20 março 2007
QUATRO ANOS DEPOIS
MAYDAY :::::: O Precariado Rebela-se :::::::: 2007
* No primeiro de Maio, que é o feriado mundial dos trabalhadores, realizam-se por toda a Europa as paradas MayDay. Essas iniciativas são manifestações de visibilidade do trabalho sem voz: os precários de todo o tipo.
* A primeira parada MayDay de Lisboa é uma festa rebelde que junta operadores de call center, imigrantes, bolseiros, intermitentes do espectáculo e do audiovisual,estagiários, desempregados e contratados a prazo, estudantes- (já/ainda/quase) -trabalhadores, etc…
* A precariedade invade todas as áreas da vida e é mais completa entre os mais novos. Sair de casa dos pais, aguentar uma renda ou um empréstimo, são coisas simples que se transformam em grandes riscos. O trabalho precário nem sempre é pago. É quase sempre mal pago. O patrão que emprega raramente é o que contrata: as empresas de trabalho temporário
multiplicam-se, crescem e exibem lucros milionários. Nelas, o salário é mais curto, o contrato pode acabar sem aviso e nem sempre deixando subsídio de desemprego.
* No MayDay, desfilaremos contra a exploração, contra o emagrecimento dos apoios sociais e à habitação, pelo direito a trabalhar sem chantagem e a um mínimo de independência e conforto. Ninguém quer passar o resto da vida a pensar como pagar a próxima conta e a fazer malabarismos com três trabalhos precários.
Precárias e precários, todos ao MAYDAY!
MayDay!! :: MayDay2007!! :: 1º Maio :: parada mayday até ao estádio 1º maio (inatel) :: participação na manif cgtp, do inatel à cidade universitária :: MayDay!! MayDay!!
sessão MAYDAY! :: filmes curtos e precários

Quinta :: 22 Março :: 21:30h :: Ateneu de Lisboa
R. Portas de Sto.Antão, nº110 (rua do Coliseu)
sessão MAYDAY! :: filmes curtos e precários
Serão apresentados os seguintes vídeos:
- ‘Amigo ou inimigo’ (Coreia, extracto, 24 minutos) Temporários das telecomunicações coreanas resistem ao despedimento.
- ‘São Precário vai às compras’ (Milão, 5 minutos) Procissão em supermercado com o santo das precariedade.
- ‘Dê-me uma ocupação das instalações com um McGreve’ (Paris, 4 minutos) Trabalhadores de um McDonalds entreamem greve e ocupam a loja por 6 meses).
- ‘Precárias à deriva’ (Madrid, extracto, 20 minutos) Visita às vidas precárias de mulheres. Entrevista mútua.
- ‘A triste verdade’ (EUA, extracto, 12 minutos) Michael Moore conta a história das empregadas mexicanas do Holliday Inn, que arriscaram a deportação por tentar criar um sindicato.
- ‘Contrato-lixo’ (Barcelona, 3 minutos) Finalmente um contrato na Starbucks, mas algo cheira mal…
- ‘MayDay Barcelona’ (Barcelona, 9 minutos) Videoclip da parada na Catalunha.
A projecção começa pontualmente (parece um filme!) às 21:30h.
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19 março 2007
Revista "aguasfurtadas". Agora também em Lisboa.
Contos de António Gregório e Luís Graça.
Ensaios de Manuel António Pina, Tiago Bartolomeu Costa e Samuel Silva.
Ensaios sobre música de João Pedro d'Alvarenga e Nuno Peixoto de Pinho.
E ainda um texto de Óssip Mandelstam, com tradução de Nina Guerra e Filipe Guerra.
Ilustrações de Arff, Ana Justo, João Marçal, Francisco Cruz, Pedro Augusto, Scotch, Ana Xé Ribeiro e Agostinho Santos (com texto introdutório de André Sousa Martins).
Fotografias de Ângelo Fernandes, Filipe Silva, Luís Duarte, Hélio Mateus, Sofia Serrão e Fátima Séneca.
BD de Jorge Soares.
Partituras de Ângela Ponte e Nuno Estrela.
A primeira apresentação deste número 10 terá lugar no próximo sábado, dia 24 de Março, às 16h00, nos Espaços JUP (Rua Miguel Bombarda, 187), no Porto.
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18 março 2007
A Guerra é para homens !?.....
War, huh, yeah
What is it good for
Absolutely nothing
Uh-huh
War, huh, yeah
What is it good for
Absolutely nothing
Say it again, y'all
War, huh, good God
What is it good for
Absolutely nothing
Listen to me
Ohhh, war, I despise
Because it means destruction
Of innocent lives
War means tears
To thousands of mothers eyes
When their sons go to fight
And lose their lives
I said, war, huh
Good God, y'all
What is it good for
Absolutely nothing
Say it again
War, whoa, Lord
What is it good for
Absolutely nothing
Listen to me
War, it ain't nothing
But a heartbreaker
War, friend only to the undertaker
Ooooh, war
It's an enemy to all mankind
The point of war blows my mind
War has caused unrest
Within the younger generation
Induction then destruction
Who wants to die
Aaaaah, war-huh
Good God y'all
What is it good for
Absolutely nothing
Say it, say it, say it
War, huh
What is it good for
Absolutely nothing
Listen to me
War, huh, yeah
What is it good for
Absolutely nothing
Uh-huh
War, huh, yeah
What is it good for
Absolutely nothing
Say it again y'all
War, huh, good God
What is it good for
Absolutely nothing
Listen to me
War, it ain't nothing but a heartbreaker
War, it's got one friend
That's the undertaker
Ooooh, war, has shattered
Many a young mans dreams
Made him disabled, bitter and mean
Life is much to short and precious
To spend fighting wars these days
War can't give life
It can only take it away
Ooooh, war, huh
Good God y'all
What is it good for
Absolutely nothing
Say it again
War, whoa, Lord
What is it good for
Absolutely nothing
Listen to me
War, it ain't nothing but a heartbreaker
War, friend only to the undertaker
Peace, love and understanding
Tell me, is there no place for them today
They say we must fight to keep our freedom
But Lord knows there's got to be a better way
Ooooooh, war, huh
Good God y'all
What is it good for
You tell me
Say it, say it, say it, say it
War, huh
Good God y'all
What is it good for
Stand up and shout it
Nothing
EDWIN STARR - "War"
15 março 2007
14 março 2007
O novo Tarantino/Rodriguez
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13 março 2007
12 março 2007
Fantasmas de Abu Ghraib

Há quem diga que a vergonha da guerra dos norte-americanos no Iraque está toda aqui neste documentário da HBO que foi nomeado para o grande prémio do Júri do Festival de Sundance. As torturas e os abusos aos prisioneiros e a obediência cega dos militares à cadeia de comando, a partir de experiências efectuadas na década de 60 pelo exército dos EUA, são o ponto de partida para este filme a merecer reflexão de todos. Vê aqui a entrevista com a realizadora, Rory Kennedy.
Via Blocomotiva
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09 março 2007
Homophobia, this is what it looks like!
Os cartazes foram substituídos por dois outros, com a foto de um activista em tamanho real (homem ou mulher, consoante o caso), sobre a qual se pode ler: “Maricas. Ouço-o todos os dias. O ódio magoa.” e “Fufa. Ouço-o todos os dias. O ódio magoa.”
A ideia é ser simples. Não se usa um termo complexo como homofobia, mas sim as suas implicações reais em quem o sente. Os “insultos” utilizados pretendem ilustrar a homofobia diariamente sentida, ainda que sob diversas manifestações. A expressão “O ódio magoa.” expressa as ramificações do discurso do ódio e da violência, “dando uma cara” às vítimas – nas quais geralmente se pensa em abstracto. Os rostos da campanha são dois activistas da ONG, homossexuais e polacos. Nada mais directo, portanto.
Note-se que a Polónia tem um longo historial homofóbico, não cumprindo sequer as exigências da UE no que se refere à discriminação com base na orientação sexual.
Ainda este mês o presidente polaco Kaczynski afirmou, durante uma visita de Estado à Irlanda que “o aumento da homossexualidade levaria ao desaparecimento da raça humana”.
A parada gay foi proibida na Polónia durante dois anos seguidos (2004 e 2005), alegando-se que “a promoção pública da homossexualidade” não devia ser permitida. Foi finalmente autorizada em 2006, mas só após o assunto ter sido levado ao Tribunal Constitucional. Ainda assim, foi marcada para o mesmo dia uma contra-manifestação do partido da Liga das Famílias Polacas (em coligação no Governo). Anos atrás, uma manifestação deste cariz, à qual se juntaram grupos de skinheads, terminou com grande violência e agressões aos manifestantes.
Num ambiente hostil como a sociedade polaca, dar a cara numa campanha destas, sendo cidadão polaco, não é tarefa fácil ou isenta de riscos. Todo o apoio que lhes possamos nunca será, por isso, demais.
Site da Kampania Przeciw Homofobii
Blog Stop Homophobia Kampania
Blog gregswarsaw
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08 março 2007
Música do Dia.....
Antony and the Johnsons-You Are My Sister
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Leitura do Dia.....
Mais info e encomendas em Edições Afrontamento
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Dia Internacional da Mulher
A ideia da existência de um dia internacional da mulher foi inicialmente proposta na virada do século XX, durante o rápido processo de industrialização e expansão económica que levou aos protestos sobre as condições de trabalho. As mulheres empregadas em fábricas de vestuário e indústria têxtil foram protagonistas de um desses protestos em 8 de Março de 1857 em Nova Iorque, em que protestavam sobre as más condições de trabalho e reduzidos salários. As protestantes foram trancadas no interior da fábrica pelos patrões e pela polícia. Estes mesmos atearam fogo no prédio. 129 trabalhadoras morreram carbonizadas.
(Não deve ser confundido com o incêndio na fábrica da Triangle Shirtwaist, que também aconteceu em Nova Iorque, mas foi em 25 de Março de 1911, onde morreram 146 trabalhadoras).
Muitos outros protestos se seguíram nos anos seguintes ao episódio de 8 de Março, destacando-se um outro em 1908, onde 15.000 mulheres marcharam sobre a cidade de Nova Iorque exigindo a redução de horário, melhores salários, e o direito ao voto. Assim, o primeiro Dia Internacional da Mulher observou-se a 28 de Fevereiro de 1909 nos Estados Unidos da América após uma declaração do Partido Socialista da América. Em 1910, a primeira conferência internacional sobre a mulher ocorreu em Copenhague, dirigida pela Internacional Socialista, e o Dia Internacional da Mulher foi estabelecido. No ano seguinte, esse dia foi celebrado por mais de um milhão de pessoas na Áustria, Dinamarca, Alemanha e Suíça, no dia 19 de Março. No entanto, logo depois, um incêndio na fábrica da Triangle Shirtwaist mataria 140 costureiras; o número elevado de mortes foi atribuído às más condições de segurança do edifício. Além disto, ocorreram também manifestações pela Paz em toda a Europa nas vésperas da Primeira Guerra Mundial.
Na Rússia, as comemorações do Dia Internacional da Mulher serviram de estopinha para a Revolução russa de 1917. Depois da Revolução de Outubro, a feminista bolchevique Alexandra Kollontai persuadiu Lenin para torná-lo num dia oficial que, durante o período soviético permaneceu numa celebração da "heróica mulher trabalhadora". No entanto, o feriado rapidamente perderia a sua vertente política e tornar-se-ia numa ocasião em que os homens manifestavam a sua simpatia ou amor pelas mulheres da sua vida — um tanto semelhante a uma mistura dos feriados ocidentais Dia das Mães e Dia dos Namorados. O dia permanece como feriado oficial na Rússia (bem como na Bielorrússia, Macedônia, Moldávia e Ucrânia), e verifica-se pelas ofertas de prendas e flores dos homens às mulheres (quaisquer mulheres). Quando a Tchecoslováquia integrou o Bloco Soviético, esta celebração foi apoiada oficialmente e gradualmente transformada em paródia — ver MDŽ.
No Ocidente, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado durante as décadas de 1910 e 1920, mas esmoreceu. Foi revitalizado pelo feminismo na década de 1960. Em 1975, designado como o Ano Internacional da Mulher, a Organização das Nações Unidas começou a patrocinar o Dia Internacional da Mulher.
Via Wikipédia - Dia Internacional da Mulher
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07 março 2007
Já temos lei ....
Projecto de lei aqui
06 março 2007
Que caminhos para a luta feminista?

De onde vimos, para onde vamos
depois do Referendo
que caminhos para a luta feminista?
sexta, 9 de Março, 21h30
na R. da Torrinha, 151
Os jovens do Bloco promovem um debate aberto a diferentes gerações e protagonistas das lutas das mulheres, com percursos diversos. Um debate com bloquistas e não bloquistas, aberto a todos, mulheres e homens, de todas as idades. Esperamos também poder contar contigo.
Com:
Andrea Peniche - dirigente do BE
Cecília Costa - Médicos pela Escolha
Marta Costa - Rede de Jovens para a Igualdade entre Mulheres e Homens
Regina Guimarães - escritora
Vânia Martins - psicóloga
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05 março 2007
Ser Moderno

SER MODERNO
mínimas reflexões sobre a modernidade
Ângelo Ferreira de Sousa
MAD WOMAN IN THE ATTIC
Inauguração
10 de Março (sábado)
a partir das 16h
Rua de Alves Redol 407, 5ºDir.
4050-043 Porto
madwomaninthe.blogspot.com
www.angeloferreiradesousa.net
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porto
04 março 2007
CDS / PT
Depois da OPA hostil lançada por Paulo Portas à Direcção do partido será que vão desblindar os estatutos ?
Via Arrastão
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O CORPO ENTRE LEIS E LUTAS

IVG
O CORPO ENTRE LEIS E LUTAS
com:
Fernanda Câncio
Maria José Alves
Ana Matos Pires
André Pirralha
Miguel Vale de Almeida
Quinta-feira, 8 de Março, às 21H30
Dia Internacional da Mulher
no
FRAGIL
Rua da Atalaia 126, Bairro Alto, Lisboa
info@fragil.com.pt
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02 março 2007
A REDE convida para dia 8 de Março
A Rede Portuguesa de Jovens para a Igualdade de Oportunidades entre Mulheres e Homens (REDE) vai realizar uma Tertúlia no próximo dia 8 de Março denominada Tertúlia "8 de Março 2007" Obrigatório Igualdade pelas 21h30, em Lisboa, no bar da Associação Loucos e Sonhadores, Travessa do Conde de Soure, nº 2, ao Bairro Alto, na qual será, também, divulgada a Campanha Obrigatório Igualdade.
A Rede Portuguesa de Jovens para a Igualdade entre Mulheres e Homens e a Associação Loucos e Sonhadores convidam-te para a Tertúlia e divulgação da Campanha "Obrigatório Igualdade".
O ambiente descontraído de uma saída nocturna, aliado a boa música, no dia Internacional da Mulher e num momento em que se assinala o Ano Europeu da Igualdade de Oportunidades para Todos/as é o mote para o convite que lançamos; fazemos-te, no entanto, um repto, o de levares algo que simbolize para ti o 8 de Março: um poema, uma canção, uma fotografia, um artigo de jornal, o que entenderes... Até já!
A entrada é livre mas sujeita a número limitado de lugares.
Informações por e-mail até 7 de Março às 24:00 para:
geral@redejovensigualdade.org.pt
redejovensigualdade.org.pt
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REDE
01 março 2007
Viva a liberdade ! - a história de um povo "livre"
Soldados americanos assaltaram a sede do Sindicato dos jornalistas iraquianos no centro de Baghdad. Segundo a International Press Service (IPS), 10 guardas foram presos, e 10 computadores e 15 pequenos geradores destinados a famílias de jornalistas mortos foram apreendidos. «Eles mataram colegas nossos, encerraram jornais, prenderam centenas de jornalistas, e agora acertam-nos no coração com rusgas na nossa sede. Esta é a liberdade de expressão que recebemos», reagiu Youssif al-Tamini, membro do Sindicato de Jornalistas Iraquianos. Esta não a primeira vez que as tropas americanas atacam jornalistas no Iraque, só que agora atingiram o maior símbolo da imprensa iraquiana. Muitos iraquianos acreditam que os EUA fizeram tudo o que puderam para manter calados os jornalistas em relação aos erros da ocupação americana. Em declarações à IPS, Youssif al-Tamini, do Sindicato de jornalistas Iraquianos, declarou: «Os americanos enviaram-nos muitas mensagens, mas nós recusámo-las» E acrescenta: «Eles mataram colegas nossos, encerraram jornais, prenderam centenas de jornalistas, e agora acertam-nos no coração com rusgas na nossa sede. Esta é a liberdade de expressão que recebemos»
Para o jornalista Ahmad Hassan «os americanos não aprenderam ainda que os jornalistas iraquianos levantarão a sua voz contra estes actos e vão manter a sua promessa de mostrar toda a verdade ao povo iraquiano»
Alguns jornalistas sustentam que o governo iraquiano deu o seu aval aos militares americanos para agirem sobre instituições e pessoas que não sigam as ordens do Primeiro Ministro Iraquiano Nouri al- Maliki`s
O incidente ocorreu apenas dois dias depois de o Sindicato de Jornalistas ter sido reconhecido formalmente pelo governo iraquiano. O seu novo estatuto permitiu ao Sindicato aceder às contas bancárias anteriormente bloqueadas, tendo então comprado novos computadores e equipamento de satélite.
Adam White, da Federação Internacional de jornalistas, avisa: «Qualquer jornalista que não apoie a política dos EUA está em risco», acrescentando que «nos últimos três anos foram mortos mais de 120 jornalistas iraquianos»
Num relatório elaborado pela organização «Repórteres sem fronteiras», em material de liberdade de imprensa, o Iraque passou da 130ª posição no tempo de Saddam, para a posição nº 154 nos dias de hoje.
Mansoor Salim, um jornalista iraquiano reformado, remata: «Que estúpidos fomos ao acreditar nas afirmações sobre liberdade da administração Americana. Admito que fui enganado».














