centre e acção sindical: relato de uma experiência - Ricardo Salabert (operador call-centre, membro do SINTAV e do FERVE)
Desafios do sindicalismo em tempos de globalização neoliberal – Hugo Dias (sociólogo, doutorando na Universidade de Coimbra na área do sindicalismo)
Mayday e experiências de organização de precários: o exemplo galego - Antón Fernández de Rota (activista May Day, investigador em Antropologia na Universidade da Corunha)

14 abril 2009

PENSAMENTO CRÍTICO CONTEMPORÂNEO


28 de Abril a 28 de Maio de 2009
3ªs e 5ªs das 18h30 às 20h30

Associação Arte à Parte
Rua Fernandes Tomás, n.º 17,1.º,
Coimbra


Depois do sucesso das edições realizadas em 2008, em Lisboa, vai decorrer um novo curso, de 28 de Abril a 28 de Maio de 2009, desta feita em Coimbra. Tomando como eixo um amplo conjunto de autores contemporâneos, este curso pretende mapear algumas das principais problemáticas que hoje desafiam um pensamento crítico. Desenrolando-se ao longo de dez sessões em forma de seminário, o curso decorrerá na sede da associação Arte à Parte.
O valor de inscrição é de €15, dando acesso a todas as sessões e a todos os materiais de leitura (Atenção: Lugares limitados). Para quem pretender assistir apenas a uma ou outra sessão, há um regime de entrada avulsa mediante o pagamento de 3€. Este regime, todavia, está sujeito à disponibilidade de lugares em cada sessão, não havendo possibilidade de reserva prévia.

As inscrições deverão ser feitas através de email (cursopcccoimbra@gmail.com). Para mais informações, consulte o blogue da iniciativa: http://cursopcccoimbra.blogspot.com/

PROGRAMA

28 de Abril

Stuart Hall por António Sousa Ribeiro
Néstor García Canclini por Paulo Raposo

30 de Abril

Noam Chomsky/Paul Feyerabend por Rui Tavares
James Scott por José Manuel Sobral

5 de Maio

David Harvey por Hugo Dias
Slavoj Žižek por Nuno Ramos de Almeida

7 de Maio

Pierre Bourdieu por Nuno Domingos
Luc Boltanski por Arriscado Nunes

12 de Maio

Michel Foucault por Jorge Ramos do Ó
György Lukács por Frederico Ágoas

14 de Maio

André Gorz por José Nuno Matos
Guy Debord por Ricardo Noronha

19 de Maio

Gayatri Spivak por Adriana Bebiano
Rosi Braidotti por Maria Irene Ramalho

21 de Maio

Antonio Negri por José Neves
Alain Badiou por Bruno Peixe

26 de Maio

Louis Althusser por António Pedro Pita
Gilles Deleuze por Nuno Nabais

28 de Maio

Ernst Bloch por Miguel Cardina
Theodor Adorno por João Pedro Cachopo

ORGANIZAÇÃO:
UNIPOP, Organização Coimbra

APOIOS:
Arte à Parte, CEIS20, CES, Númena, RUC

31 março 2009

Quanto vales tu, precário/a?


Trabalho e emprego na era da precariedade

debate:: segunda-feira :: 6 de Abril :: 21h30 :: Cooperativa Árvore
(Rua Azevedo de Albuquerque, nº 1, ao Passeio das Virtudes)


Dizem-nos que o trabalho mudou e que chegou o tempo da flexibilidade. Dizem-nos que a protecção social é um resquício de outro tempo, que o pleno emprego é uma miragem, que o direito ao trabalho é coisa do passado e que o trabalho é apenas mais uma mercadoria. Dizem-nos que não há alternativas e que a única solução é adaptar-nos ao novo mundo do trabalho sem direitos.
Em Portugal, como no mundo, o trabalho mudou. Mas de que falamos quando falamos das mutações no mundo do trabalho? E o que significa exactamente a precariedade? Como se repercute no mundo da vida? Quem são os 2 milhões de pessoas em situação precária em Portugal? Como pensar novas formas de protecção social para estes trabalhadores? E a precariedade, tantas vezes apresentada como inevitabilidade, não é afinal um conjunto de novas formas de exploração no trabalho? Que formas são essas? E mediante estas transformações, como se fazem ouvir os direitos dos trabalhadores? Como reagem os sindicatos e que novas formas de organização são possíveis? Qual o papel da luta social e qual o papel do direito do trabalho nesta nova situação? O que se passou com o Código do Trabalho? E que reivindicações e que combates se impõem hoje para o precariado?

Convidando especialistas e activistas, o May Day Porto promove o debate sobre o trabalho e o emprego na era da precariedade. Juntarmos-nos no dia 6 de Abril para conhecer, para pensar em conjunto, para discutir e para transformar. O debate é aberto a todos e a todas.

28 março 2009

QUANTO VALE UM PRECÁRIO ?


DOMINGO - 29 DE MARÇO - 18H00 no
CAFÉ PÁTIO, em VILA DO CONDE, vamos
discutir a situação da precariedade no trabalho (seja ele a recibos verdes
ou não), e mais questões relacionadas com o trabalho nos dias de hoje.
Esta acção é organizada pelo May Day Porto (http://maydayporto.blogspot.com)

COM ISABEL LHANO, SUSANA VASSALO E LUIS SILVA

ÀS 22H no mesmo sítio: "VÊMO-NOS GREGOS"
EXIBIÇÃO DO FILME DE TIAGO AFONSO "LEFTERIA=LIBERDADE",
acerca da onda de contestação social que varre a Grécia.

Aparece e divulga !

15 março 2009

Portugal é de Todos !


Comemoração dos 35 anos do 25 de Abril

IMPRESA AVANÇA COM INICIATIVA “PORTUGAL É DE TODOS”

Na comemoração dos 35 anos do 25 de Abril, a SIC, o EXPRESSO, a VISÃO e o portal AEIOU, marcas do universo Impresa, uniram-se para lançar um desafio aos portugueses: darem o seu contributo para um Portugal mais positivo, realizador e livre.

Num ano em que os portugueses vão ser chamados a escolher representantes para a Assembleia da República e para o Governo, para a gestão das autarquias e para o Parlamento Europeu; num Mundo que atravessa uma das suas piores crises económicas, e em que tudo o que dávamos como certo parece estar a ser questionado; numa altura em que se celebram os 35 anos da Revolução que nos deu a liberdade e a democracia, e também porque Portugal é de Todos nós e uma só ideia pode fazer a diferença, a SIC, o EXPRESSO, a VISÃO e o AEIOU convidam todos os portugueses a a partir de hoje a irem aos respectivos sites e aí depositarem as suas Propostas para Reforçar a Liberdade, Propostas para Aprofundar a Democracia e Propostas para Construir uma Sociedade Mais Solid ária. SIC, o EXPRESSO, a VISÃO e o AEIOU comprometem-se a divulgar as propostas dos portugueses e a fazer chegar a sua voz ao Presidente da República, ao Parlamento, ao Governo, aos Municípios e aos principais representantes da Sociedade Civil.

O prazo de entrega das ideias termina a 2 de Abril. No dia 24 de Abril, as propostas serão entregues aos seus destinatários.

Clique aqui para participar.

06 março 2009

Formação Direitos Humanos - Observatório Direitos Humanos - IIº módulo


Clique na imagem para aumentar

05 março 2009

Livre Cidadania começa aqui


Não há direito à vida sem condições materiais que a sustentem. Nas sociedades de hoje, para a maior parte das pessoas, a existência é garantida pelo trabalho assalariado.

Com a crise global que estamos a viver e à medida que o desemprego vai aumentando, apenas ouvimos falar em proteger o emprego como único meio de garantir o rendimento necessário. Porque é de rendimentos que falamos quando se reconhece que as desigualdades aumentam, que a pobreza se instala nas sociedades mesmo entre a parte da população com emprego.

Que todos os cidadãos tenham acesso a um rendimento mínimo, que lhes possibilite as condições básicas de existência, deveria ser um direito humano elementar. E assegurado pelos Estados.

É isso que tentamos promover em livrecidadania.blogspot.com.

Em Portugal, um primeiro passo nessa direcção foi já dado pelo governo de Guterres com o Rendimento Mínimo Garantido. Apesar do recuo ideológico promovido pelo governo de Durão Barroso/Paulo Portas, transformando-o em Rendimento Social de Inserção, esta base ainda se mantém. A crise actual, em que verbas astronómicas se enterram no sistema financeiro e em empresas sem que se vislumbre a sua resolução, torna urgente que se avance decididamente para a instituição de um Rendimento Universal de Cidadania.

É esse o objectivo em livrecidadania.blogspot.com.

Olhar para a experiência brasileira e para o projecto-piloto presentemente em curso na Namíbia é uma maneira de concretizarmos as reflexões necessárias.

Pela nossa parte, na próxima 6ª feira, dia 6 de Março, vamos encontrar-nos depois de jantar na CasaViva (Praça Marquês do Pombal, 167, Porto –junto à igreja do terço – metro: Marquês) para conversar sobre o assunto.

27 fevereiro 2009

Derivas de Fevereiro na BMAG no Porto - Hoje e amanhã estou por lá


Desde há muito, senão desde sempre, a Escola resiste às novas expressões artísticas, venerando e valorizando um cânone, enquanto que, paradoxalmente, remete os clássicos para o ostracismo. Da modernidade, a escola filtra apenas o que lhe interessa criando unicamente o homo-automatus capaz, com dificuldade, de escrever um contrato, um requerimento ou um verbete. Os media cumprem o seu papel normalizador e reduzem a Escola a um mapa de fait-divers. A poesia, as expressões plásticas, a música, o teatro tornaram-se corpos estranhos à Escola. Coisas meramente decorativas e ao serviço de actividades de circunstância. Falta-lhe, à escola, fôlego e coerência, irreverência e criatividade. Contra o carácter redutor dos programas, propõe-se, agora mais que nunca, uma acção que vise a criação e uma deriva de liberdade que tenha em conta as capacidades e interesses humanos na Escola. Cidadãos autómatos ou autónomos? A literatura deve ou não fazer-se na escola? As bibliotecas escolares são um depósito de livros, professores e outros computadores? Os media como instância de socialização a par da Escola ou contra a Escola? Há lugar para novos criadores?

Sexta-feira, 27 de Fevereiro
9:45 – Entrega de documentação
10:00 – Abertura
10:30 – José António Gomes - Os Clássicos não são coisa do passado
11:00 – Paula Cruz – O desalinho na poesia que se dá a ler: o lugar dos poetas do séc. XX/XXI na escola
11:30 – Isabel Sousa – Bibliotecas Públicas e a Língua Portuguesa - Para quê?
Debate
12:30 – Intervalo para almoço
14:30 – Luísa Portal – Teatro Nacional de São João: 12 anos de experiência(s) com a(s) escola(s)
15:00 – António Tavares Lopes – Formas e formatações da expressão individual na Web
15:30 – Suzana Ralha – Música, Poesia e Escola
16:00 – Emílio Remelhe – Entre o Modelo e o Novelo. A Escola como palimpsesto
Debate

Sábado, 28 de Fevereiro
10:30 – Rui Pereira – (N)a Escola face aos Media
11:00 – Pedro Eiras – Para que serve a Literatura?
11:30 – Américo Lindeza Diogo – Configuração Arte-Escola-Humanismo. Relações entre Literacia e Arte. Usos da Literatura. Artes e Media
Debate
12:00 – Encerramento
12:30 – Distribuição dos Certificados de Presença

Também podem acompanhar em directo pelo Twitter de Pedro Ferreira.