20 janeiro 2009
Bye Bye Mr. Bush
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18 janeiro 2009
Bye Bye Bush Party no Porto
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22 dezembro 2008
Um sapatinho para Mr. Bush

Neste dia 23 de Dezembro, às 18 horas, leva um sapato e deixa-o na embaixada norte-americana exigindo a libertação imediata de al-Zaidi e o fim da guerra contra o Iraque.
Muntadhar al-Zaidi, o jornalista iraquiano que no dia 14 de Dezembro atirou os sapatos ao ainda presidente dos EUA George W. Bush, continua preso e, segundo um advogado iraquiano citado pelo canal de TV France 24, poderia ser condenado a pelo menos dois anos de prisão pelo seu acto. Segundo relato do seu irmão Durgham à BBC, Muntadhar al-Zaidi teria sido torturado e em consequência disso teria uma mão e várias costelas partidas, um derrame interno e um olho ferido.
A Al-Baghdadia TV, para a qual trabalha al-Zaidi, lançou, segundo a BBC, um comunicado em que diz: «A televisão Al-Baghdadia exige às autoridades do Iraque que libertem imediatamente o seu colaborador Muntadhar al-Zaidi, de acordo com a democracia e liberdade de expressão que as autoridades norte-americanas prometeram ao povo iraquiano (…). Quaisquer medidas contra Muntadhar serão consideradas como actos de um regime ditatorial.»
Nós, cidadãos portugueses, vimos nestas vésperas de Natal depositar os nossos sapatos junto à embaixada dos EUA em Lisboa, apelando a que os Estados Unidos da América dêem imediatamente ordens aos seus capatazes iraquianos, o «governo» de Nouri al-Maliki, para que libertem al-Zaidi, símbolo da coragem dos iraquianos que se rebelam contra a ocupação criminosa do seu país pelas forças para lá enviadas pelo mesmo George W. Bush.
Se um homem que atirou (e falhou) dois sapatos ao senhor Bush devesse ser condenado, a quantos anos de prisão deveria ser condenado o senhor Bush, que ordenou a invasão e ocupação do país de al-Zaidi, causando milhares de mortos?
Fazemos votos para que o Novo Ano inspire o povo norte-americano a romper com o passado tenebroso que representou a Administração Bush e que as tropas norte-americanas saiam do Iraque para casa, não para serem transferidas para o Afeganistão.
Neste dia 23 de Dezembro, às 18 horas, leva um sapato e deixa-o na embaixada norte-americana (Avenida das Forças Armadas, 1600 Lisboa) com a tua mensagem de Natal para os EUA exigindo a libertação imediata de al-Zaidi e o fim da guerra contra o Iraque.
Colectivo revista Rubra (revistarubra@gmail.com)
Monthly Review - edição portuguesa (www.zionedicoes.org)
Revista Shift - (www.zionedicoes.org)
Comité Palestina (palestinavence@gmail.com)
Política Operária (dinopress@sapo.pt)
Colectivo Mumia Abu-Jamal (http://cma-j.blogspot.com/ )
Plataforma Guetto
Plataforma Nos k nasi omi k ta mori omi
Projecto Casa Viva
Colectivo Socialismo Revolucionário
José Mário Branco
João Bernardo
João Delgado
Isabel Faria
Francisco d'Oliveira Raposo
14 dezembro 2008
A última dança de Bush no Iraque foi.... um sapateado !
Antes de atirar os sapatos, o jornalista terá dito "É o beijo do adeus, espécie de cão".
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23 novembro 2008
Coitadinho !!! Já não te amigos.....
Ainda me lembro quando eram todos amigos e tomavam cafés enquanto planeavam guerras...
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23 outubro 2008
E no entanto continuam a deixa-la falar !!!
03 outubro 2008
Os Pobres que Paguem a Crise !!!
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09 setembro 2008
We want YOU to vote !!!
Slacker Uprising é o nome do novo documentário de Michael Moore que recebeu um Óscar em 2002 com Bowling for Columbine e desmascarou as enormes falhas e o desinvestimento dos EUA no sistema nacional de saúde no documentário Sicko. Agora faz uma visita a 62 cidades durante as eleições presidenciais dos Estados Unidos em 2004 quando George W. Bush foi reeleito, quando Moore tentou convencer os eleitores que não pretendiam votar a dar uma oportunidade às urnas.
A estreia está marcada para o dia 23 de Setembro, exclusiva para os Estados Unidos. Sobre a distribuição gratuita na web, Michael Moore diz que se trata de “um presente para os seus seguidores”, esperando assim que “em troca haja uma grande participação dos jovens eleitores nas eleições presidenciais de Novembro”.
Com um orçamento de cerca de 2 milhões de dólares foi financiado pelo próprio Moore, o documentário «Slacker Uprising» vai estar disponível para download gratuito nos EUA e Canadá no site BlipTV, estando previsto o lançamento de um DVD de baixo custo com o documentário a 7 de Outubro.
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07 julho 2008
19 abril 2008
A culpa de EVA... parece que ainda dura !
Se o assunto não fosse a sério dava uma piada de 5 estrelas !!!
Eva (hebraico:"Vivente"; árabe:Hawwaa
Segundo a Bíblia e o Alcorão, Adão e Eva foram o primeiro casal criado por Deus. Adão (do hebraico אדם relacionado tanto a adamá, "solo vermelho", quando a adom, "vermelho", e dam "sangue") é considerado dentro da tradição judaico-cristã e islâmica como o primeiro ser humano, uma nova espécie criada directamente por Deus. Teria sido criado a partir da terra à imagem e semelhança de Deus para domínio sobre a criação terrestre.
Tal como Adão, Eva também foi criada directamente por Deus. Diz a narrativa que Deus teria tomado uma costela (ou um "lado" de acordo com a tradução de Rashi) de Adão enquanto este encontrava-se em sono profundo. O nome Eva deriva do hebraico hav.váh, que significa "vivente", e teria sido dado pelo próprio Adão. No grego, é vertido por zoé, que significa "vida", e não bios. Nisto estará implícito a ideia da maternidade. O papel atribuído à mulher era de uma ajudadora e complemento do homem, e a expressão "têm de tornar-se uma só carne", denota o tipo de vínculo que deveria existir entre marido e mulher. (Génesis 2:18, 20-24)
Eva, e mais tarde Adão, teriam comido o fruto proibido por Deus, da árvore da ciência (do "conhecimento do bem e do mal"), e após o ocorrido, de acordo com a tradição cristã toda a humanidade ficou privada da perfeição e da perspectiva de vida infindável. Surgiria para os cristãos aqui a noção de pecado herdado - tendência inata de pecar - e a necessidade de um resgate da humanidade condenada à morte.
Após comerem do fruto proibido, Adão e Eva tiveram ciência de que andavam nus e, por isso, confeccionaram vestimentas com folhas de figueira para si. Percebendo-se disto, Deus os expulsou do jardim do Éden.
Adão e Eva foram pais de Caim, Abel, Sete, e mais outros filhos e filhas. Segundo Gênesis 5:5, Adão teria vivido 930 anos, alcançando até Lameque, pai de Noé, a oitava geração de sua descendência.
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20 março 2008
NO MORE !!! 5 anos depois
Kadhim Al-Saher, um dos mais conhecidos cantores árabes compôs esta música para o documentário “My Country, My Country”.
Os números da invasão:
150 mil a 600 mil mortos iraquianos (600 mil segundo o director do Centro de Resposta a Refugiados e Desastres da Escola de Saúde Pública Johns Hopkins e responsável pelo inquérito publicado na Lancet, Johns Hopkins.
3987 soldados americanos mortos no Iraque
4295 soldados mortos no Iraque (1724 mortos com bombas de berma de estrada)
196 mil contractors no Iraque e no Afeganistão
5,1 milhões (em 27 milhões) de iraquianos deslocados. Apenas 20% recebe alguma ajuda de agências da ONU ou de ONG.
2,7 milhões de deslocados no Iraque
1,2 milhão de refugiados na Síria
500 a 600 mil de refugiados na Jordânia
43% dos iraquianos vivem com menos de um dólar por dia
12 horas de electricidade por dia na capital de um dos maiores produtores de petróleo do Mundo
Um litro de gasolina custa 350 dinares (há dois anos custava 20 dinares)
25% a 40% de taxa de desemprego
Custos directos e indirectos de 3 milhões de milhões de dólares para os EUA (segundo Joseph Stiglitz, Nobel da Economia em 2001)
Armas de destruição em massa descobertas: 0
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12 fevereiro 2008
Presidenciais americanas em debate com o Le Monde
O debate contará com a presença de Rui Tavares, José Manuel Pureza, Nuno Ramos de Almeida e Pedro Caldeira Rodrigues, e terá lugar na zona do bar do Instituto Franco-Português no dia 13 de Fevereiro, quarta-feira, a partir das 21h30.
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22 janeiro 2008
E este ainda nem levou um tiro !

O galardoado realizador Oliver Stone já disse qual será o seu novo projecto: quer fazer um filme sobre a vida, privada e política, do presidente George W. Bush. E já tem actor principal, o actor Josh Broli, o detective Trupo do recente American Gangster, de Ridley Scott.
Só o facto de Oliver Stone anunciar a intenção de realizar um filme sobre o actual presidente dos EUA suscita já de si interessa. Basta “googlar” os dois nomes juntos, o de Stone e o de Bush para verificar quão crítico o realizador tem sido da actuação do presidente, a começar pela invasão do Iraque.
Mas Stone afirma que a intenção não é rodar um filme anti-Bush. Mas do que isso, a sua intenção é usar a vida do presidente para tentar explicar como é que ele um dia chegou ao poder, um pouco á semelhança de uma narrativa parecida com “A Rainha”, de Stephen Frears, protagonizado por Helen Mirren.
04 dezembro 2007
24 novembro 2007
Porque preferimos Chávez

Miguel Sousa Tavares (MST) não gosta do Presidente da Venezuela Hugo Chávez, no entanto hoje no Expresso teve a franqueza intelectual e a coragem politica de lhe admitir as qualidades que se lhe devem admitir e que normalmente passam por esquecimento oportuno, considera também sobre os defeitos que também não se devem escapar incólumes de análise. A comparação que MST usa é boa. Usa a desculpa de companhia para jantar e diz preferir Chávez a Bush - toda a comparação é muito bem fundamentada e facilmente comprovada.
Eu também não jantaria com Bush. Mas o que importa reter de tudo isto e após uma leitura atenta ao artigo é que apesar de tudo o que possa ser dito e inventado, tudo o que se possa pensar e ver sobre Chávez a atitude da comunicação social continua e continuará a ser a de nomear Chávez como um ditador esquecendo os que o são na verdade como o Presidente da Rússia ou da China e sempre que se fala de Bush trata-lo como uma espécie de arauto da democracia e da liberdade que cometeu... vá lá... uns errozitos! Quem pense ou diga o contrário será de imediato acusado de anti-americanismo primário.
Seria caso para dizer ao MST que tal como os almoços, na politica os jantares também não costumam ser grátis.
24 outubro 2007
Save Darfur

Em 2003, dois grupos armados da região de Darfur rebelaram-se contra o governo central sudanês, pro-árabe. O Movimento de Justiça e Igualdade e o Exército de Liberação Sudanesa acusaram o governo de oprimir os não-árabes em favor dos árabes do país e de negligenciar a região de Darfur. Em reação, o governo lançou uma campanha de bombardeios aéreos contra localidades darfurenses em apoio a ataques por terra efectuados por uma milícia árabe, os janjawid. Estes últimos são acusados de cometer grandes violações dos direitos humanos, inclusive assassinatos em massa, saques e o estupro sistemático da população não-árabe de Darfur. Os janjawid também praticam o incêndio de vilas inteiras, forçando os sobreviventes a fugir para campos de refugiados localizados em Darfur e no Chade; muitos dos campos darfurenses encontram-se cercados por forças janjawid. Até o verão de 2004, entre 50 000 e 80 000 pessoas haviam sido mortas e pelo menos um milhão haviam fugido, provocando uma grande crise humanitária na região. Em Setembro de 2004, o Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovou a Resolução no. 1564, que estabeleceu uma comissão de inquérito em Darfur para avaliar o conflito. Em Janeiro de 2005, a ONU divulgou um relatório afirmando que embora tenha havido assassinatos em massa e estupros, aquela organização internacional não estava em condições de classificá-los como genocídio, devido a "uma aparente falta de intenção genocida" (tradução livre do inglês). Em maio de 2006, o Exército de Liberação Sudanesa, principal grupo rebelde, concordou com uma proposta de acordo de paz com o governo. O acordo, preparado em Abuja, Nigéria, foi assinado com a facção do Movimento liderada por Minni Minnawi. No entanto, o acordo foi rechaçado tanto pelo Movimento Justiça e Igualdade como por uma facção rival do próprio Exército de Liberação Sudanesa, dirigida por Abdul Wahid Mohamed el Nur. Os principais pontos do acordo eram o desarmamento das milícias janjawid e a incorporação dos efectivos dos grupos rebeldes ao exército sudanês. Apesar do acordo, os combates continuaram.
Para saber mais e se quiser participar activamente nesta causa visite o site Save Darfur

Assine aqui a petição
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11 setembro 2007
9/11 a Homenagem e o Grito da Guerra Infinita

Passados seis anos sobre os ataques ao World Trade Center e depois da poeira ter desaparecido, já não se fala sobre isso... justificou ataques a países e povos e a única consequência para além da guerra, mortes de inocentes e milhares de armas fabricadas, foi o enforcamento de um Saddam que aparentemente nada tinha com isto nem com as armas de destruição maciça tão anunciadas. As guerras continuam e com elas os vídeos daquele senhor de barbas de cor mutante.
Para quem ainda não se resignou, para quem ainda não sabia, para quem ouviu dizer mas gostava de ver como é, fica um vídeo, documentário com dados específicos e alguma extrapolação sobre o 9/11. (é um bocado grande 79 min., mas vele a pena)...
Para a História ficam sempre os vencedores, porque são eles que ficam para a fazer. Nesta história os vencedores nunca o chegarão a ser e é importante que a outra metade - a das manifs pela Paz e pelo fim da Guerra - seja capaz de escrever a sua parte.
(esta guerra passa na televisão, em directo e prime time com ataques e bombardeamentos preparados como um cenário de teatro, onde os povos não passaram de figurantes vitimas de efeitos colaterais...!!!!)
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12 março 2007
Fantasmas de Abu Ghraib

Há quem diga que a vergonha da guerra dos norte-americanos no Iraque está toda aqui neste documentário da HBO que foi nomeado para o grande prémio do Júri do Festival de Sundance. As torturas e os abusos aos prisioneiros e a obediência cega dos militares à cadeia de comando, a partir de experiências efectuadas na década de 60 pelo exército dos EUA, são o ponto de partida para este filme a merecer reflexão de todos. Vê aqui a entrevista com a realizadora, Rory Kennedy.
Via Blocomotiva
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01 março 2007
Viva a liberdade ! - a história de um povo "livre"
Soldados americanos assaltaram a sede do Sindicato dos jornalistas iraquianos no centro de Baghdad. Segundo a International Press Service (IPS), 10 guardas foram presos, e 10 computadores e 15 pequenos geradores destinados a famílias de jornalistas mortos foram apreendidos. «Eles mataram colegas nossos, encerraram jornais, prenderam centenas de jornalistas, e agora acertam-nos no coração com rusgas na nossa sede. Esta é a liberdade de expressão que recebemos», reagiu Youssif al-Tamini, membro do Sindicato de Jornalistas Iraquianos. Esta não a primeira vez que as tropas americanas atacam jornalistas no Iraque, só que agora atingiram o maior símbolo da imprensa iraquiana. Muitos iraquianos acreditam que os EUA fizeram tudo o que puderam para manter calados os jornalistas em relação aos erros da ocupação americana. Em declarações à IPS, Youssif al-Tamini, do Sindicato de jornalistas Iraquianos, declarou: «Os americanos enviaram-nos muitas mensagens, mas nós recusámo-las» E acrescenta: «Eles mataram colegas nossos, encerraram jornais, prenderam centenas de jornalistas, e agora acertam-nos no coração com rusgas na nossa sede. Esta é a liberdade de expressão que recebemos»
Para o jornalista Ahmad Hassan «os americanos não aprenderam ainda que os jornalistas iraquianos levantarão a sua voz contra estes actos e vão manter a sua promessa de mostrar toda a verdade ao povo iraquiano»
Alguns jornalistas sustentam que o governo iraquiano deu o seu aval aos militares americanos para agirem sobre instituições e pessoas que não sigam as ordens do Primeiro Ministro Iraquiano Nouri al- Maliki`s
O incidente ocorreu apenas dois dias depois de o Sindicato de Jornalistas ter sido reconhecido formalmente pelo governo iraquiano. O seu novo estatuto permitiu ao Sindicato aceder às contas bancárias anteriormente bloqueadas, tendo então comprado novos computadores e equipamento de satélite.
Adam White, da Federação Internacional de jornalistas, avisa: «Qualquer jornalista que não apoie a política dos EUA está em risco», acrescentando que «nos últimos três anos foram mortos mais de 120 jornalistas iraquianos»
Num relatório elaborado pela organização «Repórteres sem fronteiras», em material de liberdade de imprensa, o Iraque passou da 130ª posição no tempo de Saddam, para a posição nº 154 nos dias de hoje.
Mansoor Salim, um jornalista iraquiano reformado, remata: «Que estúpidos fomos ao acreditar nas afirmações sobre liberdade da administração Americana. Admito que fui enganado».










