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06 julho 2009

Honduras Calling


Soldados hondurenhos lançaram gás lacrimógeneo contra manifestantes que esperavam o regresso do Presidente deposto, Manuel Zelaya, junto ao aeroporto de Tegucigalpa: os confrontos provocaram dois mortos e dois feridos entre os manifestantes, segundo a polícia. O avião que transporta Zelaya sobrevoou entretanto o aeroporto, mas os militares bloqueiam a pista, impedindo a aterragem com segurança.
Em declarações à televisão de Caracas a partir do avião venezuelano em que viaja, o chefe de Estado deposto e expulso pelos militares há uma semana admitiu que não deverá conseguir aterrar e disse que voltaria a tentar "amanhã, depois de amanhã".
Já a bordo do aparelho em que embarcou em Washington, Zelaya invocara a condição de “comandante geral” das Forças Armadas para ordenar aos militares a abertura do aeroporto para a aterragem. Mas o novo poder mostrou-se intransigente. “Ordenei que não seja autorizado a entrar, aconteça o que acontecer”, declarara Enrique Ortez, ministro dos Negócios Estrangeiros do governo interino de Roberto Micheletti.

25 junho 2009

MP3 experience.... brutal !

07 abril 2009

Obama in BD version


Barack Obama é o novo filão dos editores de banda-desenhada dos Estados Unidos. A IDW anunciou que vai produzir uma série mensal para acompanhar o mandato do presidente norte-americano. O primeiro número sai em Junho.
Aproveitando o estado de graça de que Barack Obama ainda goza e o sucesso da sua aparição no "Amazing Spider-Man #583", que se tornou o 'comic' mais vendido dos últimos 15 anos, com cinco reimpressões, os editores norte-americanos de quadradinhos continuam a apostar nesse filão.
A IDW, que antes das eleições presidenciais lançara dois 'comics' biográficos de Obama e do seu adversário John McCain, acaba de anunciar uma série mensal para acompanhar o mandato do presidente eleito. "Brack Obama #1" chegará às lojas dos Estados Unidos em Junho e contará o que aconteceu desde a eleição de Obama como candidato democrata até à sua posse, a 20 de Janeiro último.
O segundo número do 'comic' narrará os primeiros cem dias à frente da nação mais poderosa do Mundo. O argumentista continuará a ser Jeff Mariotte, estando o desenho entregue a Tom Morgan. J. Scott Campbell é responsável pelas capas.
Ao mesmo tempo, a Devil's Due anunciou, também para Junho, duas edições especiais aos quadradinhos protagonizadas pelo presidente. Em "Drafted - one hundred days", uma das séries de maior sucesso da editora, Obama defenderá a Terra de uma invasão extraterrestre, numa aventura de ficção científica futurista.
No entanto, maior impacto promete ter "Barack the barbarian - quest for the treasure of stimuli", inspirado em "Conan, o bárbaro" de que Obama se confessou fã, uma sátira pós-apocalíptica que também contará com participações involuntárias da feiticeira Hillary e do semi-deus trapaceiro Bill, bem como da bela nativa do reino do Elefante, Sarah Palin, já retratada em trajes sumários.
Com tantas participações nos quadradinhos (a que se podem juntar aparições em "Savage dragon" e "Youngblood" (da Image), ou mesmo num manga erótico, no Japão), há quem escreva que enquanto tenta relançar a economia mundial, Obama é já o principal impulsionador da indústria de 'comics' norte-americana.

23 fevereiro 2009

Got Milk


A noite passada salva por este filme....

20 fevereiro 2009

Simpsons for real...


As pessoas por trás das vozes que nos são tão familiares.

12 fevereiro 2009

Guerra em Gaza Sacode o Médio Oriente


GUERRA EM GAZA SACODE O MÉDIO ORIENTE
Que papel para os EUA, a UE e a ONU?


Com a participação de

José Goulão (jornalista)
Pedro Pezarat Correia (professor de geopolítica e geoestratégia)

O debate terá lugar na zona do bar do Instituto Franco-Português, no dia 12 de Fevereiro, quinta-feira, às 21h30.

A entrada é livre. Participe!

Com base no dossiê «Guerra em Gaza sacode o Médio Oriente», publicado no número de Fevereiro do Le Monde diplomatique - edição portuguesa, que inclui os seguintes artigos:

• «Consequências imprevistas da guerra contra os palestinianos» (Alain Gresh) - ver excerto abaixo
• «Quanto maior é a mentira…» (Dominique Vidal)
• «Da simetria assimétrica aos silêncios atroadores» (José Goulão) - ver excerto abaixo
• «Em Gaza, Golias fala hebraico» (Tom Segev)
• «Já só nos resta a perseverança» (Leila Farsakh)
• «Quando Israel e o Irão se aliavam discretamente» (Alastair Crooke)
• «Um lugar em pranto» (John Berger)
• Inédito no sítio Internet do jornal: «Desprezo pelo direito: uma impunidade que perdura (1947-2009). Resoluções da ONU não respeitadas por Israel».

24 janeiro 2009

Hope !


Click here to sign the Open Letter to Obama and download the posters now.

Participem nesta campanha da Jewish Voice for Peace para pressionar a administração do Obama a tomar medidas sérias e concretas no conflito Israel / Palestina. A voz da promessa tem de passar a ser a voz da concretização.

20 janeiro 2009

Bye Bye Mr. Bush


18 janeiro 2009

Bye Bye Bush Party no Porto


Segunda, 19, pelas 18 horas, em frente à Câmara do Porto, na Av. dos Aliados
Parece um sonho, mas acabou o pesadelo! Vem festejar a reforma do W. Bush.
Reencaminha esta mensagem para os teus contactos e vem juntar-te a um evento á escala mundial.
Aparece e traz um amigo também...

16 janeiro 2009

11 janeiro 2009

Mais uma voz pela Paz !

22 dezembro 2008

Um sapatinho para Mr. Bush


Neste dia 23 de Dezembro, às 18 horas, leva um sapato e deixa-o na embaixada norte-americana exigindo a libertação imediata de al-Zaidi e o fim da guerra contra o Iraque.

Muntadhar al-Zaidi, o jornalista iraquiano que no dia 14 de Dezembro atirou os sapatos ao ainda presidente dos EUA George W. Bush, continua preso e, segundo um advogado iraquiano citado pelo canal de TV France 24, poderia ser condenado a pelo menos dois anos de prisão pelo seu acto. Segundo relato do seu irmão Durgham à BBC, Muntadhar al-Zaidi teria sido torturado e em consequência disso teria uma mão e várias costelas partidas, um derrame interno e um olho ferido.
A Al-Baghdadia TV, para a qual trabalha al-Zaidi, lançou, segundo a BBC, um comunicado em que diz: «A televisão Al-Baghdadia exige às autoridades do Iraque que libertem imediatamente o seu colaborador Muntadhar al-Zaidi, de acordo com a democracia e liberdade de expressão que as autoridades norte-americanas prometeram ao povo iraquiano (…). Quaisquer medidas contra Muntadhar serão consideradas como actos de um regime ditatorial.»
Nós, cidadãos portugueses, vimos nestas vésperas de Natal depositar os nossos sapatos junto à embaixada dos EUA em Lisboa, apelando a que os Estados Unidos da América dêem imediatamente ordens aos seus capatazes iraquianos, o «governo» de Nouri al-Maliki, para que libertem al-Zaidi, símbolo da coragem dos iraquianos que se rebelam contra a ocupação criminosa do seu país pelas forças para lá enviadas pelo mesmo George W. Bush.
Se um homem que atirou (e falhou) dois sapatos ao senhor Bush devesse ser condenado, a quantos anos de prisão deveria ser condenado o senhor Bush, que ordenou a invasão e ocupação do país de al-Zaidi, causando milhares de mortos?
Fazemos votos para que o Novo Ano inspire o povo norte-americano a romper com o passado tenebroso que representou a Administração Bush e que as tropas norte-americanas saiam do Iraque para casa, não para serem transferidas para o Afeganistão.

Neste dia 23 de Dezembro, às 18 horas, leva um sapato e deixa-o na embaixada norte-americana (Avenida das Forças Armadas, 1600 Lisboa) com a tua mensagem de Natal para os EUA exigindo a libertação imediata de al-Zaidi e o fim da guerra contra o Iraque.

Colectivo revista Rubra (revistarubra@gmail.com)
Monthly Review - edição portuguesa (www.zionedicoes.org)
Revista Shift - (www.zionedicoes.org)
Comité Palestina (palestinavence@gmail.com)
Política Operária (dinopress@sapo.pt)
Colectivo Mumia Abu-Jamal (http://cma-j.blogspot.com/ )
Plataforma Guetto
Plataforma Nos k nasi omi k ta mori omi
Projecto Casa Viva
Colectivo Socialismo Revolucionário

José Mário Branco
João Bernardo
João Delgado
Isabel Faria
Francisco d'Oliveira Raposo

14 dezembro 2008

A última dança de Bush no Iraque foi.... um sapateado !


Um jornalista iraquiano atirou os sapatos e chamou “cão” a George W. Bush durante uma conferência de imprensa, em Bagdad. O homem falhou o alvo por cinco metros, mas um dos sapatos acabou por bater na parede atrás do presidente norte-americano e do primeiro-ministro iraquiano, Nuri al-Maliki.
Antes de atirar os sapatos, o jornalista terá dito "É o beijo do adeus, espécie de cão".

23 novembro 2008

Coitadinho !!! Já não te amigos.....


Ainda me lembro quando eram todos amigos e tomavam cafés enquanto planeavam guerras...

18 novembro 2008

E SE OBAMA FOSSE AFRICANO?


por Mia Couto

Os africanos rejubilaram com a vitória de Obama. Eu fui um deles. Depois de uma noite em claro, na irrealidade da penumbra da madrugada, as lágrimas corriam-me quando ele pronunciou o discurso de vencedor. Nesse momento, eu era também um vencedor. A mesma felicidade me atravessara quando Nelson Mandela foi libertado e o novo estadista sul-africano consolidava um caminho de dignificação de África.
Na noite de 5 de Novembro, o novo presidente norte-americano não era apenas um homem que falava. Era a sufocada voz da esperança que se reerguia, liberta, dentro de nós. Meu coração tinha votado, mesmo sem permissão: habituado a pedir pouco, eu festejava uma vitória sem dimensões. Ao sair à rua, a minha cidade se havia deslocado para Chicago, negros e brancos respirando comungando de uma mesma surpresa feliz. Porque a vitória de Obama não foi a de uma raça sobre outra: sem a participação massiva dos americanos de todas as raças (incluindo a da maioria branca) os Estados Unidos da América não nos entregariam motivo para festejarmos.
Nos dias seguintes, fui colhendo as reacções eufóricas dos mais diversos recantos do nosso continente. Pessoas anónimas, cidadãos comuns querem testemunhar a sua felicidade. Ao mesmo tempo fui tomando nota, com algumas reservas, das mensagens solidárias de dirigentes africanos. Quase todos chamavam Obama de "nosso irmão". E pensei: estarão todos esses dirigentes sendo sinceros? Será Barack Obama familiar de tanta gente politicamente tão diversa? Tenho dúvidas. Na pressa de ver preconceitos somente nos outros, não somos capazes de ver os nossos próprios racismos e xenofobias. Na pressa de condenar o Ocidente, esquecemo-nos de aceitar as lições que nos chegam desse outro lado do mundo.
Foi então que me chegou às mãos um texto de um escritor camaronês, Patrice Nganang, intitulado: " E se Obama fosse camaronês?". As questões que o meu colega dos Camarões levantava sugeriram-me perguntas diversas, formuladas agora em redor da seguinte hipótese: e se Obama fosse africano e concorresse à presidência num país africano? São estas perguntas que gostaria de explorar neste texto.

E se Obama fosse africano e candidato a uma presidência africana?

1. Se Obama fosse africano, um seu concorrente (um qualquer George Bush das Áfricas) inventaria mudanças na Constituição para prolongar o seu mandato para além do previsto. E o nosso Obama teria que esperar mais uns anos para voltar a candidatar-se. A espera poderia ser longa, se tomarmos em conta a permanência de um mesmo presidente no poder em África. Uns 41 anos no Gabão, 39 na Líbia, 28 no Zimbabwe, 28 na Guiné Equatorial, 28 em Angola, 27 no Egipto, 26 nos Camarões. E por aí fora, perfazendo uma quinzena de presidentes que governam há mais de 20 anos consecutivos no continente. Mugabe terá 90 anos quando terminar o mandato para o qual se impôs acima do veredicto popular.

2. Se Obama fosse africano, o mais provável era que, sendo um candidato do partido da oposição, não teria espaço para fazer campanha. Far-Ihe-iam como, por exemplo, no Zimbabwe ou nos Camarões: seria agredido fisicamente, seria preso consecutivamente, ser-Ihe-ia retirado o passaporte. Os Bushs de África não toleram opositores, não toleram a democracia.

3. Se Obama fosse africano, não seria sequer elegível em grande parte dos países porque as elites no poder inventaram leis restritivas que fecham as portas da presidência a filhos de estrangeiros e a descendentes de imigrantes. O nacionalista zambiano Kenneth Kaunda está sendo questionado, no seu próprio país, como filho de malawianos. Convenientemente "descobriram" que o homem que conduziu a Zâmbia à independência e governou por mais de 25 anos era, afinal, filho de malawianos e durante todo esse tempo tinha governado 'ilegalmente". Preso por alegadas intenções golpistas, o nosso Kenneth Kaunda (que dá nome a uma das mais nobres avenidas de Maputo) será interdito de fazer política e assim, o regime vigente, se verá livre de um opositor.

4. Sejamos claros: Obama é negro nos Estados Unidos. Em África ele é mulato. Se Obama fosse africano, veria a sua raça atirada contra o seu próprio rosto. Não que a cor da pele fosse importante para os povos que esperam ver nos seus líderes competência e trabalho sério. Mas as elites predadoras fariam campanha contra alguém que designariam por um "não autêntico africano". O mesmo irmão negro que hoje é saudado como novo Presidente americano seria vilipendiado em casa como sendo representante dos "outros", dos de outra raça, de outra bandeira (ou de nenhuma bandeira?).

5. Se fosse africano, o nosso "irmão" teria que dar muita explicação aos moralistas de serviço quando pensasse em incluir no discurso de agradecimento o apoio que recebeu dos homossexuais. Pecado mortal para os advogados da chamada "pureza africana". Para estes moralistas – tantas vezes no poder, tantas vezes com poder - a homossexualidade é um inaceitável vício mortal que é exterior a África e aos africanos.

6. Se ganhasse as eleições, Obama teria provavelmente que sentar-se à mesa de negociações e partilhar o poder com o derrotado, num processo negocial degradante que mostra que, em certos países africanos, o perdedor pode negociar aquilo que parece sagrado - a vontade do povo expressa nos votos. Nesta altura, estaria Barack Obama sentado numa mesa com um qualquer Bush em infinitas rondas negociais com mediadores africanos que nos ensinam que nos devemos contentar com as migalhas dos processos eleitorais que não correm a favor dos ditadores.

Inconclusivas conclusões

Fique claro: existem excepções neste quadro generalista. Sabemos todos de que excepções estamos falando e nós mesmos moçambicanos, fomos capazes de construir uma dessas condições à parte.
Fique igualmente claro: todos estes entraves a um Obama africano não seriam impostos pelo povo, mas pelos donos do poder, por elites que fazem da governação fonte de enriquecimento sem escrúpulos.
A verdade é que Obama não é africano. A verdade é que os africanos - as pessoas simples e os trabalhadores anónimos - festejaram com toda a alma a vitória americana de Obama. Mas não creio que os ditadores e corruptos de África tenham o direito de se fazerem convidados para esta festa.
Porque a alegria que milhões de africanos experimentaram no dia 5 de Novembro nascia de eles investirem em Obama exactamente o oposto daquilo que conheciam da sua experiência com os seus próprios dirigentes. Por muito que nos custe admitir, apenas uma minoria de estados africanos conhecem ou conheceram dirigentes preocupados com o bem público.
No mesmo dia em que Obama confirmava a condição de vencedor, os noticiários internacionais abarrotavam de notícias terríveis sobre África. No mesmo dia da vitória da maioria norte-americana, África continuava sendo derrotada por guerras, má gestão, ambição desmesurada de políticos gananciosos. Depois de terem morto a democracia, esses políticos estão matando a própria política. Resta a guerra, em alguns casos. Outros, a desistência e o cinismo.
Só há um modo verdadeiro de celebrar Obama nos países africanos: é lutar para que mais bandeiras de esperança possam nascer aqui, no nosso continente. É lutar para que Obamas africanos possam também vencer. E nós, africanos de todas as etnias e raças, vencermos com esses Obamas e celebrarmos em nossa casa aquilo que agora festejamos em casa alheia.

10 novembro 2008

Homus Americanus

23 outubro 2008

E no entanto continuam a deixa-la falar !!!


Sarah Palin de novo nos «holofotes da asneira»; numa entrevista recente, a Sra. Palin ao responder a uma pergunta de uma criança da escola primária sobre o papel vice-presidente, entusiasmou-se e respondeu que principal papel de um vice-presidente é o de chefiar o senado.

06 outubro 2008

Simpsons - Yes We Can

03 outubro 2008

Os Pobres que Paguem a Crise !!!

22 setembro 2008

Não perca os 3 !


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Vale a pena ver isto !