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13 novembro 2007

12 novembro 2007

O que se joga nos Olímpicos de 2008 ?


É uma pena que esta campanha só esteja disponível na Amnistia Internacional - Espanha, no entanto não deixa de ser possível estar atent@ e assinar a petição.

En Amnistía Internacional estamos seguros de que el gobierno chino no desaprovechará la ocasión para exhibir la pujanza económica de su país, su desarrollo tecnológico, su tremenda capacidad organizativa… y tampoco nos cabe ninguna duda de que hará todo lo posible para ocultar la otra realidad de China.
Allí se producen más ejecuciones que en ningún otro lugar del mundo, y la pena de muerte se aplica sobre 68 delitos —algunos de ellos económicos— con prácticas tan escalofriantes como la extracción inmediata de los órganos de los ejecutados.
También se reprime a los periodistas, se censura Internet, se encarcela y se tortura por delitos de conciencia... Las propias autoridades chinas prometieron mejoras en los derechos humanos si su candidatura olímpica era elegida: ahora deben demostrar al mundo que cumplen esa promesa.
Los Juegos Olímpicos de Pekin 2008 son un escaparate a través del cuál China quiere mostrarse al mundo. Pero, ¿qué es lo que quiere mostrar exactamente?
Mucha gente, dentro y fuera de China, espera que los Juegos Olímpicos impulsen una era de cambios en el gigante asiático, pero nosotros creemos que se necesita mucho más para mover a ese gigante.

Ahí es donde entras tú. Firma ahora nuestra petición.

24 outubro 2007

Save Darfur

Este jogo, Darfur is Dying é um simulador da rotina das pessoas que vivem naquela região do Sudão, onde a busca por água e alimento são constantes, bem como os ataques de guerrilheiros. Primeiro precisa escolher uma pessoa da família para ir buscar água fora do acampamento. Essa tarefa tem que ser realizada pelas mulheres, normalmente as crianças, pois o homem adulto que é apanhado fora dos limites de segurança é logo morto pelas milícias (a mais pura realidade para quem vive ali). Fora do acampamento, você precisa caminhar kms até a fonte de água. Se for visto pelos soldados armados, receberá a mensagem que diz mais ou menos: “Você é uma das centenas de milhares de pessoas que já perderam nesta crise humanitária.” Depois de ter a água, deve retornar ao acampamento e distribuir o precioso líquido para completar novas tarefas: molhar a horta, fabricar tijolos. De vez em quando tens os ataques dos janjawid, eles destroem as casas e matam as pessoas. É apenas um jogo, as vidas podem-se repetir com um simples refresh na janela do browser... a realidade é bem diferente e quanto mais não seja pode ser uma forma bastante simples de fazer perceber uma realidade bem complicada. Aconselhável para as pessoas independentemente da idade.

Em 2003, dois grupos armados da região de Darfur rebelaram-se contra o governo central sudanês, pro-árabe. O Movimento de Justiça e Igualdade e o Exército de Liberação Sudanesa acusaram o governo de oprimir os não-árabes em favor dos árabes do país e de negligenciar a região de Darfur. Em reação, o governo lançou uma campanha de bombardeios aéreos contra localidades darfurenses em apoio a ataques por terra efectuados por uma milícia árabe, os janjawid. Estes últimos são acusados de cometer grandes violações dos direitos humanos, inclusive assassinatos em massa, saques e o estupro sistemático da população não-árabe de Darfur. Os janjawid também praticam o incêndio de vilas inteiras, forçando os sobreviventes a fugir para campos de refugiados localizados em Darfur e no Chade; muitos dos campos darfurenses encontram-se cercados por forças janjawid. Até o verão de 2004, entre 50 000 e 80 000 pessoas haviam sido mortas e pelo menos um milhão haviam fugido, provocando uma grande crise humanitária na região. Em Setembro de 2004, o Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovou a Resolução no. 1564, que estabeleceu uma comissão de inquérito em Darfur para avaliar o conflito. Em Janeiro de 2005, a ONU divulgou um relatório afirmando que embora tenha havido assassinatos em massa e estupros, aquela organização internacional não estava em condições de classificá-los como genocídio, devido a "uma aparente falta de intenção genocida" (tradução livre do inglês). Em maio de 2006, o Exército de Liberação Sudanesa, principal grupo rebelde, concordou com uma proposta de acordo de paz com o governo. O acordo, preparado em Abuja, Nigéria, foi assinado com a facção do Movimento liderada por Minni Minnawi. No entanto, o acordo foi rechaçado tanto pelo Movimento Justiça e Igualdade como por uma facção rival do próprio Exército de Liberação Sudanesa, dirigida por Abdul Wahid Mohamed el Nur. Os principais pontos do acordo eram o desarmamento das milícias janjawid e a incorporação dos efectivos dos grupos rebeldes ao exército sudanês. Apesar do acordo, os combates continuaram.
Para saber mais e se quiser participar activamente nesta causa visite o site Save Darfur


Assine aqui a petição

29 setembro 2007

Take Action !


Enviem esta carta por email, faxe ou correio em inglês ou na vossa língua. Podem também escrever a vossa própria carta. É importante que se faça ouvir a voz do Mundo, mesmo sabendo que os ouvidos podem estar tapados, é sempre um alento para quem luta sentir estas pequenas formas de solidariedade. A iniciativa é d Amnestia Internacional e podem ver a info completa aqui.

Dear Minister

I am deeply concerned by the reports that hundreds of monks and other peaceful protesters, including well-known comedian Zargana and member of parliament Paik Ko have been detained.
I strongly urge the Myanmar authorities to release them immediately and unconditionally, unless they are to be charged with recognizably criminal offences. I call on the authorities to ensure that, while they remain in custody, all the detainees are held only in official places of detention, and are given immediate access to lawyers, their families and any medical treatment they may require. I also call on the authorities to ensure that the detainees are not subjected to torture or any other ill-treatment.
I call on the authorities to ensure that all people in Myanmar are able to peacefully exercise the rights to freedom of expression, association and assembly without fear of harassment, intimidation or arbitrary detention, in line with international human rights standards.

Deve ser enviada para:

Foreign Minister Nyan Win
Ministry of Foreign Affairs
Naypyitaw
Union of Myanmar

Fax: +95 1 222 950 OR +95 1 221 719

E-mail: mofa.aung@mptmail.net.mm

TAKE ACTION NOW !