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21 janeiro 2010

Galeria | Oficina | Info-Activismo - uma tarde em cheio nas Inaugurações de Miguel Bombarda

No próximo dia 23 de Janeiro pelas 14h o Núcleo de Jornalismo Académico do Porto abre as portas para uma tarde em cheio nas inaugurações simultâneas das galerias de Miguel Bombarda.


Aderimos ao Ano Europeu da luta contra a Pobreza e a Exclusão Social que se celebra em 2010 com um convite à reflexão sobre o papel do jornalismo e da informação na criação de impacto e de mudanças positivas. O lançamento global, em parceria com a ONG internacional Tactical Technology Collective, do documentário 10 Tactics pretende apresentar uma série de activistas de direitos humanos que adoptaram estratégias de comunicação que lhes permitem transformar informação em acção. Convidamos para uma discussão informal o Centro de Média Independente - Indy Media Portugal - e o Hacklaviva e alargamos o convite a todos os que queiram participar.

O documentário será precedido pela Oficina de Design para uma Redacção Livre onde o colectivo Hacklaviva desafia uma sala de redacção a funcionar apenas com software livre.
Com equipa renovada, a Galeria apresentará duas instalações de jovens artistas e designers do Porto.

Ficamos a aguardar a tua visita!
Segue o programa completo abaixo.


14.00 Inauguração das Galerias Jup

Sala 1 - O que te move | Uma instalação que também é uma proposta para ti. Um espaço de Liberdade num cheio de cartão, uma folha em branco, pronta a ser ocupada. | Por Ana Castro e Susana Lage

Sala2 - Três Projectos, um Espaço. | "Tanto o som como a imagem dão uma resposta a outra mão. Uma que fala e outra que responde"

"(...) filmagens feitas por várias pessoas contendo múltiplas personagens e situações ou locais por onde tivesse passado e onde estaria"

"(...) em cada garrafa guardo a minha voz, associando cada uma delas as notas de escala"

Por Rebecca Moradalizeh


14.30 - 17.30 Oficina de Design para uma Redacção Livre

Uma redacção a funcionar apenas com software livre? É o objectivo de uma colaboração entre o JUP e o Hacklaviva. Nesta oficina, vamos falar sobre o que é o software livre e as suas implicações na prática criativa, associativa e editorial. Depois veremos como hoje é possível tratar fotografia, criar gráficos e tipografia, paginar, editar áudio e montar vídeo com ferramentas livres. Traz o teu portátil e vem passar uma tarde connosco a descobrir novas formas de fazer o teu trabalho.

http://www.hacklaviva.net


18.00 Documentário & Debate

"10 tactics", 10 tácticas para transformar informação em acção é um filme onde são contadas histórias de 25 activistas de direitos humanos à volta do mundo que adoptaram com sucesso estratégias de comunicação e tecnologias digitais para criar impacto e mudanças positivas.

http://www.informationactivism.org | Com a presença dos colectivos Hacklaviva e Centro de Média Independente - Indy Media Portugal


23 de Janeiro de 2010 a partir das 14h

Núcleo de Jornalismo Académico do Porto | JUP.PT

espacosjup.blogspot.com | jup@jup.pt | 22 202 52 68

Estamos no Facebook | Twitter: @njapju | @juponline | Linked In

13 janeiro 2010

Memória dos Muros. Palestina à conversa com Dana Elborno e Lara Elborno.


Dana Elborno é estudante de jornalismo e activista. Lara Elborno é estudante de direito e também activista. As duas vão estar pelo Porto evem partilhar connosco as suas recentes experiências no campo. À conversa e com fotografias sobre o território da Palestina e em debate sobre a actual situação politica.

Sábado, 16 de Janeiro às 17 horas
Sede do SOS Racismo Porto
Rua do Almada, 254, dtº 3º dtº

10 dezembro 2009

19 anos de SOS Racismo em conversa e festa


Temos Festa! 19 anos do SOS Racismo em Conversas à Solta a partir das 21h30 de sexta-feira, dia 11 de Dezembro na Sede do Porto na Rua do Almada. Depois Sons do Mundo com os Djs Ruba Linho e Pedro Ferreira. Aparece!... e traz um@ amig@ também.

Sexta-feira, 11 de Dezembro de 2009 21:30
Local:Sede SOS Racismo, Porto. Rua do Almada, 254, dtº 3º dtº (Toca à campainha)

08 setembro 2009

Fazer agenda para o fim-de-semana....



30 junho 2009

Cultura do Eixo Atlântico em V.N. de Gaia


Aqui se encontra o cartaz de Gaia-Capital da Cultura do Eixo Atlântico, 2009 e os ciclos de debates que vão realizar-se desde 2 a 11 de Julho na Biblioteca Municipal de Gaia e que teve como co-organizadora a Kalandraka que convidou a Deriva a estar presente num debate com a Afrontamento, Bruá, Calendário de Letras e a própria Kalandraka a 11 de Julho.

Derivado do Deriva das Palavras

25 maio 2009

Seminário Sobre Não Violência


No âmbito da Marcha Mundial pela Paz e a Não violência queremos convidar todos a participarem numa tarde de reflexão e prática sobre a raíz da violência e como podemos contribuir para que a Paz e a Não -violência façam parte do nosso processo pessoal e da sociedade em que vivemos.
Assim, no próximo sábado dia 30 de Maio entre as 15h.30m - 18h, na Casa da Cultura da Junta de Freguesia de Paranhos (Largo Campolindo, 7 - Porto), esperamos por todos para trabalharmos em conjunto.

Aproveitamos para informar ainda que de 5 a 15 de Junho a Marcha Mundial fará, a nível mundial, nova campanha de adesões a esta Marcha. Em breve enviaremos o calendário de actividades, mas desde já solicitamos o apoio de todos que, junto de amigos, conhecidos, colegas de trabalho, etc, divulguem esta Marcha e incentivem mais pessoas a aderirem através da nossa página e a participarem nas diversas actividades da mesma.

Continuem a “marchar” connosco por um mundo de Paz e Não-Violência!!

www.marchamundialpt.org

22 maio 2009

Olympe. La décapitée de la République.


25 de Maio - 20h30

Instituto Franco-Português (Av. Luís Bivar, 91, Lisboa)

«Olympe, la décapitée de la République»

Leitura encenada por Elsa Solal e Diogo Dória
Seguido de um debate sobre

A MULHER NA POLÍTICA

com
Elsa Solal
(escritora, actriz e professora universitária)

Diogo Dória
(actor)

Irene Pimentel
(historiadora)

Maria Belo
(psicanalista, ex-deputada europeia e professora universitária)

Sandra Monteiro
(directora do Le Monde diplomatique - edição portuguesa)

A entrada é livre.

20 abril 2009

18 abril 2009

Pensar o Trabalho, Agir contra a Precariedade - Amanhã nos Maus Hábitos


Clique na imagem para aumentar

16 abril 2009

Pensar o Trabalho, Agir contra a Precariedade


JORNADAS DO MAY DAY PORTO
domingo 19 de Abril
Maus Hábitos (R. Passos Manuel), das 15 às 19h30


O May Day é um processo que pretende juntar pessoas e juntar ideias contra a precariedade e pelos direitos do e no trabalho. É também um processo para pensar o mundo em transformação e os desafios que as mudanças no mundo do trabalho e da vida colocam ao activismo.
Por isso, o May Day Porto promove umas Jornadas de Reflexão: “Pensar o Trabalho, Agir contra a Precariedade”, que vão decorrer já no próximo dia 19 de Abril, no Porto. Serão um momento de formação, não apenas em torno dos conceitos, mas da realidade do Código de Trabalho e do que nos podem ensinar as experiências sindicais e de organização de precários que têm acontecido noutros pontos do nosso mundo: a começar pelo May Day na Galiza, mas também as experiências do sindicalismo de movimento social que têm lugar na Ásia ou na América Latina.
Assim, pretende-se criar um espaço aberto de debate e troca de ideias que possa tornar a nossa acção mais pensada e dar-lhe mais instrumentos de interpretação e de combate – ou seja, que a torne mais forte. Convidámos algumas pessoas para introduzir duas discussões, mas queremos que daí nasça o confronto e partilha entre todos.

As Jornadas são abertas a todos e a todas. Contamos contigo. Aparece e passa palavra.

15-17h - primeira conversa

O que é que mudou no mundo do trabalho?
O que é isso do (Pós)Fordismo? – José Ángel Brandariz García (professor de Direito da Universidade da Corunha)
Código do trabalho: o que muda e o que permanece? – José Castro (Jurista)

17h30 - 19h30 - segunda conversa

(Novas) Respostas da Classe Trabalhadora
Trabalho no call-centre e acção sindical: relato de uma experiência - Ricardo Salabert (operador call-centre, membro do SINTAV e do FERVE)
Desafios do sindicalismo em tempos de globalização neoliberal – Hugo Dias (sociólogo, doutorando na Universidade de Coimbra na área do sindicalismo)
Mayday e experiências de organização de precários: o exemplo galego - Antón Fernández de Rota (activista May Day, investigador em Antropologia na Universidade da Corunha)

15 abril 2009

TEMAS DE SEXOLOGIA em Serralves


16 Abr - 04 Jun 2009 - das 19:00 às 21:00 - Quintas - BIBLOTECA

À medida que o século XX se desdobrou, a Sexologia foi sendo encarada como mero sinónimo de um dos seus ramos – a Clínica. Deriva compreensível, se pensarmos que durante muito tempo a capacidade de intervenção terapêutica na área era diminuta, para frustração dos técnicos e desespero silencioso dos portadores de disfunções sexuais. Os protocolos de Masters e Johnson na década de sessenta e os mais recentes avanços medicamentosos transformaram por completo a situação, proporcionando alívio a maleitas que infernizavam a vida de indivíduos e casais.
Acontece que a Sexologia, entendida como o estudo multidisciplinar da Sexualidade, ecrã privilegiado de culturas e momentos históricos, sobreviveu mal – por culpa nossa… - a consultórios, análises, exercícios e receitas. Quase de um momento para o outro, dir-se-ia que, amuada, se transferira com armas e bagagens para a esfera de disciplinas que mantinham uma relação cortês mas distante com Psicologia e Medicina, como a Sociologia e a Antropologia. Quando muito, em vez de abrigar diversos olhares e saberes, saltitava de casa em casa, qual mãe viúva que aceita a hospitalidade dos vários filhos.
Eu e muitos outros não nos resignamos a tais espartilhos, os abençoados avanços clínicos não implicam o abandono da abordagem global da Sexualidade preconizada por homens e mulheres no início do século XX, por vezes com risco da própria vida, como na Alemanha nacional-socialista. Por isso o curso desta Primavera, a exemplo do que levámos a cabo no Outono de 2008, se debruçará sobre temas que não permitem ignorar as vertentes histórica, geográfica e cultural da Sexualidade. Por nostalgia de algum rigor? Certamente! Mas, sobretudo, pelo enorme gozo que tal viagem proporciona.
Temas a abordar: Auto-erotismo; A construção do conceito de Homossexualidade (I e II); O Amor nos Tempos Modernos (I e II); As metáforas da SIDA; Sexualidade e Envelhecimento; A História da Sexologia.

Concepção e orientação: Júlio Machado Vaz

Para se inscrever, imprima a ficha de inscrição (através do link abaixo), preencha-a e envie juntamente com o pagamento para a Fundação de Serralves.
http://www.serralves.pt/fichasinscricao/2009/ficha%20de%20inscri%E7ao%20WEB_%20Temas%20Sexologia.pdf

14 abril 2009

PENSAMENTO CRÍTICO CONTEMPORÂNEO


28 de Abril a 28 de Maio de 2009
3ªs e 5ªs das 18h30 às 20h30

Associação Arte à Parte
Rua Fernandes Tomás, n.º 17,1.º,
Coimbra


Depois do sucesso das edições realizadas em 2008, em Lisboa, vai decorrer um novo curso, de 28 de Abril a 28 de Maio de 2009, desta feita em Coimbra. Tomando como eixo um amplo conjunto de autores contemporâneos, este curso pretende mapear algumas das principais problemáticas que hoje desafiam um pensamento crítico. Desenrolando-se ao longo de dez sessões em forma de seminário, o curso decorrerá na sede da associação Arte à Parte.
O valor de inscrição é de €15, dando acesso a todas as sessões e a todos os materiais de leitura (Atenção: Lugares limitados). Para quem pretender assistir apenas a uma ou outra sessão, há um regime de entrada avulsa mediante o pagamento de 3€. Este regime, todavia, está sujeito à disponibilidade de lugares em cada sessão, não havendo possibilidade de reserva prévia.

As inscrições deverão ser feitas através de email (cursopcccoimbra@gmail.com). Para mais informações, consulte o blogue da iniciativa: http://cursopcccoimbra.blogspot.com/

PROGRAMA

28 de Abril

Stuart Hall por António Sousa Ribeiro
Néstor García Canclini por Paulo Raposo

30 de Abril

Noam Chomsky/Paul Feyerabend por Rui Tavares
James Scott por José Manuel Sobral

5 de Maio

David Harvey por Hugo Dias
Slavoj Žižek por Nuno Ramos de Almeida

7 de Maio

Pierre Bourdieu por Nuno Domingos
Luc Boltanski por Arriscado Nunes

12 de Maio

Michel Foucault por Jorge Ramos do Ó
György Lukács por Frederico Ágoas

14 de Maio

André Gorz por José Nuno Matos
Guy Debord por Ricardo Noronha

19 de Maio

Gayatri Spivak por Adriana Bebiano
Rosi Braidotti por Maria Irene Ramalho

21 de Maio

Antonio Negri por José Neves
Alain Badiou por Bruno Peixe

26 de Maio

Louis Althusser por António Pedro Pita
Gilles Deleuze por Nuno Nabais

28 de Maio

Ernst Bloch por Miguel Cardina
Theodor Adorno por João Pedro Cachopo

ORGANIZAÇÃO:
UNIPOP, Organização Coimbra

APOIOS:
Arte à Parte, CEIS20, CES, Númena, RUC

01 abril 2009

Handle with love in conversation


Conversa com
Rui Manuel Vieira, Jasg, Joana Mateus, Manuela São Simão

21h30 > 3 de Abril
Espaço Ilimitado -Núcleo de Difusão Cultural
Rua de Cedofeita, 187 - 1º, 4050-179 Porto
Tel.- (+351) 91 3812544

31 março 2009

Quanto vales tu, precário/a?


Trabalho e emprego na era da precariedade

debate:: segunda-feira :: 6 de Abril :: 21h30 :: Cooperativa Árvore
(Rua Azevedo de Albuquerque, nº 1, ao Passeio das Virtudes)


Dizem-nos que o trabalho mudou e que chegou o tempo da flexibilidade. Dizem-nos que a protecção social é um resquício de outro tempo, que o pleno emprego é uma miragem, que o direito ao trabalho é coisa do passado e que o trabalho é apenas mais uma mercadoria. Dizem-nos que não há alternativas e que a única solução é adaptar-nos ao novo mundo do trabalho sem direitos.
Em Portugal, como no mundo, o trabalho mudou. Mas de que falamos quando falamos das mutações no mundo do trabalho? E o que significa exactamente a precariedade? Como se repercute no mundo da vida? Quem são os 2 milhões de pessoas em situação precária em Portugal? Como pensar novas formas de protecção social para estes trabalhadores? E a precariedade, tantas vezes apresentada como inevitabilidade, não é afinal um conjunto de novas formas de exploração no trabalho? Que formas são essas? E mediante estas transformações, como se fazem ouvir os direitos dos trabalhadores? Como reagem os sindicatos e que novas formas de organização são possíveis? Qual o papel da luta social e qual o papel do direito do trabalho nesta nova situação? O que se passou com o Código do Trabalho? E que reivindicações e que combates se impõem hoje para o precariado?

Convidando especialistas e activistas, o May Day Porto promove o debate sobre o trabalho e o emprego na era da precariedade. Juntarmos-nos no dia 6 de Abril para conhecer, para pensar em conjunto, para discutir e para transformar. O debate é aberto a todos e a todas.

06 março 2009

Formação Direitos Humanos - Observatório Direitos Humanos - IIº módulo


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27 fevereiro 2009

Derivas de Fevereiro na BMAG no Porto - Hoje e amanhã estou por lá


Desde há muito, senão desde sempre, a Escola resiste às novas expressões artísticas, venerando e valorizando um cânone, enquanto que, paradoxalmente, remete os clássicos para o ostracismo. Da modernidade, a escola filtra apenas o que lhe interessa criando unicamente o homo-automatus capaz, com dificuldade, de escrever um contrato, um requerimento ou um verbete. Os media cumprem o seu papel normalizador e reduzem a Escola a um mapa de fait-divers. A poesia, as expressões plásticas, a música, o teatro tornaram-se corpos estranhos à Escola. Coisas meramente decorativas e ao serviço de actividades de circunstância. Falta-lhe, à escola, fôlego e coerência, irreverência e criatividade. Contra o carácter redutor dos programas, propõe-se, agora mais que nunca, uma acção que vise a criação e uma deriva de liberdade que tenha em conta as capacidades e interesses humanos na Escola. Cidadãos autómatos ou autónomos? A literatura deve ou não fazer-se na escola? As bibliotecas escolares são um depósito de livros, professores e outros computadores? Os media como instância de socialização a par da Escola ou contra a Escola? Há lugar para novos criadores?

Sexta-feira, 27 de Fevereiro
9:45 – Entrega de documentação
10:00 – Abertura
10:30 – José António Gomes - Os Clássicos não são coisa do passado
11:00 – Paula Cruz – O desalinho na poesia que se dá a ler: o lugar dos poetas do séc. XX/XXI na escola
11:30 – Isabel Sousa – Bibliotecas Públicas e a Língua Portuguesa - Para quê?
Debate
12:30 – Intervalo para almoço
14:30 – Luísa Portal – Teatro Nacional de São João: 12 anos de experiência(s) com a(s) escola(s)
15:00 – António Tavares Lopes – Formas e formatações da expressão individual na Web
15:30 – Suzana Ralha – Música, Poesia e Escola
16:00 – Emílio Remelhe – Entre o Modelo e o Novelo. A Escola como palimpsesto
Debate

Sábado, 28 de Fevereiro
10:30 – Rui Pereira – (N)a Escola face aos Media
11:00 – Pedro Eiras – Para que serve a Literatura?
11:30 – Américo Lindeza Diogo – Configuração Arte-Escola-Humanismo. Relações entre Literacia e Arte. Usos da Literatura. Artes e Media
Debate
12:00 – Encerramento
12:30 – Distribuição dos Certificados de Presença

Também podem acompanhar em directo pelo Twitter de Pedro Ferreira.

12 fevereiro 2009

Guerra em Gaza Sacode o Médio Oriente


GUERRA EM GAZA SACODE O MÉDIO ORIENTE
Que papel para os EUA, a UE e a ONU?


Com a participação de

José Goulão (jornalista)
Pedro Pezarat Correia (professor de geopolítica e geoestratégia)

O debate terá lugar na zona do bar do Instituto Franco-Português, no dia 12 de Fevereiro, quinta-feira, às 21h30.

A entrada é livre. Participe!

Com base no dossiê «Guerra em Gaza sacode o Médio Oriente», publicado no número de Fevereiro do Le Monde diplomatique - edição portuguesa, que inclui os seguintes artigos:

• «Consequências imprevistas da guerra contra os palestinianos» (Alain Gresh) - ver excerto abaixo
• «Quanto maior é a mentira…» (Dominique Vidal)
• «Da simetria assimétrica aos silêncios atroadores» (José Goulão) - ver excerto abaixo
• «Em Gaza, Golias fala hebraico» (Tom Segev)
• «Já só nos resta a perseverança» (Leila Farsakh)
• «Quando Israel e o Irão se aliavam discretamente» (Alastair Crooke)
• «Um lugar em pranto» (John Berger)
• Inédito no sítio Internet do jornal: «Desprezo pelo direito: uma impunidade que perdura (1947-2009). Resoluções da ONU não respeitadas por Israel».

11 fevereiro 2009

10 Anos de Correntes D' Escritas


Encontram-se esta semana na Póvoa de Varzim 130 escritores de expressão ibérica. O Correntes d'Escritas, na décima edição, abre oficialmente hoje com os nomes dos vencedores dos três prémios literários em jogo.
O Correntes agora no renovado Museu Municipal de Etnografia e História da Póvoa de Varzim, onde o ministro da Cultura, José António Pinto Ribeiro, divulgará o vencedor do Prémio Casino da Póvoa – assim como os prémios Correntes d’Escritas/ Papelaria Locus e Conto Infantil Ilustrado Correntes d’Escritas/ Porto Editora. Esta será a cerimónia oficial de abertura, agendada para as 11h00.
Já com um nome que se junte a Ruy Duarte de Carvalho, Ana Luísa Amaral, Carlos Ruíz Záfon, António Franco Alexandre e Lídia Jorge na lista dos galardoados com o principal prémio do Correntes – distinção instituída em 2004 e alternadamente atribuído a prosa e a poesia –, o encontro chega então ao seu albergue habitual, o auditório municipal, onde decorrem 10 mesas redondas até sábado, dia 14.

Ao todo, estão confirmadas presenças de 130 escritores – de Portugal, Angola, Argentina, Brasil, Cabo Verde, Chile, Colômbia, Cuba, Espanha, México, Moçambique, Peru, S. Tomé e Príncipe e Uruguai –, dos quais, adianta a organização, 30 são estreantes. Vão abordar temas que vão desde os desafios da escrita à Literatura como sentido último das coisas. O programa inclui também a apresentação do DVD Essa Palavra Sonho, de Ondjaki, e visitas dos escritores às várias escolas do concelho.
Estão ainda previstos dezenas de lançamentos, entre a Casa da Juventude (edifício contíguo ao auditório) e o Novotel Vermar, assim como outras actividades paralelas, seja a exposição De Caras com a Escrita, do fotógrafo Rui Sousa, no Diana Bar, sejam as exibições dos filmes É Dreda Ser Angolano, de Fazuma (vencedor do ViMus), e de Mal Nascida, o último filme de João Canijo, nos dias 11 e 12.

Noites de Inquietação