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31 julho 2008

Juíza chama "marginais" e "traiçoeiros" a ciganos


Uma juíza de Felgueiras condenou cinco indivíduos de etnia cigana por agressões contra militares da GNR referindo recentes episódios na Quinta da Moura e Abrantes contra polícias como argumentos para elevar as penas.
"Finalmente, à excepção do arguido Paulo J. , são pessoas malvistas, socialmente marginais, traiçoeiras, integralmente subsidio-dependentes de um Estado (ao nível do RSI, da habitação social e dos subsídios às extensas proles) e a quem 'pagam' desobedecendo e atentando contra a integridade física e moral dos seus agentes e obstaculizando às suas acções em prol da ordem, sossego e tranquilidade públicas".
A frase é da autoria da magistrada Ana Gabriela Freitas e é das mais fortes de uma sentença em que cinco homens foram condenados por, em 7 de Janeiro de 2006, terem agredido vários militares da GNR que pretendiam pôr termo a uma "festa" com tiros num bairro social daquela cidade, por incomodar os restantes habitantes.
Um foi condenado a 18 meses de prisão efectiva, dois a 12 meses, por crimes de resistência e coacção sobre funcionário. Os dois restantes, foram punidos com pena de multa, por não terem antecedentes criminais.
Na decisão, que não foi lida perante os arguidos, dispensados de ir à última sessão, a titular do 2.º juízo do Tribunal de Felgueiras cita ainda frases fortes proferidas pelos soldados da GNR como testemunhas para sustentar os factos provados, além de frases dos relatórios sociais dos arguidos, que dão conta dos valores recebidos do "rendimento social de inserção". Entre outras expressões, os arguidos são descritos como "clientes habituais" da GNR, cujos elementos chamavam ao bairro "Cova da Moura cigana".
Gabriela Freitas - conhecida por ter sido a juíza que recebeu Fátima Felgueiras em 2005, quando esta regressou do Brasil, tendo aplicado apenas a medida de coacção de proibição de ausência para o estrangeiro, considerando "aparente" a "fuga" - provocou várias reacções. Um dos arguidos, pondera apresentar queixa-crime e participação disciplinar contra a juíza.
Além de recorrer, o advogado Pedro Carvalho diz que "há desnecessidade" nos comentários. "Não podemos esquecer que os arguidos, mesmo condenados, têm direito à honra e bom nome".
O Alto-Comissariado para a Imigração e o Diálogo Intercultural pondera queixar-se da juíza do Tribunal de Felgueiras ao Conselho Superior da Magistratura. À agência Lusa, Rosário Farmhouse escusou-se a comentar a sentença, mas disse que considerações "genéricas" sobre a comunidade cigana têm um "teor xenófobo".
"Estou perplexa como é que numa sentença se fazem acusações tão genéricas relativas a uma comunidade, tomando a parte pelo todo", disse, no que foi acompanhada pelo presidente da Federação das Associações Ciganas de Portugal, Bruno Rodrigues.

30 julho 2008

Pois então não eram estes jogos que sendo um evento desportivo não eram politizados ???


OH!!! Escândalo ! Então não é que o governo chinês mentiu ao Comité Olímpico Internacional ?! É que não se estava nada à espera que tal acontecesse... e agora o BOICOTE será que já faz sentido ?

A China vai censurar a Internet utilizada pelos media estrangeiros durante os Jogos Olímpicos de Pequim, indicou hoje um responsável do comité de organização, recuando numa promessa de garantir liberdade total aos media durante o evento.
"Durante os Jogos Olímpicos, vamos fornecer um acesso à Internet suficiente para os jornalistas", indicou Sun Weide, porta-voz do comité de organização dos Jogos Olímpicos.
A mesma fonte confirmou que os jornalistas não terão acesso a páginas ou sites contendo informações sobre o movimento espiritual Falungong, que é proibido na China.
De acordo com a mesma fonte, que não adiantou pormenores, haverá outros sites que não estarão acessíveis à imprensa.
Os jornalistas que trabalham no principal centro reservado à imprensa durante os Jogos Olímpicos queixaram-se de não poder aceder aos sites da organização Amnistia Internacional, da BBC, da rádio alemã Deutsche Welle, bem como dos jornais de Hong-Kong "Apple Daily", e de Taiwan, "Liberty Times".
"A nossa promessa era que os jornalistas pudessem dispor de Internet para o seu trabalho durante os Jogos Olímpicos. E nós concedemos acesso suficiente para isso", acrescentou Sun.
No entanto, o comité de organização dos Jogos Olímpicos, sob pressão do Comité Olímpico Internacional (COI), prometeu um acesso completo à Internet para os milhares de jornalistas na China durante o evento, entre 8 e 24 de Agosto.
Proibido desde 1999 por Pequim, o movimento Falungong reivindica 100 milhões de seguidores, 70 milhões dos quais na China.

FONTE: Público

29 julho 2008

Para ir musicando o Verão


O Festival Internacional das Culturas em Resistência Ollin Kan abre agora uma nova sede, localizada em Portugal.
Com o apoio da produtora independente Bartilotti Produções, este festival sai pela primeira vez da Cidade do México e abre a sua primeira sede alternativa em território europeu.
É o início de um festival que se torna itinerante, levando consigo a mensagem do mundo alternativo a diversas cidades do Planeta.
O Festival Ollin Kan Portugal vai ser levado a cabo de 31 de Julho a 02 de Agosto de 2008, durante 3 dias, e dará início a uma importante programação de artistas mexicanos, indianos, africanos, venezuelanos, franceses, espanhóis e portugueses.
A cidade de Vila do Conde será a sede deste primeiro Festival.

Os concertos irão-se realizar durante os 3 dias do Festival junto ao Cais da Alfândega (em frente à Nau) com 2 palcos que funcionarão alternadamente das 18h00 à 01h00.
Os concertos são gratuitos.


E este substitui (suponho) as Noites do Mundo que costumavam acontecer no Palácio de Cristal no Porto.... deve valer a pena na mesma.

27 julho 2008

Summer Time


Só para justificar a ausência nestes últimos dias...
Keep on the good vibes ;)

18 julho 2008

Depois de darem umas voltas no caixão...... caso para dizer: "Chupa !"


Para quem quiser "comer" a cabeça ao Lenine com um ligeiro sabor a cola. Para quem quiser outros "sabores sempre pode comer o pai da psiquiatria com sabor a melão ou ainda para quem prefere os clássicos um Shakespeare com sabor a arando.

E esta hein !!!

Como disse ? Pode repetir....


PORREIRO PÁ !

17 julho 2008

E assim estala o verniz da senhora que se diz escritora....


As repetições de Margarida Rebelo Pinto são abordadas por Carlos Vaz Marques na entrevista que se publica na LER deste mês. Páginas 28-36. Este excerto pode ser encontrado na página 35.

«A questão da repetição, no seu caso, tem de ser abordada, porque até já foi escrito um livro... [Couves e Alforrecas, de João Pedro George]
Não é um livro. É um opúsculo. (...) não tem qualquer mérito crítico. Portanto, nem quero falar desse assunto.

Leu-o?
Sim, passei uma vista de olhos. Dois terços do livro eram frases minhas. Sabia? Só um terço é que eram vagas considerações àquilo que eu fazia. Lamento mas não pode ser considerado crítica. Aliás, nunca mais se ouviu falar desse livro. Se esse livro tivesse sido importante as pessoas teriam continuado a falar dele.

Se soubesse aquilo que sabe hoje teria dado ao caso o tratamento que deu, recorrendo aos tribunais?
Teria. Em primeiro lugar porque eu não sabia o que estava lá dentro. Tive conhecimento de que a capa era ofensiva. O meu editor sugeriu-me e eu aceitei.
(...)
... reparei que alguns meios de comunicação aproveitaram esse embalo para me criticar ou para dar uma imagem negativa de mim. Tomaram partido. Isso eu percebi. Que eu me repito! Quer dizer, o autoplágio é uma coisa que não existe em nenhum compêndio de literatura. Em Portugal há a mania de dar importância a não-assuntos. Para mim, isto é um não-assunto porque aquilo é uma não-crítica. Carlos, aquilo é uma não-crítica. Aquilo não é uma crítica válida ao meu trabalho.

Ele diz que tem parágrafos integrais transpostos de uns livros para outros.
Não é verdade.

Ele dá exemplos de parágrafos que estão...
Têm ideias parecidas.

Não, há um caso pelo menos que é ipsis verbis.
So what?

Isso é o que eu lhe pergunto a si.
Não. E qual é o problema? Diga-me um escritor que nunca se repetiu. E depois passe para a pergunta seguinte, se faz favor, que eu já estou farta desta. Estou farta deste assunto. Se você quiser acabar a entrevista já aqui, acaba-se já a entrevista aqui. Esse assunto é um não-assunto, Carlos.

Se há um autor que tem parágrafos...
Então, diga-me, qual é o autor que não se repete?

Não se trata de uma repetição de ideias. É a repetição de um parágrafo integral, copy/paste, de um livro para outro.
Nunca fiz copy/paste. Oh, Carlos. A entrevista acabou, desculpe...

[Margarida Rebelo Pinto lança a mão ao gravador, desligando-o. Ligo-o de novo, imediatamente.]

Qual é o problema das pessoas se repetirem nos seus livros? Se todos se repetem porque é que só dizem que sou eu que me repito? Porque é que está a insistir tanto nessa tecla? Já lhe disse: quais são os escritores que não se repetem? Olhe o Murakami, em que os livros são todos tão parecidos. Aí está um grande exemplo.

Não estávamos a falar de uma repetição de ideias. Mas, pronto, vamos passar ao assunto assunto seguinte. Qual foi a crítica mais justa que já lhe fizeram?
Já não há entrevista. Diga ao Francisco [José Viegas, director da LER] que eu dispenso a entrevista. Não estou com onda para fazer uma entrevista assim, desculpe lá.

As entrevistas são feitas de perguntas e de respostas.
Você ainda não me fez uma única... Fez-me uma pergunta sobre o meu novo livro.

Esta é uma entrevista de carácter geral, sobre o seu percurso. Aliás, foi avisada disso.
Eu acho que você está a conduzir isto muito mal.

Isso cabe aos leitores determinar.

[Longa pausa]

Pronto, então vamos continuar a entrevista. Faça-me lá a pergunta»

Continua na LER.

Roubado daqui

Nota pessoal: uma coisa é não gostar de literatura light e achar que são as escória da literatura, se é que lhes se pode chamar isso... outra coisa é nem para isso chegar porque não se chega a escrever, copia-se e copia-se e copia-se como ficou provado. No fim só me pergunto como é que ainda publicam esta senhora... se é pelo dinheiro é mesmo falta de vergonha !
E já agora: vá lá processem-me !!! LOL

Há muitas formas de amar !


Excelente o anúncio! Usar o exército que é tipicamente um estereotipo da "masculinidade" para desmontar esse mesmo argumento numa outra forma de amar.... Lindo !!!

16 julho 2008

Guerrilha Anti Publicitária - Clan du Néon


Juntam-se em pequenos grupos durante a noite, vestidos com gabardina, perucas, etc. Chamam-se "Clan do Néon". A sua missão: desligar os néons de lojas que permanecem acesos durante noite. Através deste acto não-violento e sensível, o Clan do Néon pretende lutar contra o uso abusivo de publicidade com néons e contra o desperdício irracional de energia.

Visita o blogue do Clan

15 julho 2008

Terrakota e Ponto de Equilibrio

TERRAKOTA e PONTO DE EQUILÍBRIO juntos ao vivo

14 julho 2008

A CRISE ! Qual crise ?


Video tutorial: unlock iphone

13 julho 2008

* Ontem o Porto vestiu-se de todas as cores *





Fotos: Pedro Ferreira

12 julho 2008

Ruim por ruim VOTA em MIM !


LOL via Arrastão

11 julho 2008

Amanhã este é o percurso da nossa luta....


Praça da República - Viaduto Gonçalo Cristóvão - Rua Gonçalo Cristóvão - Rua St. Catarina - Rua Passos Manuel - Rua Dr. Magalhães Lemos - Av. dos Aliados - Pç. General Humberto Delgado

e TU MARCHAS ?
ou vais ficar do lado da indiferença ?

Sábado, 12 de Julho às 15 horas na Praça da República

Observatório de Homofobia / Transfobia na Saúde


Já foi discriminado/a num hospital ou num centro de saúde?
O seu médico/a pergunta-lhe se tem namorado quando o que tem é namorada?
Já escondeu algum problema de saúde por ser gay?
Insistem em chamar-lhe Manuel quando quer ser chamada Maria?
Sente confiança em falar da sua orientação sexual/identidade de género com um/a profissional de saúde?

PARTICIPE!

Não hesite! Responda ao questionário e/ou escreva-nos para ObservatorioLGBT.mpe@gmail.com

10 julho 2008

A cabeça a dar voltas com um cubo, já lá vão 25 anos !


O famoso Cubo de Rubik comemora os 25 anos do seu lançamento.
Para comemorar a data, a DDB da Nova Zelândia criou uma campanha bem engraçada, que ao estilo vintage brinca com a idade dos cubos e a dificuldade que todos temos em conseguir completá-lo - sendo que alguns levam até anos para conseguir essa proeza.

O cubo de Rubik (ou também chamado o cubo mágico) é um quebra-cabeça tridimensional, inventado pelo húngaro, Ernő Rubik em 1974. Originalmente foi chamado "o cubo Mágico" pelo seu inventor, mas o nome foi alterado pela Ideal Toys para cubo de Rubik. Neste mesmo ano, ganhou o prémio alemão do "Jogo do Ano" (Spiel des Jahres).
O Cubo de Rubik é um cubo geralmente confeccionado em plástico e possui várias versões, sendo a versão 3x3x3 a mais comum, composta por 54 faces e 6 cores diferentes, com arestas de aproximadamente 5,5 cm. Outras versões menos conhecidas são a 2x2x2, 4x4x4 e a 5x5x5.
É considerado um dos brinquedos mais populares do mundo, atingindo um total de 900 milhões de unidades vendidas, bem como suas diferentes imitações.

SERRALVES AO LUAR


18 JUL 2008
22h00


Para que possa explorar outras formas de apreciar e perceber de que forma construímos as ideias, pessoais e intransmissíveis, das paisagens que habitamos, convidamo-lo a visitar o Parque de Serralves dia 18 de Julho, numa noite de lua cheia.
Para quem já participou propomos um programa alternativo - ESCULTURAS AO LUAR.
As visitas começarão às 22h00, no foyer do Museu de Serralves, e terão a duração aproximada de 1 hora e 30 minutos.
No final, será servido um Porto de Honra.
Faça-se Amigo de Serralves neste dia ou renove a sua inscrição e beneficie de 50% de desconto.

Preço por pessoa: 2,50 EUR
Por favor confirme a sua presença até 17 de Julho para o telefone 226 156 500 ou e-mail m.ferreira@serralves.pt

09 julho 2008

Com LGBT quem ganha é você !


Lê-se no rótulo: "In an Absolut world, everybody is encouraged to be who they are. That world is more colorful, diverse and respectful. Be proud of who you are, and let your true colors shine. Absolut has been consumed by proud people since 1879".

A empresa sueca lançou esta garrafa com as cores da bandeira gay, que comemora este ano 30 anos. A directora da empresa, Nina Gillsvick justificou desta forma: "Quando começámos a dar apoio aos direitos gays há 30 anos fomos ousados. Não nos podemos esquecer daqueles gloriosos dias. Para nós, a Absolut é uma maneira natural de inspirar as pessoas para que deixem as suas cores brilhar e que sejam elas mesmas".
Esta edição limitada que dá pelo nome de "Absolut Colors" está no mercado europeu desde o dia 10 de Junho.

08 julho 2008

Katakana !!! Como disse ?


Visite este site e o seu nome será traduzido para o katakana, alfabeto japonês destinado a palavras e nomes estrangeiros. A imagem com o nome traduzido pode ser gravada no seu computador.

ASAE a Policia dos Bons Costumes


Incomodado com o barulho provocado por um bar onde alegaria haver "desfiles de mulheres nuas", o padre de Valpaços parou o relógio da Igreja. A ASAE encerrou o café e o relógio voltou a ouvir-se.
Ao encerrar um bar, na última semana, a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) devolveu à população de Valpaços o direito de ouvir o relógio da igreja. Por acção indirecta. O relógio tinha sido "calado" há menos um mês pelo padre da cidade, Manuel Alves, em protesto contra o funcionamento de um bar (Café Central) junto à Igreja e à residência paroquial.
Farto de insónias, por causa do barulho provocado pelo estabelecimento, e alegando que haveria "desfiles de mulheres nuas" no interior do café, o pároco terá prometido que o relógio só voltaria a dar horas quando o café encerrasse. Assim foi.
O café fechou e o relógio voltou a ouvir-se. Mas a cruzada do pároco para fechar o estabelecimento não se ficou por aqui. Manuel Alves fez várias queixas à GNR, pôs a casa paroquial à venda e, iniciou, a partir do altar, uma campanha contra o bar.
Inconformados com a atitude "autoritária" do padre, os responsáveis pelo estabelecimento prometem reabri-lo mal ultrapassem as falhas (questões de segurança) apontadas pela ASAE, as mesmas que faziam com que o estabelecimento funcionasse sem licença de utilização municipal. Pelo menos, definitiva. "Tínhamos autorização provisória por 60 dias. Só faltava fazer alguns acertos", garante o gerente, Alex Ribeiro.

FONTE: JN