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23 fevereiro 2010

Fantasporto 2010


Já está nas ruas do Porto e já arrancou ontem no Rivoli.
Para não perderem pitada e para saberem o que por lá passa deixo-vos o link para o blogue da parceria Rascunho e JUP (Jornal Universitário do Porto), onde também escreverei umas coisas e deixarei umas fotografias.... mas só se se portarem mal ;)

19 fevereiro 2010

Águas de Março nas Galerias JUP, Miguel Bombarda - Porto


O Núcleo de Jornalismo Académico/ Jornal Universitário do Porto convida-te a estar presente na inauguração da próxima exposição nas Galerias JUP.
Com recente renovação da equipa responsável por este espaço o convite renova-se para mais uma artista convidada a expor e trabalhar sobre o espaço das galerias do edifício do JUP na Rua Miguel Bombarda, 187.

Já no próximo Sábado, dia 20 de Fevereiro a partir das 17 horas. "Águas de Março" é uma exposição de ilustrações e marionetas que acabam por ocupar o espaço das paredes e se apropriam do próprio edifício, numa intervenção inédita da artista Vitalia Samuilova que recentemente expôs alguns dos seus trabalhos na cidade do Porto.

Para conhecerem melhor a sua obra podem visitar: WWW.MYSPACE.COM/VITALIASAM

A exposição estará disponível para visitas até ao dia 18 de Março.

Apareçam e tragam um/a amigo/a também!

21 janeiro 2010

Galeria | Oficina | Info-Activismo - uma tarde em cheio nas Inaugurações de Miguel Bombarda

No próximo dia 23 de Janeiro pelas 14h o Núcleo de Jornalismo Académico do Porto abre as portas para uma tarde em cheio nas inaugurações simultâneas das galerias de Miguel Bombarda.


Aderimos ao Ano Europeu da luta contra a Pobreza e a Exclusão Social que se celebra em 2010 com um convite à reflexão sobre o papel do jornalismo e da informação na criação de impacto e de mudanças positivas. O lançamento global, em parceria com a ONG internacional Tactical Technology Collective, do documentário 10 Tactics pretende apresentar uma série de activistas de direitos humanos que adoptaram estratégias de comunicação que lhes permitem transformar informação em acção. Convidamos para uma discussão informal o Centro de Média Independente - Indy Media Portugal - e o Hacklaviva e alargamos o convite a todos os que queiram participar.

O documentário será precedido pela Oficina de Design para uma Redacção Livre onde o colectivo Hacklaviva desafia uma sala de redacção a funcionar apenas com software livre.
Com equipa renovada, a Galeria apresentará duas instalações de jovens artistas e designers do Porto.

Ficamos a aguardar a tua visita!
Segue o programa completo abaixo.


14.00 Inauguração das Galerias Jup

Sala 1 - O que te move | Uma instalação que também é uma proposta para ti. Um espaço de Liberdade num cheio de cartão, uma folha em branco, pronta a ser ocupada. | Por Ana Castro e Susana Lage

Sala2 - Três Projectos, um Espaço. | "Tanto o som como a imagem dão uma resposta a outra mão. Uma que fala e outra que responde"

"(...) filmagens feitas por várias pessoas contendo múltiplas personagens e situações ou locais por onde tivesse passado e onde estaria"

"(...) em cada garrafa guardo a minha voz, associando cada uma delas as notas de escala"

Por Rebecca Moradalizeh


14.30 - 17.30 Oficina de Design para uma Redacção Livre

Uma redacção a funcionar apenas com software livre? É o objectivo de uma colaboração entre o JUP e o Hacklaviva. Nesta oficina, vamos falar sobre o que é o software livre e as suas implicações na prática criativa, associativa e editorial. Depois veremos como hoje é possível tratar fotografia, criar gráficos e tipografia, paginar, editar áudio e montar vídeo com ferramentas livres. Traz o teu portátil e vem passar uma tarde connosco a descobrir novas formas de fazer o teu trabalho.

http://www.hacklaviva.net


18.00 Documentário & Debate

"10 tactics", 10 tácticas para transformar informação em acção é um filme onde são contadas histórias de 25 activistas de direitos humanos à volta do mundo que adoptaram com sucesso estratégias de comunicação e tecnologias digitais para criar impacto e mudanças positivas.

http://www.informationactivism.org | Com a presença dos colectivos Hacklaviva e Centro de Média Independente - Indy Media Portugal


23 de Janeiro de 2010 a partir das 14h

Núcleo de Jornalismo Académico do Porto | JUP.PT

espacosjup.blogspot.com | jup@jup.pt | 22 202 52 68

Estamos no Facebook | Twitter: @njapju | @juponline | Linked In

28 abril 2009

PORTO ECOLOGIA NA CIDADE - 1 E 2 MAIO 2009


Facilitando sinergias entre pessoas e instituições, a AGIL fomenta actividades para o desenvolvimento criativo, social e humano do indivíduo e do colectivo, promovendo a aprendizagem, a prática e a divulgação de soluções para um modo de vida harmonioso, em tolerância e liberdade. No âmbito da promoção de valores ecológicos e da sustentabilidade urbana, muito nos agrada convidar-vos para a participação no evento “Porto Ecologia na Cidade”, a decorrer na cidade do Porto durante os próximos dias 1 e 2 de Maio.
Sem custos para o visitante, vamos oferecer à comunidade urbana portuense dois dias de actividades diversificadas. Estas surgirão organizadas em formato de itinerário, com o ciclo de workshops “Como é fazer..” e com várias iniciativas a promover a aprendizagem, a prática e a divulgação de valores ecológicos, diferentes soluções para eco-facilitar a vida aos citadinos e eco-educar adultos, jovens e crianças, fomentando a sustentabilidade do quotidiano urbano.
Vamos realizar o “Porto Ecologia na Cidade” em espaços acolhedores como: Palácio de Cristal, Quintal, Centro Comercial Bombarda, Artes em Partes, Zoorb, Breyner 85, JUP, Café Progresso e Armazém do Chá, onde temos como objectivo apresentar aos visitantes mostras de projectos e do trabalho de associações ecológicas em actividade no Porto.

AGIL - Associação Geradora de Indivíduos Livres

06 março 2009

Este sábado, BOMBARDAS ?


Clique para aumentar

De destacar na galeria Arthobler que inaugura uma mostra individual de pintura do artista sírio Sabhan Adam. É uma exposição inédita em Portugal.
Em comunicado, a galeria refere que a obra de Sabhan Adam é "considerada pela crítica no meio artístico árabe como groundbreaking, pela atitude irreverente, mas principalmente pela quebra com os cânones tradicionais da representação que ainda subsistem na Arte em muitos países muçulmanos".

28 fevereiro 2009

Palermo Shooting – um ensaio sobre a imagem


Palermo Shooting não é só um filme. Da forma como foi pensado pelo realizador como o fim para o qual foi pensado transformam-no quase automaticamente num filme de culto. Um filme com uma fotografia exemplar pensado quase fotograma por fotograma, sensível ao movimento e com um ritmo lento mas propositado para nos arrastar para a forma como sentimos a passagem do tempo. Os ingredientes estão todos lá e passando pela homenagem até ao ponto do ensaio, as referências para a filosofia inerente ao acto da captação de imagem agiganta-se sobre o público causando um rol de sensações que nos acompanham por muito tempo depois de sair da sala. Bergman e Antonioni são assumidos mas há no filme muito mais. Há Dziga Vertov no Homem por trás da Camera de Filmar, há Barthes na procura do entendimento entre o fotógrafo e o objecto. Há um pouco de nós todos e não foi por acaso que na apresentação do filme Wenders disse que era o primeiro filme interactivo a passar pelo Fantasporto.
A história do filme é simples. Um fotógrafo famoso de renome mundial quer nas artes como na moda, Finn leva uma vida agitada, dorme pouco, o telemóvel nunca pára de tocar e a música dos seus auscultadores são a companhia mais constante e que lhe dão o poder de se isolar completamente do mundo. Na verdade a música é o primeiro tijolo na construção de um mundo só seu que tenta recriar nas fotografias que faz. A verdade fotográfica e a manipulação, o drama do fotógrafo perante a impossibilidade de capturar o momento e a preocupação atenta com o que rodeia caracterizam esta personagem tipo com a qual é fácil, para qualquer fotógrafo, se identificar.
Subitamente, a sua vida fica fora de controlo, uma viagem que o transporta para fora de si mesmo leva Finn a partir e deixar tudo para trás. A sua viagem leva-o de Dusseldorf até Palermo. Aí, vê-se perseguido por um misterioso atirador que o segue com um propósito de vingança.
Sobre o resto, conta-lo seria um spoiler. O melhor conselho é que o vejam atentamente e o interpretem da forma que o realizador nos aconselha: sintam-se atingidos pelo shoot deste filme e interajam com ele.

Também podem ler o artigo e outros mais no especial Fantasporto da Rascunho.net


Palermo Shooting de Wim Wenders



Fotos: Pedro Ferreira

Wim Wenders no Fantasporto. Sobre o filme: completamente sem palavras. Poesia, fotografia, essência e tantas coisas que as palavras não me chegam neste momento...

26 fevereiro 2009

Hansel & Gretel, um conto fantástico


Um jovem nervoso fala ao telemóvel e tem um acidente de carro. O principio poderia ser uma qualquer banal história de drama. Quando acorda do acidente é conduzido por uma angelical jovem até uma casa onde tudo é demasiado e assustadoramente infantil. Por toda a casa brinquedos, as refeições são sempre doces e quando algo parece correr mal rapidamente é resolvido de forma misteriosa por uma das crianças. Eun-Soo passa todo o filme a tentar fugir daquela casa mágica mas a floresta trá-lo sempre de volta. Nunca se resignando ao que parece ser o seu destino vai confrontando os miúdos com os acontecimentos que se desenrolam quer no tempo do filme quer pela introdução de histórias em subtexto. A morte de todos dos adultos que passam pela casa, os labirintos que se reproduzem da floresta até ao sótão da casa deixam antecipar a trágica história daqueles três irmãos. No fim Eun-Soon percebe que ele próprio é personagem daquela história que salta de um livro infantil para a realidade. Ele próprio herói faz um exercício catártico da sua vida e percebe onde é o seu verdadeiro lugar encontrando assim a sua fuga daquela casa.
Na base deste filme o imaginário dos contos infantis não só de Grimm mas de toda uma estética associada a este tipo de contos. Lim Pil-Seong é o realizador deste filme que conseguiu atrair a critica e ser nomeado como o stand-out coreano deste ano. A sugestão de violência é sempre psicológica contrariando o que são alguns exemplos a que estamos habituados a ver do cinema coreano. São 116 minutos bastante intensos e emocionais com um excelente trabalho de fotografia e uma banda sonora que nos embala transportando-nos para dentro do filme.

Também pode ler e acompanhar no especial Fantasporto da rascunho.net

22 fevereiro 2009

Vanaja – uma história de castas


Pensado como trabalho de conclusão de curso na Universidade de Columbia do realizador Rajnesh Domalpalli Vanaja é a história de uma menina com o mesmo nome a entrar na adolescência. A descobrir o mundo e a descobrir o seu corpo vive numa situação financeira difícil. Carregando a responsabilidade de sustentar o seu pai viuvo, pescador e alcoólico cedo abandona a escola e vai trabalhar para uma senhoria. Encantada com as danças Kuchipudi e com a esperteza de uma menina adulta consegue convencer a sua senhoria a ensina-la musica e a dançar. Quando tudo parecia correr bem é com a entrada do filho da senhoria que tudo complica. Violada e grávida fica à mercê da sua própria sorte contrariando o que lhe tinha sido dito numa leitura de mão. Astuta tenta ir recuperando a parte da sua vida que a faz mais feliz – a dança mas as contrariedades não param e aprisionada pela sua situação social vê a sua tragédia pessoal culminar na morte do pai.
Este filme é um excelente retrato de uma Índia rural e do seu sistema de castas. O argumento faz lembrar dos caracteres de Dickens. A pobre menina acolhida pela família rica é também um grampo de ficção vitoriana. Mas Vanaja vive sempre no momento, crescendo a partir de uma história simples para o complexo, proporciona-nos uma heroína. Vanaja não sendo o típico filme indiano termina de uma maneira muito indiana, confiando na sorte e na fortuna, acreditando que há uma maré nos assuntos dos homens.

Também pode ser lido no especial Fantasporto da Rascunho.net

Walled In – o Grande Arquitecto @ Fantasporto


Walled In, baseado no romance “Os Emparedados” do francês Serge Brussolo, é levado a cena com o realizador Gilles Paquet-Brenner. Um thriller psicológico que conta com a participação de Misha Barton conhecida em Portugal pela sua participação na série de televisão “O.C.”, que desempenha o papel de um recém formada engenheira enviada para a sua primeira demolição sob alçada de uma empresa da sua família. Mas o edifício que lhe calha como primeiro trabalho não é um qualquer. Um prédio enigmático com uma arquitectura fascinante envolto numa história de assassinatos em série em que as vitimas foram emparedadas dentro do próprio edifício. O arquitecto supostamente também encontrado entre as vitimas tratar-se-ia de um génio, visto que nenhum dos seus edifícios teria alguma vez caído resistindo inclusive a terramotos.
O enredo em torno dos segredos de um prédio joga com a sugestão de um mundo aparte. Construído sobre um pântano numa zona remota onde o hotel mais próximo fica a 75 km somos levados à comparação com o mundo egípcio, quer pela ideia do arquitecto, sempre presente na história que é quase figurado como uma espécie de Deus que controla a vida das pessoas que lá vivem mesmo sem uma existência física, quer pelos corredores, quartos e pela entrada do próprio prédio que nos leva através da fotografia e da iluminação para um espaço semelhante ao de uma pirâmide.
Num Fantasporto que inaugurou com um ciclo dedicado à arquitectura de futuro este filme teria tido lá também o seu espaço, não só pelos conceitos de energia e de aproveitamento de energia nas construções mas como pelo papel do rito e do ritual a que o papel do arquitecto está tantas vezes associado.

Também pode ser lido no Especial Fantasporto da Rascunho.net

18 fevereiro 2009

Plympton, a revolução na animação


Bill Plympton é já um visitante assíduo do Fantasporto, este ano com especial destaque para a edição inédita em Portugal em DVD de algumas das suas obras. A sua última longa metragem “Idiots and Angels” encontra-se em competição na categoria Cinema Fantástico. Este filme de 2008 é tido como o mais negro e satirico de todos os seus filmes e conta com uma banda sonora de luxo: Tom Waits, Moby e Pink Martini são alguns dos nomes que o musicam.
Nunca são demais as vezes que visionamos alguns dos seus trabalhos e destacam-se os seus trabalhos do fim dos anos 80, como as animações: “One of Those Days”, “How to Kiss”, “25 Ways to Quit Smoking” e o famoso “Plymptoons”, altura em que se começa a destacar e a preparar animações financiadas por si próprio. Com a utilização nos seus argumentos de uma linguagem mais adulta, mostrando nudez, violência e revelando o lado “negro” do humor das pessoas, Plympton ajudou a construir uma linguagem que conhecemos hoje nas animações. Desmistificado o preconceito de que animação só serve para entreter crianças abre-se aqui o caminho para o que são hoje as grandes produções de séries como os Simpsons ou o American Dad mas também para animação em longas metragens onde o humor utilizado e as técnicas de escrita permitem dois níveis de público. Crianças e adultos partilham nos dias de hoje ícones da animação e conseguem extrair do mesmo argumento e filme dois sentidos, o lúdico e de diversão e o humor político ou com grandes marcas de sátira social.

Pedro Ferreira
Publicado no especial Fantasporto da Rascunho.net

09 janeiro 2009

Inauguração Galeria JUP


Este Sábado, pelas 16 horas, vão-se inaugurar as galerias JUP. Trata- se principalmente de apresentar o espaço e introduzir a nova equipa cujas obras irão futuramente figurar nas paredes das galerias.

20 março 2008

African Style na Bombarda


Esta quinta no JUP, na Rua Miguel Bombarda no Porto, há caxupa da Filó, feirinha artesanal, e dj Clandestino!
Vai ser divertido apareçam...

20 abril 2007

Olhando os anos da Guerra Colonial


"Olhando os anos da Guerra Colonial" é o mote para a sessão comemorativa dos 33 anos do 25 de Abrl no JUP.

A sessão terá lugar na próxima 3ª feira, dia 24 de Abril, às 21:30

O programa é o seguinte:

- Apresentação do documentário "Por Deus e pela Pátria - Olhando os homens e as crianças" de César Mexia de Almeida, filmado pelo próprio enquanto esteve em Moçambique durantye a Guerra

- Debate com César Mexia de Almeida e António Viana, moderado por Luísa Marinho

César Mexia de Almeida é professor na faculdade de Medicina Dentária da Universidade de Lisboa e António Viana é Jornalista e escritor, autor do livro "A Primeira Coluna de Napainor"

19 março 2007

Revista "aguasfurtadas". Agora também em Lisboa.


Aproveite para conhecer a nova "aguasfurtadas" 10.

Poemas de Angélica Freitas (com introdução de Ricardo Domeneck), Rogério Rôla (com introdução de Margarida Vale de Gato), Vítor Oliveira Jorge, Pedro Amaral, Gez Walsh (com tradução de Hélder Moura Pereira), Stéphane Mallarmé (com tradução de Manuel Resende) e William Shakespeare (com tradução de Manuel Resende).
Contos de António Gregório e Luís Graça.
Ensaios de Manuel António Pina, Tiago Bartolomeu Costa e Samuel Silva.
Ensaios sobre música de João Pedro d'Alvarenga e Nuno Peixoto de Pinho.
E ainda um texto de Óssip Mandelstam, com tradução de Nina Guerra e Filipe Guerra.
Ilustrações de Arff, Ana Justo, João Marçal, Francisco Cruz, Pedro Augusto, Scotch, Ana Xé Ribeiro e Agostinho Santos (com texto introdutório de André Sousa Martins).
Fotografias de Ângelo Fernandes, Filipe Silva, Luís Duarte, Hélio Mateus, Sofia Serrão e Fátima Séneca.
BD de Jorge Soares.
Partituras de Ângela Ponte e Nuno Estrela.

A primeira apresentação deste número 10 terá lugar no próximo sábado, dia 24 de Março, às 16h00, nos Espaços JUP (Rua Miguel Bombarda, 187), no Porto.