16 julho 2009
05 maio 2009
Vasco Granja - Hoje e Sempre
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07 março 2009
Sita sings the blues
Apesar de já ter recebido alguns prémios ainda não houve vontade de o colocar no mercado comercial. À falta de vontade das distribuidoras e com a vontade do público a realizadora colocou o filme na versão integral na internet para toda a gente. Podem vê-lo aqui
20 fevereiro 2009
Simpsons for real...
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19 fevereiro 2009
Simpsons em alta definição
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18 fevereiro 2009
Plympton, ainda mais um pouco nas noites de cinema
Podem ainda assistir a uma entrevista de 22 minutos (parte 1 + parte 2) com Plympton, que foi exibida no programa “One on One” da Al Jazeera (ingl.) no dia 16 de Janeiro de 2009.
É muito boa a entrevista. Uma parte interessante que mostra uma nova maneira de ver as suas criações é quando ele justifica porque faz frame por frame as suas animações, além de contar que se diverte muito a faze-lo, completando: “Os personagens são como os meus bonecos e eu sou como Deus, criando um mundo e controlando o que essas pessoas estão a fazer”.
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Plympton, a revolução na animação

Bill Plympton é já um visitante assíduo do Fantasporto, este ano com especial destaque para a edição inédita em Portugal em DVD de algumas das suas obras. A sua última longa metragem “Idiots and Angels” encontra-se em competição na categoria Cinema Fantástico. Este filme de 2008 é tido como o mais negro e satirico de todos os seus filmes e conta com uma banda sonora de luxo: Tom Waits, Moby e Pink Martini são alguns dos nomes que o musicam.
Nunca são demais as vezes que visionamos alguns dos seus trabalhos e destacam-se os seus trabalhos do fim dos anos 80, como as animações: “One of Those Days”, “How to Kiss”, “25 Ways to Quit Smoking” e o famoso “Plymptoons”, altura em que se começa a destacar e a preparar animações financiadas por si próprio. Com a utilização nos seus argumentos de uma linguagem mais adulta, mostrando nudez, violência e revelando o lado “negro” do humor das pessoas, Plympton ajudou a construir uma linguagem que conhecemos hoje nas animações. Desmistificado o preconceito de que animação só serve para entreter crianças abre-se aqui o caminho para o que são hoje as grandes produções de séries como os Simpsons ou o American Dad mas também para animação em longas metragens onde o humor utilizado e as técnicas de escrita permitem dois níveis de público. Crianças e adultos partilham nos dias de hoje ícones da animação e conseguem extrair do mesmo argumento e filme dois sentidos, o lúdico e de diversão e o humor político ou com grandes marcas de sátira social.
Pedro Ferreira
Publicado no especial Fantasporto da Rascunho.net
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21 janeiro 2009
20 janeiro 2009
A valsa do terror por José Goulão *

As mais genuínas representações da tragédia da guerra são proporcionadas por quem nela alguma vez esteve envolvido. Por isso, a Valsa com Bechir composta pelo realizador e ex-soldado israelita Ari Folman é um hino que alarma as nossas consciências perante a diplomacia do canhão eleita como um culto dos nossos dias.
O leitor terá encontrado nestas palavras de introdução uma sequência de contra-sensos que podem deixá-lo intrigado. Valsa não condiz com a guerra, é obra de músico romântico e não de realizador de cinema com passado militar; a diplomacia deve estar associada à arte de pelejar com a palavra; o hino é um género musical que não se dançava nos aristocráticos salões de Viena e que, além disso, é criado para empolgar, não para alarmar.
São contra-sensos aparentes; a guerra, ao invés, é um contra-senso real e Ari Folman, porque rodopiou nos seus turbilhões sangrentos e captou com sensibilidade crua a degeneração dos seres humanos que a cultivam e levam outros a envolver-se, está na situação ideal para a desmitificar.
Valsa com Bechir, porém, não é uma mensagem, um panfleto, uma arma política, um exercício demagógico. É tão-somente uma obra de arte colocada à mercê dos nossos sentimentos, juízos e sentido crítico, das nossas reflexões e elaborações. É um filme de uma honestidade à prova de bala.
Um dia, entre algumas cervejas num bar de Telavive, um antigo companheiro de armas confidenciou a Ari Folman a recorrência dos seus sonhos envolvendo exactamente 26 cães ferozes. Penetramos assim na invasão israelita do Líbano em 1982 e avançamos através dela, a caminho de Beirute, ao mesmo tempo que Folman vai reconstruindo o puzzle do seu envolvimento nessa guerra através de entrevistas com outros antigos militares – sete verdadeiros e dois de ficção. Nenhum deles, incluindo o cineasta, se lembrava desse episódio das suas existências: o guião é o encontro doloroso de cada um com a memória crua da guerra; e os 26 cães do sonho de Boaz, que naquele tempo alertavam os aldeões do Sul do Líbano para a chegada dos militares invasores, foram abatidos um a um pela arma certeira e sem oposição do soldado, transformando-se depois em assombrações para o resto da sua vida.
Ari Folman escolheu a animação para transmitir o ambiente onírico, em registo de pesadelo, em que se desenvolve todo o filme. A reconstrução dos cenários e ambientes de Beirute naquele escaldante Agosto é de um rigor quase compulsivo; as cores sombrias fazem-nos flutuar entre o sonho e a realidade; os retratos das personagens aproximam-se do realismo e da dureza tão reais e brutais como a guerra, explodindo por fim nas imagens verdadeiras que fecham a acção; a banda sonora é preciosa, desde o Enola Gay – «ontem devias ter ficado em casa» – com que os Orchestral Manoeuvres in the Dark nos instalam nos anos oitenta com as imagens revoltantes de Hiroxima, às baladas de fanfarronice desatoladas dos pântanos do Vietname para ritmar agora as andanças cruéis do Exército de Israel.
A Valsa com Bechir conduz-nos através do outro lado da propaganda oficial israelita perante a guerra. Para enquadrar o filme no tempo poderá recordar-se que Bechir, o nome associado ao título e cujo retrato afixado nas paredes de Beirute pontua a cena mais simbólica da acção, é Bechir Gemayel, então presidente eleito do Líbano numa votação em que o quórum parlamentar foi alcançado através de sequestros de deputados cometidos pelas milícias falangistas cristãs do Líbano, aliadas de Israel. Bechir tinha sólidos contactos com as mais altas instâncias israelitas e a sua «eleição» foi festejada com solene jantar pelos serviços secretos de Israel (Mossad) porque pela primeira vez «um dos seus» tinha chegado a tão elevada posição num país árabe. Projectava-se, a curto prazo, uma aliança entre o Líbano e Israel que iria alterar profundamente as relações de forças no Médio Oriente quando Bechir foi morto na sequência de um atentado bombista contra o quartel-general do seu partido. Responsabilizando os palestinianos pela operação, as milícias falangistas, apoiadas e protegidas pelo exército israelita, dedicaram-se então, durante três dias de Setembro, à chacina sistemática da população desprotegida dos campos de refugiados de Sabra e Chatila, nos subúrbios de Beirute Ocidental. O massacre foi possível porque as forças armadas palestinianas – que tinham defendido Beirute Ocidental dos invasores juntamente com as resistências civis libanesa e palestiniana – já tinham abandonado o Líbano mercê de um acordo internacional alcançado por um negociador norte-americano, Philip Habib, segundo o qual a operação seria fiscalizada por forças internacionais de interposição. Estas saíram do terreno antes do prazo estipulado e logo que o último soldado palestiniano embarcou as tropas de Israel fizeram o que lhes estava vedado pelo acordo: entrar em Beirute Ocidental. É neste contexto que se realiza a chacina dos refugiados palestinianos de Sabra e Chatila. Ari Folman e os seus companheiros de armas estavam entre os soldados israelitas que montaram guarda, testemunharam e até iluminaram, porque nem a noite travou os carniceiros, o assassínio a sangue frio de centenas e centenas de seres humanos indefesos. A Mossad e a Central Intelligence Agency (CIA) sabiam, porém, que o atentado contra Bechir Gemayel fora cometido por sectores ligados aos serviços secretos sírios e não por palestinianos.
O filme A Valsa com Bechir incide sobre acontecimentos de 1982 mas tem uma actualidade gritante. Começou a nascer nos tempos do grande fracasso militar israelita de 2006, também no Líbano, exibe-se em Lisboa e corre mundo enquanto este assiste à tragédia de Gaza. É, afinal, um filme sobre 30 anos de guerra e que, olhado com a atenção que requer, transporta um conjunto de importantes certezas: não há uma solução militar para o conflito entre Israel e os palestinianos; as principais vítimas das operações militares israelitas são sempre os civis – em Gaza ou Jenine, como em Sabra e Chatila –; as instâncias mundiais com poder de decisão têm sido de uma ineficácia absoluta pelos sucessivos ciclos de violência e correspondentes tragédias humanitárias; e a geração israelita seguinte à de Ari Folman e seus companheiros de armas será igualmente afectada pelo stress pós-traumático e outros graves distúrbios de guerra.
* Jornalista
Via Le Monde Diplomatique Portugal
11 dezembro 2008
06 outubro 2008
Simpsons - Yes We Can
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14 maio 2008
::::: Speechless :::::
The Piano, uma curta metragem animada de Aidan Gibbons com música de Yann Tiersen. Uma retrospectiva da vida um velho através da musica do seu piano. Esta animação foi feita em 2003 quando o autor tinha apenas 18 anos e foi produzida para um trabalho de animação digital na universidade.
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09 maio 2008
Cordão Cultural pela preservação do Bolhão...

10,30H às 18:00H
No Sábado todo o Mercado do Bolhão vai estar repleto de Música, Dança, Teatro, Artes Plásticas, Arquitectura...
Irá ser feito o Corte de Trânsito para montagem de PALCO - TRABALHADORES DO COMÉRCIO JÁ CONFIRMADOS
Estão confirmados:
-Tunas Académicas ( Tuna de Dentária e Tuna da E.S.A.P)
-Bandas Portuenses
-Fados de rua
-Intervenções de Teatro
-Ranchos Populares
-Exposições, Exibição de Documentário sobre Arquitectura e Património
-Atelier de Pintura ao ar-livre, com mestres das Artes Plásticas
-Visitas Guiadas ao Mercado
-Entre vários Músicos e Bandas:
Ana Deus
Convinha
Paulo Praça
Trabalhadores do Comércio
APARECE !
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29 fevereiro 2008
Porque esta semana é do cinema... há coisas fantásticas para além do fantástico !
A curta metragem, com cerca de 17 minutos, é o primeiro stop motion profissional dirigido por Chris Lavis e Maciek Szczerbowski, esteve no Cinanima 2007 onde foi premiada com o Grande Prémio CINANIMA 2007 em ex-aequo com o The Pearce Sisters de Luis Cook.
É uma curta para se ver diversas vezes, tomando o cuidado de entrar no universo proposto, prestando atenção ora nos maravilhosos cenários, figurinos e produção, ora na banda sonora e nos efeitos que acompanham a edição. Os personagens também são um detalhe à parte, com olhos humanos, os criadores conseguiram entregar a sensibilidade necessária à curta. As técnicas de animação simulam com perfeição a realidade, incrível! Gostei especialmente da colocação de olhos reais sobre os personagens construídos. Acrescentou bastante a todo o ambiente. Os cenários são fantásticos, verifiquem todas as diferentes bagagens, roupas, acessórios, e todas as coisas enfiadas no comboio. Verifiquem como os personagens foram desenvolvidos, como as suas expressões são realmente intencionais. Depois verifiquem a edição, com nota especial para a forma como os efeitos sonores (e a música) estão misturados com a composição visual. Apesar disso, não é um filme para todos os gostos, disse a critica...
Aqui fica em duas partes:
...e o making of:
22 fevereiro 2008
It's the end of the world as we know it....
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12 fevereiro 2008
Fish Never Sleep
Animação de Gaelle Denis.
Sinto-me peixe, sinto-me este peixe. Não sei porquê a identificação com esta animação... [ironia subtil]...
15 janeiro 2008
50 anos de Estrunfres - a.k.a. Smurfs
O "pontapé de saída" das festividades foi dado hoje em Bruxelas, terra natal de Pierre "Peyo" Culliford - assim como de outros grandes criadores de Banda Desenhada, casos de Hergé e Franquim -, numa conferência de imprensa com a participação da viúva e filhos do autor, e de outros membros da vasta equipa que mantém os "estrunfes" em actividade mesmo após a morte do desenhador, em 1992.
Entre as iniciativas previstas para todo o ano, contam-se a edição, ainda este mês, de mais um álbum de banda desenhada - com o título original "Les Schtroumpfs et le livre qui dit tout" (os estrunfes e o livro que diz tudo) -, novos episódios de "desenhos animados" a serem difundidos em numerosos países (incluindo Portugal), um filme de animação em três dimensões, e a aposta em livros de actividades, jogos (também na Internet) e estatuetas comemorativas para coleccionadores.
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19 dezembro 2007
Bee Movie - zum zum do principio ao fim

Mas será com certeza, e com toda a justiça, em Jerry Seinfeld que se pensa, quando se assiste à projecção de "A história de uma abelha".
Apesar de se encontrar disfarçado desse animal que nos zumbe aos ouvidos e pode afectar gravemente se nos picar, mas que cumpre uma extraordinária função no ciclo natural da vida, podemos descortinar claramente em "A história de uma abelha" a personalidade de um comediante a que ninguém consegue resistir e que conhecemos sobretudo da já lendária série de televisão, simplesmente denominada "Seinfeld", que animou os lares dos Estados Unidos e do resto do mundo, entre 1989 e 1998.

A versão portuguesa está a cargo de Nuno Markl, que é capaz de confessar genuinamente a sua reverência para com Seinfeld (que, aliás, foi conhecer a Madrid há poucos dias) sem que isso o proíba de fazer o seu próprio trabalho.
21 novembro 2007
My Baby Just Cares For Me
Nina Simone e animação... só porque gostamos dela. E só isso já chega.
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