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16 fevereiro 2009

Rock the body, shake the baby !


"Swagger Like Us" with M.I.A.

15 dezembro 2008

Música de Buraka Som Sistema considerada terceira melhor do ano


O tema "Sound of kuduro", dos portugueses Buraka Som Sistema e retirado do álbum "Black Diamond", foi considerado um dos melhores do ano pelo jornal britânico “The Observer”.
De acordo com a edição de domingo do jornal, "Sound of kuduro", que faz parte do álbum "Black Diamond", foi eleita a terceira melhor música de 2008, ficando atrás de "Machine gun", dos Portishead, e "L.E.S. Artistes", de Santogold.
Para a redacção do Observer, "Sound of kuduro" ficou à frente de MIA (cantora que participa nesse tema), Kanye West e Leone Lewis.
Os Buraka Som Sistema não têm passado despercebidos no Reino Unido, onde actuam com regularidade, apresentando a mestiçagem de sons, com kuduro, electrónica, funk, tecno, dancehall.
"Black Diamond", editado em Novembro no mercado internacional, foi ainda considerado o quarto melhor álbum de 2008 pela revista de música Uncut.
Os Buraka Som Sistema, premiados em Novembro pela MTV Portugal como a melhor banda de 2008, são formados por Lil´John, DJ Riot, Kalaf e Conductor, surgiram há dois anos e editaram o EP "From Buraca to the world" e o álbum "Black Diamond". Para o início de 2009 têm agendada uma digressão pela Austrália.

27 fevereiro 2008

Pelo título podia ser Portugal... No Country for Old Men



...onde os reformados são obrigados a viver sem condições de assistência e com pensões miseráveis...

mas não...!!! É o filme que recebeu os oscares para melhor realizador e melhor filme. Irmãos Coen, os realizadores de “Sangue por Sangue” e “Fargo”, apresentam um thriller de cortar a respiração e cheio de ironia, baseado num romance de Cormac McCarthy, vencedor de um prémio Pulitzer. O elenco é de luxo e inclui Tommy Lee Jones (“O Fugitivo” e “Homens de Negro”), Josh Brolin (“Planeta Terror”), Javier Bardem (“Saltos Altos” e “Mar Adentro”) e Woody Harrelson (“Assassinos Natos”), entre outros.
“No Country for Old Men” com o nome em português “Este país não é para Velhos” já ganhou mais de três dezenas de prémios em festivais internacionais de cinema e leva-nos aos Estados Unidos da América do início dos anos 80. Um não muito esperto caçador, Llewelyn Moss (Josh Brolin), encontra no deserto do Texas uma carrinha cheia de droga e rodeada por cadáveres. Além da heroína, Moss encontra, também, dois milhões de dólares no banco de trás da pick-up. Quando o caçador rouba o dinheiro, desencadeia uma catastrófica rede de violência que nem o xerife Bell, um velho e desiludido homem (Tommy Lee Jones), consegue conter. Moss vai ter de fugir dos traficantes de droga que querem o dinheiro de volta, mas sobretudo de um misterioso e inteligente assassino Anton Chigurh (o magnífico e aqui irreconhecível Javier Bardem), um homem sem sentido de humor e piedade.
Foi o filme que abriu o Fantasporto deste ano, na passada segunda-feira.

16 fevereiro 2008

Associação Portuguesa de Críticos de Teatro atribuiu uma Menção Especial aos Livros Cotovia


"Exercendo a sua actuação editorial em matérias, intenções, parcerias e formatos muito diversos, os Livros Cotovia têm contribuído de forma superlativa para a criação de um repertório de teatro em Portugal, quer editando originais portugueses, quer promovendo ou apoiando traduções de importantes textos da dramaturgia mundial.
Configura esta sua prática uma visão de estimulante abertura não apenas a uma escrita em que poucas editoras gostam de arriscar, mas também à realidade viva da criação teatral ao fazer convergir muitas vezes a publicação dos volumes com a subida à cena das peças, sejam elas de portugueses ou de autores estrangeiros traduzidos.
Reconhecendo embora a evidência de que o espectáculo não se resume ao texto escrito, a Associação Portuguesa de Críticos de Teatro não pode deixar de destacar a relevância da produção escrita para o palco, ao mesmo tempo que reconhece que as palavras escritas para a cena não se esgotam numa leitura do "literário", antes obrigam a uma atenção multidisciplinar em função da materialização possível dessa textualidade. Daí precisamente a importância de sublinhar a convergência produtiva – para espectadores e leitores – da simultaneidade do aparecimento do texto nestas duas "plataformas" de realização material.
A importância desta deliberada intervenção dos Livros Cotovia no panorama do teatro que se escreve e faz em Portugal justifica plenamente a Menção Especial que o júri da APCT decidiu agora atribuir-lhe."

Associação Portuguesa de Críticos de Teatro

18 janeiro 2008

Quantos mais anos terá que viver Manoel de Oliveira ....


... e quantos mais filmes terá que realizar ? - ele é bem capaz de levar ao extremo a máxima do: "Não morro sem ganhar um Óscar !"

Portugal continua este ano excluído das nomeações para candidato à fase final de Óscar para Melhor Filme Estrangeiro. O filme candidato, “Belle Toujours”, de Manoel de Oliveira, não está na lista de nove finalistas ontem divulgada, do qual sairá no próximo mês o premiado.

15 janeiro 2008

Hoje recebemos um prémio...


Que nos foi gentilmente atribuído pelo Manuel Damas do Sexualidades, Afectos e Máscaras e que passará a estar em exibição ali ao lado ------> mesmo por baixo do logotipo do Arroz do Céu.

Este prémio foi também atribuído aos blogues:
Escolhas Múltiplas
Butrir
Dark-luos
David e Outras Piruetas

21 dezembro 2007

LIvros & Filmes à mistura para concurso


BiblioFilmes – Livros, Bibliotecas, Acção! é o nome do concurso de vídeo que um grupo de professores ‘amadores’ de livros e bibliotecas resolveu lançar no âmbito do Plano Nacional de Leitura. Os vídeos devem ser colocados no YouTube até 2 de Abril de 2008.
Os participantes devem fazer um filme (em vídeo ou telemóvel) a contar a sua história e a provar o quanto gostam da sua biblioteca e/ou livros. A duração dos filmes deve estar compreendia entre os 30 segundos e os 3,14 minutos.
O concurso está aberto também a todos os países da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) bem como às Comunidades Portuguesas espalhadas pelo mundo. Não há idade limite e os concorrentes podem participar com mais do que um vídeo desde que sejam originais.
Os candidatos devem colocar os vídeos no YouTube e enviar o link para o email do concurso. Posteriormente, os vídeos serão colocados no página oficial do BiblioFilmes e submetidos à votação popular e à do júri.
Os vencedores serão anunciados a 23 de Abril, Dia Mundial do Livro. Os prémios ainda não estão definidos.

Site Oficial

27 outubro 2007

valter hugo mãe venceu Prémio Literário José Saramago 2007


Foto: Nelson d' Aires

O poeta e editor valter hugo mãe venceu hoje a edição de 2007 do Prémio Literário José Saramago com a obra “o remorso de baltazar serapião”.
No anúncio a presidente do júri, Guilhermina Gomes, revelou a unanimidade da decisão de um júri "especial e dificilmente alcançável": Maria de Santa Cruz, Nazaré Gomes dos Santos, Manuel Frias Martins, Nélida Piñon, Pilar del Rio, Vasco Graça Moura e Ana Paula Tavares.
Ao receber o prémio, valter hugo mãe afirmou: “Estou muito aflito. É profundamente chocante receber este prémio desta forma. Estou habituado a pensar na escrita como um exercício de solidão e hoje sinto-me muito acompanhado”.
A obra premiada conta a história de uma família na Idade Média, onde o protagonista, baltazar, que vive entre a pobreza e a violência, descobre que a vaca, animal de estimação, tem tanta importância como a sua mãe. Porém, no meio da escuridão, baltazar vê a luz: Chama-se ermesinda e é a mais bela e ajuizada da aldeia. Os protagonistas casam-se e, pouco tempo depois, o senhor exige a ermesinda que o visite todos os dias pela manhã, antes da sua mulher acordar. O que se passa nos encontros ninguém sabe, mas é o suficiente para baltazar enlouquecer.

valter hugo mãe é poeta e editor. Nasceu em 1971 na cidade angolana Henrique de Carvalho. Vive em Vila do Conde. Publicou nove livros de poesia, entre os quais "egon schielle auto-retrato de dupla encarnação" (Prémio de Poesia Almeida Garrett), "três minutos antes de a maré encher", "cobrição das filhas" e "útero e o resto da minha alegria". É autor das seguintes antologias: "o encantador de palavras", poesia de Manoel de Barros, "série poeta", homenagem a Julio-Saúl Dias, "quem quer casar com a poetisa", poesia de Adília Lopes, "o futuro em anos-luz, 100 anos, 100 poetas, 100 poemas", para o Porto 2001 e "desfocados pelo vento, a poesia dos Anos 80, agora".
Alguns dos seus poemas estão traduzidos e editados em espanhol, francês, inglês, checo e árabe. Foi responsável, juntamente com Jorge Reis-Sá, pelas Quasi edições, editora de autores como Mário Soares, Caetano Veloso, Adriana Calcanhoto, António Ramos Rosa, Artur do Cruzeiro Seixas, Ferreira Gullar e muitos outros. Também, co-dirige a revista Apeadeiro. Criou a editora Objecto Cardíaco.

11 outubro 2007

Doris Lessing ganha o Prêmio Nobel de Literatura 2007


A escritora britânica Doris Lessing ganhou nesta quinta-feira o Nobel de Literatura 2007, um prémio que recompensa uma obra vasta, variada e marcada pelos cenários da África e a causa feminista. O júri descreveu Doris Lessing em um comunicado como "a narradora épica da experiência feminina, que, com cepticismo, ardor e uma força visionária sujeitou uma civilização dividida ao escrutínio".
Doris Lessing completará 88 anos no dia 22 de Outubro. Desde o início deste prémio em 1901, ela é a 11ª mulher a receber o Nobel de Literatura.
A escolha foi uma surpresa já que o nome de Lessing, com frequência citado como favorito no passado, já não aparecia actualmente nos círculos suecos.Nascida no território da Pérsia, actualmente Irão, em 1919, quando seu pai era capitão do Exército britânico, Doris May Taylor viveu parte da juventude na então Rodésia (atual Zimbábue), o que marcou sua obra. Ex-membro do Partido Comunista britânico, do qual se afastou em 1956 após a repressão da rebelião húngara, é comparada frequentemente com a francesa Simone de Beauvoir por suas ideias feministas.
"The golden notebook" ("O caderno dourado"), de 1962, sua obra-prima, conta a história de uma escritora de sucesso em forma de diário íntimo. Para o Comité Nobel, este livro "é uma obra pioneira do movimento feminista e pertence ao grupo de obras que mudaram a forma de ver as relações homem-mulher no século XX". A sua juventude, passada entre vários continentes, a inspirou a produzir sua primeira saga, escrita de 1952 a 1969: os cinco volumes de "Filhos da Violência". Entre outras de suas principais obras figuram "The Grass is Singing", "The good terrorist", sobre um grupo de revolucionários de extrema-esquerda, "Andando na Sombra", "Regresso para casa" (1957), onde denuncia o apartheid na África do Sul, "O quinto filho", "Debaixo da Minha Pele da Companhia das Letras" e "Andando na Sombra". A escritora sempre soube explorar todos os estilos, sem hesitar em uma incursão no mundo da ficção científica com os cinco volumes da série "Canopus em Argos: Arquivos", escrita entre 1979 e 1983, e entre os quais se destaca "Shikasta". Nesta saga, Lessing imagina o mundo depois de um conflito atómico e fala dos antagonismos entre os princípios feminino e masculino, assim como de colonialismo e de catástrofes ecológicas. Em 1984 Doris Lessing fez uma brincadeira com os meios literários ao lançar "Diário de uma boa vizinha" sob um pseudónimo (Jane Somers). Sua própria editora, que não conhecia a verdadeira identidade da autora, se recusou a publicar o livro.
Casada duas vezes e divorciada, a escritora afirma que "o matrimonio é um estado que não a convém". Doris Lessing vive actualmente na periferia de Londres e, nos últimos anos, se dedicou principalmente às obras de ficção científica.

FONTE: AFP

01 setembro 2007

Parabéns Vanessa


Vanessa Fernandes conquistou esta tarde o título mundial de triatlo, ao vencer a prova feminina nos Campeonatos do Mundo da modalidade, a decorrer em Hamburgo, na Alemanha.
A portuguesa – líder do “ranking” mundial – conquistou um título inédito na sua carreira, depois de ter sido segunda na edição de 2006, atrás da australiana Emma Snowsill, segunda na prova de hoje.

Já só faltam os Olímpicos... ;)

03 agosto 2007

WiFi - a morte anunciada do cabo


Campanha da Panasonic utiliza figuras de animais em extinção moldadas com cabos para sinalizar a transição para tecnologias sem fio: Wires are Under Extinction.
Obra da Fischer America (São Paulo), que valeu o Leão de Bronze na categoria outdoor dos prémios de Cannes Lions Live 2007.
Pode ver mais obras no site da Cannes Lions Live 2007.