badge
Mostrar mensagens com a etiqueta américa latina. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta américa latina. Mostrar todas as mensagens

06 julho 2009

Honduras Calling


Soldados hondurenhos lançaram gás lacrimógeneo contra manifestantes que esperavam o regresso do Presidente deposto, Manuel Zelaya, junto ao aeroporto de Tegucigalpa: os confrontos provocaram dois mortos e dois feridos entre os manifestantes, segundo a polícia. O avião que transporta Zelaya sobrevoou entretanto o aeroporto, mas os militares bloqueiam a pista, impedindo a aterragem com segurança.
Em declarações à televisão de Caracas a partir do avião venezuelano em que viaja, o chefe de Estado deposto e expulso pelos militares há uma semana admitiu que não deverá conseguir aterrar e disse que voltaria a tentar "amanhã, depois de amanhã".
Já a bordo do aparelho em que embarcou em Washington, Zelaya invocara a condição de “comandante geral” das Forças Armadas para ordenar aos militares a abertura do aeroporto para a aterragem. Mas o novo poder mostrou-se intransigente. “Ordenei que não seja autorizado a entrar, aconteça o que acontecer”, declarara Enrique Ortez, ministro dos Negócios Estrangeiros do governo interino de Roberto Micheletti.

21 março 2009

Venezuela vai legalizar os casamentos de homossexuais


A Venezuela vai legalizar as uniões homossexuais. A notícia foi adiantada pela deputada Romelia Matute, segundo a qual a lei está para breve.
O novo estatuto será chamado de “associações de convivência”. O Projecto de lei Orgânica para a Equidade e Igualdade de Género “está quase pronto” e a poucos dias de ser objecto de deliberação no Parlamento.
A lei resulta de vários encontros que os deputados da Assembleia Nacional tiveram com várias organizações de homossexuais e outras de direitos humanos. A Constituição venezuelana estabelece que todas as pessoas têm o direito a estabelecer a orientação e a identidade sexual da sua preferência de forma livre e sem descriminação.
O projecto em fase final de discussão prevê que duas pessoas do mesmo sexo possam unir-se legalmente e que isso tenha efeitos jurídicos, desde logo patrimoniais.

in Público

02 abril 2008

Seminário com JOHN HOLLOWAY


Tema: Zapatismo, Poder e Estado
ISCTE Auditório B203
9 DE ABRIL 2008
18:00


O levantamento zapatista mudou a ideia de transformação social radical, constituindo-se como um desafio prático e teórico que exige reflexão e debate.
O que pode significar querer mudar o mundo sem tomar o poder?
O que é uma política de dignidade?
O que significa afirmar “caminhamos perguntando”?
Que sentido pode adquirir o zapatismo na cidade?
É sobre estas questões que se debruçará o seminário.

Sobre John Holloway :
John Holloway nasceu em Dublin. Professor da Universidade de Edimburgo desde 1972, é desde os anos 70 um dos mais destacados dinamizadores da corrente conhecida como Open Marxism. Actualmente é professor na Benemérita Universidad Autónoma de la ciudad de Puebla, no México. Publicou livros e ensaios em vários países, de Post Fordism and Social Form - a Marxist debate on the Post-Fordism State até Zapatista! Reinventing revolution in México. Em 2002 publicou Changing the World without Taking Power – The Meaning of Revolution Today, livro também publicado no Brasil com o título Mudar o Mundo sem Tomar o Poder – O Significado da Revolução Hoje. Este livro, ao colocar em cima da mesa questões tais como a crise do sujeito revolucionário “clássico”, a crítica da noção de revolução enquanto estrutura de poder e dominação, a centralidade do trabalho abstracto na ideia estatocêntrica de revolução ou, ainda, a ideia de autonomia como forma política anti-totalizadora do sujeito transformador, colocou o pensamento de John Holloway no centro de um intenso e polémico debate político e teórico, travado desde a França até à Argentina.

Organização
Centro de Estudos de Antropologia Social / ISCTE
Centro de Estudos de História Contemporânea Portuguesa / ISCTE
Le monde diplomatique – edição portuguesa


INSCRIÇÕES ATÉ DIA 7 DE ABRIL
Por e-mail para: ceas@iscte.pt

[Entrada gratuita. Lugares limitados]
[Confere certificado]
[John Holloway intervirá em espanhol]
[Será previamente fornecido aos inscritos um texto de John Holloway]

11 novembro 2007

Era uma vez....


Era uma vez uma Cimeira Ibero-Americana. Nessa cimeira Chávez apelidou Aznar de fascista tendo em conta as suas últimas acções politicas. Zapatero um pouco indignado afirma que apesar de se encontrar nos antípodas políticos de Aznar, este foi sempre legitimamente eleito pelo povo espanhol e como tal deveria ser respeitado. Juan Carlos mostra-se incomodado. A Presidente do Chile que preside à sessão interrompe, pede que as intervenções passem a ter 3 minutos e dá a palavra ao Presidente da Nicarágua. Este apela ao respeito pela liberdade de expressão, cede parte do seu tempo para Chávez se poder defender e fala durante 20 minutos. Enquanto Chávez se defendia o Rei Juan Carlos grita um "Cala-te!" para Chávez... como ninguém segue a sua voz de comando este apercebe-se que já não é o Rei da Espanha e Américas, zangado faz birra e abandona a sala, voltando para a sessão final (que esperava ele uma catadupa de seguidores ???).

Quem é este senhor para mandar calar pessoas legitimamente eleitas... sim aquelas que chegam aos cargos por vontade popular e não porque são filhos de fulano ?

Quem é este senhor para falar de democracia ou para acusar outros de golpe politico ou de falta de honestidade? A memória não esquece o papel dos monárquicos na Guerra Civil Espanhola - do lado Franquista a combater a República e os seus representantes democraticamente escolhidos pela vontade popular!

..... mas o que resta na imprensa de hoje? Por Espanha dizem que o Rei colocou Chávez no seu lugar!? Por cá a suavidade diplomática e polida de não tomar partido mas deixando subliminarmente que o Reizito até tem razão!!!