É o exemplo de uma universidade no Quebec a mostrar que é possível integrar pessoas sem ter que as humilhar ou usar de falsos poderes de hierarquias estúpidas.
25 outubro 2009
Praxe sem humilhação e com muita imaginação
É o exemplo de uma universidade no Quebec a mostrar que é possível integrar pessoas sem ter que as humilhar ou usar de falsos poderes de hierarquias estúpidas.
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14 abril 2009
PENSAMENTO CRÍTICO CONTEMPORÂNEO

28 de Abril a 28 de Maio de 2009
3ªs e 5ªs das 18h30 às 20h30
Associação Arte à Parte
Rua Fernandes Tomás, n.º 17,1.º,
Coimbra
Depois do sucesso das edições realizadas em 2008, em Lisboa, vai decorrer um novo curso, de 28 de Abril a 28 de Maio de 2009, desta feita em Coimbra. Tomando como eixo um amplo conjunto de autores contemporâneos, este curso pretende mapear algumas das principais problemáticas que hoje desafiam um pensamento crítico. Desenrolando-se ao longo de dez sessões em forma de seminário, o curso decorrerá na sede da associação Arte à Parte.
O valor de inscrição é de €15, dando acesso a todas as sessões e a todos os materiais de leitura (Atenção: Lugares limitados). Para quem pretender assistir apenas a uma ou outra sessão, há um regime de entrada avulsa mediante o pagamento de 3€. Este regime, todavia, está sujeito à disponibilidade de lugares em cada sessão, não havendo possibilidade de reserva prévia.
As inscrições deverão ser feitas através de email (cursopcccoimbra@gmail.com). Para mais informações, consulte o blogue da iniciativa: http://cursopcccoimbra.blogspot.com/
PROGRAMA
28 de Abril
Stuart Hall por António Sousa Ribeiro
Néstor García Canclini por Paulo Raposo
30 de Abril
Noam Chomsky/Paul Feyerabend por Rui Tavares
James Scott por José Manuel Sobral
5 de Maio
David Harvey por Hugo Dias
Slavoj Žižek por Nuno Ramos de Almeida
7 de Maio
Pierre Bourdieu por Nuno Domingos
Luc Boltanski por Arriscado Nunes
12 de Maio
Michel Foucault por Jorge Ramos do Ó
György Lukács por Frederico Ágoas
14 de Maio
André Gorz por José Nuno Matos
Guy Debord por Ricardo Noronha
19 de Maio
Gayatri Spivak por Adriana Bebiano
Rosi Braidotti por Maria Irene Ramalho
21 de Maio
Antonio Negri por José Neves
Alain Badiou por Bruno Peixe
26 de Maio
Louis Althusser por António Pedro Pita
Gilles Deleuze por Nuno Nabais
28 de Maio
Ernst Bloch por Miguel Cardina
Theodor Adorno por João Pedro Cachopo
ORGANIZAÇÃO:
UNIPOP, Organização Coimbra
APOIOS:
Arte à Parte, CEIS20, CES, Númena, RUC
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05 abril 2009
Quanto custa uma Ocupação ? Não chega !
Após a ocupação de Belas Artes e os protestos realizados em frente à Reitoria, esta anunciou, pela voz da vice-reitora Maria de Lurdes Correia Fernandes, um “fundo de apoio extraordinário para acorrer aos estudantes que se encontram em situação de fragilidade”. A Reitoria já reconhece o que todos sabemos. A situação no ensino superior é grave. As propinas, além de injustas, tornam-se incomportáveis. A acção social é totalmente insuficiente. Bolonha tem significado um ensino mais mercantil e mais caro. As Faculdades – a de Belas Artes como tantas pelo país – têm problemas concretos que é urgente resolver: bar, reprografia, horários, faltas, salas, reformulação de cursos.
Percebemos, pela declaração da Reitoria, que só a luta traz mudanças. Percebemos que só a luta desperta os poderes para a dimensão dos problemas que existem.
Esta ocupação valeu a pena. Quanto mais não seja, porque hoje toda a gente discutiu os problemas da Faculdade. Essa é uma primeira vitória de uma luta que continua.
Decidimos não ficar calados. A faculdade é nossa. Belas Artes pertence aos estudantes. Dignificámos a nossa instituição e honrámos o seu nome e a sua tradição de inconformismo. Porque já chegava de silêncio e fomos exemplo para muitos estudantes e muitos professores que percebem a gravidade da situação como ficou explícito com as declarações do Professor Paulo Almeida ao Público. Todas as escolas pertencem a todos os estudantes de todo o país. Nós, ocupantes, saudamos toda a solidariedade que recebemos. Representamo-nos a nós, aos que em assembleia decidiram a acção e à injustiça que todos os estudantes sentem. Preocupa-nos que todos os dias as escolas impeçam a entrada a estudantes que não têm condições, na sua maioria monetárias, para entrar na Universidade. Preocupam-nos os estudantes que, por isso, todos os dias ficam barricados do lado de fora do ensino superior.
Dentro da Faculdade tivemos a solidariedade de três estudantes da Faculdade de Letras. Saudamos todos os nossos colegas de todas as Faculdades. Não é só solidariedade. É mais do que isso. É aprender a fazer a luta em conjunto.
Saudamos todas as mensagens de solidariedade que recebemos. É bom saber que há tanta gente connosco. Agradecemos a quem nos escreveu, aos estudantes que nos deixaram mensagens no blog. Da Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto, da Universidade do Algarve, da Universidade de Coimbra, Rádio Universitária, da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, da Universidade de Tessalónica, na Grécia, da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, da Universidade do Minho – Grupo AGIR, da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e dos Estudantes Unidos – MEIEU, da Universidade de Barcelona, do ISCTE, da ESAP. Hoje, estiveram todos connosco em Belas Artes do Porto.
O que foi anunciado pela Reitoria é um pequeno remendo para um barco a afundar. Não chega.
É preciso mudar o financiamento, para não termos faculdades sem condições, sem serviços, com horários restritos e sem coisas básicas como bar e reprografia. É preciso mais acção social para assegurar que não há mais estudantes a deixar de estudar por não terem dinheiro. É preciso pôr em causa Bolonha e a sua lógica. É preciso recuperar a democracia e rejeitar a transformação da Universidade em fundação.
Em tantas Faculdades e Universidades do país, sabemos que há estudantes que olharam para nós e sentiram que é possível dar expressão à revolta. A partir deste dia, temos mais confiança.
Para nós, a luta continua. Em Belas Artes e em todos os lugares onde for preciso.
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01 abril 2009
A mentira da verdade... pois é há coisas que são demasiado reais !
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09 janeiro 2009
Inauguração Galeria JUP
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22 maio 2008
Maçã com bicho...hã hã...acho eu da praxe !
É mais um caso de violência em contexto de "tradição académica". Não o sendo, as notícias não chamariam "caloira" à vítima e "cardeal" ao violador, nem procurariam comentários da direcção da Escola ou da associação académica. Não o sendo, a própria aluna não diria "nunca desconfiei dele até porque ele é cardeal do curso e tem por dever proteger os caloiros", nem diria que "ainda pensava que se tratava de mais uma praxe".
Este caso é diferente de outros do passado, porque a brutalidade de uma violação sexual choca e é condenável por qualquer pessoa, independentemente do contexto do acto. Também difere por não se ter sucedido em grupo: foi uma decisão individual do "cardeal" (e não das "comissões de praxes") e ocorreu fora do alcance das outras pessoas (e não em situação de "arrebanhamento" onde existem sempre pressões de grupo).
No entanto, tem semelhanças em vários pontos com outros casos tornados públicos, por exemplo, "Ana Santos, de Santarém", "Ana Sofia Damião, de Macedo de Cavaleiros" ou "Diogo Macedo, de Famalicão"; e é por isto que não se pode desligar da relação que tem com a "tradição académica":
- a confiança depositada num colega "superior" acaba por ser defraudada, deixando clara a arbitrariedade das hierarquias entre estudantes (absurdas e inventadas pela "tradição académica", mas supostamente "protectoras");
- a relutância em denunciar o sucedido (denúncia esta que, note-se, não foi feita em Braga) esconde o medo de voltar à escola onde o "cardeal" continuará a "proteger os seus caloiros", e esconde também o receio de dificilmente voltar a frequentar o curso e a escola, aos quais tem todo o direito;
- a reacção da direcção da Escola anuncia que “só abrirá um inquérito quando houver uma queixa formal da vítima”, desresponsabilizando-se uma vez mais. Não porque tenha responsabilidade no sucedido, mas porque ao escolher o caminho da ignorância faz com que uma aluna deixe de ter condições de frequentar a instituição de ensino e possa perder, pelo menos, um ano da sua vida;
- os convívios escolhidos usam o álcool como argumento que justifica a violência (sendo que nenhum tipo de violência pode ser legitimada pelo abuso de álcool), quando, de facto, a origem dessa violência está no facto de esses convívios se basearem nas "tradicionais" hierarquias que conferem diferentes poderes às pessoas que assim "convivem";
- fica mais uma vez provado que na escola e nas suas "tradições", tal como na sociedade, as mulheres são encaradas como "o elo mais fraco", sendo por isso as principais vítimas das discriminações e abusos.
Recusamos o policiamento dos convívios entre estudantes como resposta. Pelo contrário, pensamos que a gravidade deste caso obriga a várias reflexões: por parte de quem acredita que a hierarquia é uma solução legítima para o convívio; por parte da direcção da Escola que tem a obrigação de garantir que esta aluna pode continuar a estudar; por parte da direcção da Escola, do Ministério do Ensino Superior e do Ministério Público, que têm a responsabilidade de não deixar este caso cair no esquecimento.
Não se pode admitir que uma pessoa tenha medo de denunciar uma agressão, nem tão pouco que essa denúncia traga ainda mais obstáculos à sua vida. Este medo e estes obstáculos são transversais a todos os casos conhecidos (e desconhecidos) e terão que acabar um dia.
E esse dia deve ser hoje.
(M.A.T.A. - Comunicado de imprensa. 16 Maio 2008)
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14 maio 2008
::::: Speechless :::::
The Piano, uma curta metragem animada de Aidan Gibbons com música de Yann Tiersen. Uma retrospectiva da vida um velho através da musica do seu piano. Esta animação foi feita em 2003 quando o autor tinha apenas 18 anos e foi produzida para um trabalho de animação digital na universidade.
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28 abril 2008
Ençino Çuperior na Uniberçidade Católica

Clica na imagem para ver melhor
Deve ser por ser gente das Artes...assim vai Portugal, tão pouco católico!
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09 abril 2008
O Sonho de uma Noite de Verão no TUP

O Teatro Universitário do Porto apresenta
O Sonho de uma Noite de Verão
de William Shakespeare
de 9 a 14 de Abril, às 21.30
no TUP - Travessa de Cedofeita, 65
informações e reservas: 919 966 196 / tupporto@gmail.com
Prestes estão as bodas de Teseu e Hipólita, mas nem tudo vai bem na corte de Atenas: Hérmia recusa ceder ao pulso do pai e planeia a fuga com o seu bem-amado Lisandro; Demétrio, o noivo preterido, segue no seu encalço perseguido por Helena, que o ama apesar de sofrer persistentemente o seu desdém. Quando todos se perdem na floresta, os fulgores da desobediência, do amor e do ciúme ficam à mercê dos arrufos de Titânia e Oberon, reis das fadas desavindos. Os seus caprichos mandam, desmandam, dão o compasso ao latejar nocturno da floresta e reordenam a vida à superfície.
Ficha técnica
de: William Shakespeare
Tradução: Cândida Zamith
Encenação: Rosa Quiroga
Cenografia e figurinos: Carla Capela e Emanuel Santos
Desenho de Luz: Nuno Meira
Assistência de encenação: Diana Meireles
Apoio dramatúrgico: Constança Carvalho Homem
Apoio de movimento: Sónia Cunha
Banda sonora: Constança Carvalho Homem
Operação de Luz e Som: Rui Almeida
Interpretação: Amana Duarte, Bárbara Sá, Bruno Dias, Carla Capela, Daniel Viana, Emanuel Santos, Joana Martinho, Nuno Campos, Marco Barbosa, Sara Montalvão, Tiago Vouga
Produção: Inês Gregório e Constança Carvalho Homem
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02 abril 2008
Seminário com JOHN HOLLOWAY
ISCTE Auditório B203
9 DE ABRIL 2008
18:00
O levantamento zapatista mudou a ideia de transformação social radical, constituindo-se como um desafio prático e teórico que exige reflexão e debate.
O que pode significar querer mudar o mundo sem tomar o poder?
O que é uma política de dignidade?
O que significa afirmar “caminhamos perguntando”?
Que sentido pode adquirir o zapatismo na cidade?
É sobre estas questões que se debruçará o seminário.
Sobre John Holloway :
John Holloway nasceu em Dublin. Professor da Universidade de Edimburgo desde 1972, é desde os anos 70 um dos mais destacados dinamizadores da corrente conhecida como Open Marxism. Actualmente é professor na Benemérita Universidad Autónoma de la ciudad de Puebla, no México. Publicou livros e ensaios em vários países, de Post Fordism and Social Form - a Marxist debate on the Post-Fordism State até Zapatista! Reinventing revolution in México. Em 2002 publicou Changing the World without Taking Power – The Meaning of Revolution Today, livro também publicado no Brasil com o título Mudar o Mundo sem Tomar o Poder – O Significado da Revolução Hoje. Este livro, ao colocar em cima da mesa questões tais como a crise do sujeito revolucionário “clássico”, a crítica da noção de revolução enquanto estrutura de poder e dominação, a centralidade do trabalho abstracto na ideia estatocêntrica de revolução ou, ainda, a ideia de autonomia como forma política anti-totalizadora do sujeito transformador, colocou o pensamento de John Holloway no centro de um intenso e polémico debate político e teórico, travado desde a França até à Argentina.
Organização
Centro de Estudos de Antropologia Social / ISCTE
Centro de Estudos de História Contemporânea Portuguesa / ISCTE
Le monde diplomatique – edição portuguesa
INSCRIÇÕES ATÉ DIA 7 DE ABRIL
Por e-mail para: ceas@iscte.pt
[Entrada gratuita. Lugares limitados]
[Confere certificado]
[John Holloway intervirá em espanhol]
[Será previamente fornecido aos inscritos um texto de John Holloway]
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29 novembro 2007
To be continued..... por muito mais tempo

Os meus parabéns com algum atraso mas muito bem reconhecidos.
Lévi-Strauss fez esta quarta-feira 99 anos.
Claude Lévi-Strauss é um antropólogo, professor e filósofo francês, considerado o fundador da Antropologia Estruturalista, em meados da década de 1950, e um dos grandes intelectuais do século XX.
No campo dos estudos da antropologia e do mito, o trabalho foi levado a diante por Claude Lévi-Strauss, no período imediato à II Guerra Mundial, que divulgou e introduziu os princípios do estruturalismo para uma ampla audiência, alcançando uma influência quase que universal, fazendo com que o seu nome, o de Lévi-Strauss, não só se confundisse com o estruturalismo como se tornasse um sinónimo dele. O estruturalismo virou "moda" intelectual nos anos 60 e 70. Os livros dele ("O Pensamento Selvagem", Tristes Trópicos, Antropologia estrutural, As estruturas elementares do parentesco), tiveram um alcance que transcendeu em muito aos interesses dos especialistas ou curiosos da antropologia Desde aquela época o estruturalismo de Lévi-Strauss tornou-se referência obrigatória na filosofia, na psicologia e na sociologia. De certo modo, ainda que respeitando a indiferença dele pela história ("o etnólogo respeita a história, mas não lhe dá um valor privilegiado", in O Pensamento Selvagem, 1970, pag.292), pode-se entender a antropologia estrutural como um método de tentar entender a história de sociedades que não a têm, como é o caso das sociedades primitivas.
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14 novembro 2007
Uma boa surpresa!

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09 novembro 2007
Olhares sobre a cidade
Dia 10 de Novembro 2007
22.00 - cinema Passos Manuel
Filme Concerto: Lisboa, Crónica Anedótica de Leitão de Barros
Este filme concerto foi comissionado pelo Lisbon Village Festival, tendo tido a sua estreia no Fórum Lisboa dia 22 de Junho de 2007. A obra teve a sua estreia oficial em 1930 e oferece ao público uma visão da cidade que se respirava na altura. Apesar de este ser o mais autêntico documentário feito até hoje sobre a Capital é também uma fita onde aparecem os maiores actores da época do Teatro e do Cinema de Portugal (Nascimento Fernandes, Beatriz Costa, Vasco Santana, Eurico Braga, Chaby Pinheiro, Estevão Amarante, Josefina Silva, Eugénio Salvador, Adelina Abranches, Costinha, Alves da Cunha...). Todos eles interpretam personagens típicas de Lisboa, misturadas com as figurais reais do quotidiano da cidade. Esta convincente articulação de realidade e ficção, de linguagem documental e fantasia, fazem desta obra um caso sério de inovação. Lisboa, Crónica Anedótica faz-nos respirar e sentir o pulsar de capital portuguesa no final dos anos 20
Flak Ensemble
Flak (compositor de: Rádio Macau, Microaudiowaves...)
entrada 7,5 euros
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23 outubro 2007
Pela Cordoaria
no PACK
******************************
Até 1 de Dezembro, nos espaços da actual Reitoria, a exposição Pack, concebida a partir dos trabalhos efectuados pelos estudantes finalistas do curso de Mestrado em Práticas Artísticas Contemporâneas da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Com este projecto pretende-se promover o encontro da Universidade com a prática da arte contemporânea.
Esta exposição, comissariada por Fernando José Pereira e Cristina Mateus (docentes da U.Porto) e com espaço desenhado pela Arquitecta Inês Moreira, será constituída por 20 peças representativas das actuais hipóteses de intervenção no âmbito das artes visuais, proporcionando a co - existência de pinturas com vídeos, instalações tridimensionais, peças sonoras, etc.
Com o propósito de ampliar a discussão em torno da exposição, está prevista, entre outras acções, a realização de visitas guiadas à exposição, orientadas por Jurgen Bock (curador da participação portuguesa na Bienal de Veneza deste ano) e Miguel Von Haffe (responsável pelo projecto Anamnese de Fundação Ilídio Pinho e responsável pela área das Artes Plásticas na Porto 2001, Capital Europeia da Cultura). Existe a convicção de que este evento marcará a Universidade e a Cidade pelo carácter inédito da iniciativa e pelo cunho de actualidade das peças expostas, directamente acessíveis à comunidade académica e ao público em geral que frequenta a cidade do Porto.

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12 outubro 2007
Instituto Abel Salazar lança programa de bolsas em cinco áreas da Medicina
O Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS), da Universidade do Porto, anunciou hoje que o programa de bolsas de investigação para alunos do curso de Medicina vai arrancar com projectos em cinco áreas científicas.
Os cinco projectos seleccionados referem-se a cardiologia de intervenção nuclear, lesões medulares, distúrbios de imunidade, disfunções sexuais e disfunções miccionais.
Para António Sousa Pereira, presidente do Conselho Directivo do ICBAS, os cinco projectos seleccionados são "um bom começo" para este programa de bolsas de investigação. Na intervenção que proferiu na cerimónia de apresentação do programa, Sousa Pereira manifestou a convicção de que a iniciativa mobilize um número crescente de alunos para a investigação clínica.
Cada um dos alunos seleccionados para este programa terá um orientador e um co-orientador do seu projecto de investigação, numa parceria entre o ICBAS e o Hospital Santo António. O programa de bolsas de investigação lançado pelo ICBAS envolve para este ano um investimento de 40 mil euros, integralmente assegurados pela empresa farmacêutica Roche.
António Sousa Pereira assegurou que a farmacêutica "aceitou ser parceiro neste projecto sem a pretensão de interferir nos projectos de investigação clínica que forem desenvolvidos".
Este projecto, inédito no país, tem como principal objectivo fomentar a investigação clínica em Portugal, numa altura em que são poucos os médicos que se dedicam à investigação.
Fonte:Público
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29 agosto 2007
A Guerra como ela é !
É o American Dream visto pelos olhos e eternizado na objectiva da fotografa Nina Berman, vale a pena visitar o site e ver o resto das fotos (desta e outras séries e a secção de multimédia).
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14 maio 2007
I Jornadas de Fotografia da Univ. do Porto
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