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12 novembro 2007

O que se joga nos Olímpicos de 2008 ?


É uma pena que esta campanha só esteja disponível na Amnistia Internacional - Espanha, no entanto não deixa de ser possível estar atent@ e assinar a petição.

En Amnistía Internacional estamos seguros de que el gobierno chino no desaprovechará la ocasión para exhibir la pujanza económica de su país, su desarrollo tecnológico, su tremenda capacidad organizativa… y tampoco nos cabe ninguna duda de que hará todo lo posible para ocultar la otra realidad de China.
Allí se producen más ejecuciones que en ningún otro lugar del mundo, y la pena de muerte se aplica sobre 68 delitos —algunos de ellos económicos— con prácticas tan escalofriantes como la extracción inmediata de los órganos de los ejecutados.
También se reprime a los periodistas, se censura Internet, se encarcela y se tortura por delitos de conciencia... Las propias autoridades chinas prometieron mejoras en los derechos humanos si su candidatura olímpica era elegida: ahora deben demostrar al mundo que cumplen esa promesa.
Los Juegos Olímpicos de Pekin 2008 son un escaparate a través del cuál China quiere mostrarse al mundo. Pero, ¿qué es lo que quiere mostrar exactamente?
Mucha gente, dentro y fuera de China, espera que los Juegos Olímpicos impulsen una era de cambios en el gigante asiático, pero nosotros creemos que se necesita mucho más para mover a ese gigante.

Ahí es donde entras tú. Firma ahora nuestra petición.

22 outubro 2007

Mudar de Vida


(clique na imagem para ver maior)

17 outubro 2007

Tod@s Junt@s na Luta Toda !


18 DE OUTUBRO
14H30
PARQUE DAS NAÇÕES - LISBOA

SÓ A LUTA VENCE O ABUSO !


Os trabalhadores exigem novas políticas. As políticas actuais, delineadas no plano europeu e nacional, conduzem a uma menor coesão social, ao crescimento das desigualdades e à acentuação da flexibilidade e da desregulamentação do mercado de trabalho.
Nunca, depois do 25 de Abril, esteve o mercado de trabalho tão desregulado como na vigência do actual Governo. Os contratos precários alcançam níveis dos mais elevados, abrangendo mais de 860 mil trabalhadores (22% dos trabalhadores assalariados). Estes trabalhadores estão sob uma grande pressão e com receio de perder os empregos sujeitam-se a condições de trabalho inaceitáveis. Em diversos sectores, com destaque para várias actividades de serviços, a desregulação dos horários conduz à prática de horários prolongadíssimos, através de horas extra que não são pagas e de trabalho gratuito no fim-de-semana. Esta violação das normas de trabalho é de facto consentida já que a fiscalização do cumprimento das disposições legais e contratuais não é devidamente assegurada.
As reivindicações da CGTP-IN para 2008 inserem-se no contexto mais global da preparação do XI Congresso da CGTP-IN. São as reivindicações mais prioritárias com vista à valorização do trabalho, a uma mais equitativa repartição do rendimento e à redução das desigualdades no país.

16 agosto 2007

O meu galo é maior que o teu !


A não perder este
Quiz sobre o "Quão Português és TU ?"

Bora lá avaliar a nossa portugalidade... hehehe :P

14 abril 2007

Ambiente em discussão pública


PARTICIPAÇÃO PÚBLICA E AMBIENTE - O PODER DO CIDADÃO

19 Abr 2007 - das 17:00 às 19:30
FUNDAÇÃO SERRALVES

Quando o conceito de Participação Pública é mencionado no âmbito das questões ambientais, refere-se geralmente ao período de auscultação da população no decorrer de um processo de decisão ambiental.
Contudo, este conceito é muito mais abrangente e complexo que o procedimento descrito (muitas vezes condicionado por questões de limitação no acesso à informação).
Cada vez mais o cidadão é chamado a intervir, não apenas porque começa a exigir o direito a ser ouvido, mas também porque responsáveis de diversos quadrantes começam a aperceber-se da importância de ouvir os cidadãos, envolvendo-os nas decisões, responsabilizando-os.
Neste contexto têm sido desenvolvidas algumas ferramentas, que estimulam à participação das populações na vida pública e política, facilitando este processo mas sem o simplificar.

Participantes:
Sónia Coelho - GEOTA
Pedro Monteiro - Conselho Municipal de Ambiente da Póvoa do Varzim
A Designar - Câmara Municipal do Porto

Moderador:
Lia Vasconcelos - FCT - UNL

ENTRADA GRATUITA mediante inscrição prévia para:
Tel: 22 61 56 587 ou
Correio electrónico: c.almeida@serralves.pt

11 fevereiro 2007

Votar, um sinal de participação....


Correm hoje por aí uns certos comentários, despropositados sobre a forma como os referendos devem ser usados. A nossa Constituição é bem clara nesse assunto aquando da sua segunda revisão regulamentou esta ferramenta. Há quem fale de banalização! Mas como é que podemos falar de banalização de uma ferramenta que só pode ajudar a melhorar a qualidade da democracia? Os votos e a relação dos políticos com a população não pode passar só pela sua eleição de 4 em 4 anos ou de 5 em 5 anos. Chamar as populações para a participação e implica-las nas decisões de Estado tem de passar por consultas de opinião que estejam providas de capacidade de influência legislativa. Os modelos de participação democrática estão gastos e em nada se encontram com as actuais capacidades de discussão das populações. Os partidos atravessam crises de poder e de influência e é necessários que as pessoas se encontrem em novas formas de organização e participação - a resposta, talvez esta dos referendos seja um bom acrescento. Na Suíça chegam a realizar-se 3 consultas por anos e não é por isso que a "máquina" de Estado deixa de funcionar ou que o país se transforma numa anarquia!

Para hoje a melhor resposta que se pode dar a todos estes comentários que menosprezam a capacidade de decisão dos portugueses e das portuguesas, é VOTAR. VOTAR com a consciência de poder mudar Portugal.