... pois é direitos iguais.
09 setembro 2009
Como se sentiria se tivesse que pedir a milhões de pessoas pela mão de quem ama ?
... pois é direitos iguais.
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06 março 2009
Formação Direitos Humanos - Observatório Direitos Humanos - IIº módulo
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28 dezembro 2008
Nós feministizámo-nos. E tu?
Na tentativa de incrementar uma mudança nas sociedades contemporâneas, reivindicamos um processo de feministização dos domínios político, económico e sociocultural. Exigimos a erradicação das práticas discriminatórias que transformam as mulheres em indivíduos de segunda. Levantamos a voz pela consecução da Igualdade de Género.
A militância feminista trouxe conquistas indubitáveis para a arena dos direitos das mulheres ocidentais, reflectidas designadamente no direito ao voto, à propriedade e ao divórcio, no acesso ao ensino e ao mercado de trabalho, na autonomia sobre o seu corpo. Contudo, a igualdade entre homens e mulheres não existe em nenhuma parte do planeta, prevalecendo repudiáveis violações dos direitos fundamentais.
Em todo o mundo, um bilião de mulheres, ou uma em cada três, foram violadas, espancadas ou sofreram algum tipo de violência. Uma em cada cinco mulheres será vítima ou sofrerá, pelo menos, uma tentativa de violação durante a sua vida. Os crimes de honra vitimam cinco mil mulheres anualmente, tendo particular incidência na Índia, Brasil, Marrocos, Paquistão, Turquia, Irão e Reino Unido. Em todo o mundo, faltam cerca de 60 milhões de mulheres devido ao feticídio e infanticídio. As mulheres jovens constituem 60% das vítimas de violência sexual em todo o planeta. Em contextos de conflito bélico, a violência sexual contra mulheres é usada como forma de intimidação, humilhação e vingança. Na Serra Leoa, por exemplo, entre 50 e 64 mil mulheres foram violadas por grupos armados. Todos os anos, quatro milhões de mulheres, homens e crianças são vítimas de tráfico, encontrando como destinos a prostituição, trabalho escravo, pornografia e mendicidade. Estima-se que dois milhões de crianças com idades compreendidas entre os 4 e os 12 anos sejam, anualmente, vítimas da Mutilação Genital Feminina. As mulheres representam 70% dos pobres em todo o mundo, realizam 2/3 do trabalho e auferem apenas 10% dos rendimentos mundiais. Embora as mulheres constituam a maioria do eleitorado, 84% dos parlamentares são homens.
Feministizemo_nos para:
1. Alargar a participação das mulheres na arena política, tornando-as vozes activas na mudança social;
2. Apostar na educação para a saúde, conscientizando para os efeitos nocivos de comportamentos de risco ao nível da sexualidade, dieta alimentar e consumo de aditivos;
3. Assegurar a vivência da sexualidade isenta de opressão, repressão ou coacção;
4. Banir o assédio moral e sexual das relações interpessoais, especialmente as de carácter laboral;
5. Circunscrever a violência física, psicológica e sexual contra homens e mulheres, promovendo a prevenção, educação e sensibilização dos indivíduos;
6. Combater a homofobia, transfobia, racismo, xenofobia, e misoginia;
7. Combater a feminização do VIH/Sida;
8. Combater a selecção pré-natal do sexo dos bebés, ritualizada através do feticídio;
9. Combater o casamento forçado de milhares de crianças e mulheres;
10. Digladiar contra a reprodução dos estereótipos de género na publicidade e nos média, incentivando a feministização das práticas jornalísticas;
11. Educar para a erradicação do duplo padrão de sexualidade, que julga de modo diferente iguais comportamentos em função do sexo a que o individuo pertence;
12. Erradicar o patriarcado das sociedades contemporâneas, cultivando, ao invés, uma maior equidade e justiça;
13. Erradicar os crimes de honra (apedrejamento, ataques com ácido, espancamento, …) que vitimam milhares de mulheres;
14. Erradicar práticas culturais nocivas e extremamente violentas como a Mutilação Genital Feminina;
15. Exigir a reformulação dos sistemas judiciais corrosivos dos direitos individuais;
16. Fomentar uma distribuição justa nas tarefas domésticas, tornando as funções de housekeeper e childcare em incumbências de ambos os sexos;
17. Garantir o acesso ao sistema de ensino de rapazes e raparigas, promovendo a sua participação em espaços culturais e recreativos;
18. Garantir o acesso das mulheres à propriedade e ao controlo dos bens de raiz;
19. Libertar o corpo feminino das determinações políticas e sociais;
20. Nivelar as remunerações de mulheres e homens que desempenham as mesmas funções, fazendo singrar a máxima ‘salário igual para trabalho de valor equivalente’;
21. Pelejar contra a esterilização forçada e outras práticas reprodutivas ofensivas dos direitos das mulheres;
22. Pôr fim ao tráfico de seres humanos que escraviza milhares de homens, mulheres e crianças em todo o mundo;
23. Promover a participação equitativa de homens e mulheres no mercado de trabalho, garantindo iguais condições de acesso, formação, permanência e ascensão;
24. Recusar a transformação do corpo da mulher num instrumento bélico;
25. Reduzir a taxa de mortalidade materno-infantil, defendendo uma melhor distribuição dos métodos de contracepção, a despenalização do aborto, uma assistência médica qualificada e cuidados de obstetrícia;
26. ….
Nós feministizámo_nos. E tu?
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27 junho 2008
Israel colorida a favor de todas as formas de amar
Polícias a cavalo, ou em posição nos telhados e varandas, canhões de água, helicópteros e dirigível de observação: a imponente segurança ao redor da manifestação da comunidade homossexual foi confiada a dois mil homens, tantos quantos os participantes.
Durante as anteriores edições, ocorreram incidentes violentos com a comunidade judia ortodoxa. Em 2005, um judeu ortodoxo esfaqueou três participantes no "Orgulho Gay", um dos quais ferido com gravidade, e foi condenado a 12 anos de prisão.
Haïm Oron, chefe do partido laico de esquerda Meretz, esteve presente:
"Vim apoiar os manifestantes e identificar-me com os seus objectivos: a sua luta não diz respeito apenas à comunidade gay mas a toda a sociedade pluralista de Israel".
"Queremos desfilar para protestar contra a violência e a discriminação, exclama, com a voz rouca, um travesti, vestido cinzento pérola e saltos altos.
É o sinal de partida da "Gay Pride".
"Não ao racismo e à violência, sim à igualdade dos direitos", gritam os manifestantes que agitam bandeiras e estandartes multicolores.
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31 janeiro 2008
Parar com o tráfico... pessoas não são mercadorias !
A organização Stop the Traffik luta contra o tráfego de mulheres para exploração sexual. Desta forma foi feita uma instalação numa feira de empregos em que uma banca falsa convidava mulheres a entrar numa sala para ver ofertas de emprego, do outro lado estava uma montra vermelha.
O blog da organização
O site oficial (disponível em PT)
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11 dezembro 2007
24 outubro 2007
Save Darfur

Em 2003, dois grupos armados da região de Darfur rebelaram-se contra o governo central sudanês, pro-árabe. O Movimento de Justiça e Igualdade e o Exército de Liberação Sudanesa acusaram o governo de oprimir os não-árabes em favor dos árabes do país e de negligenciar a região de Darfur. Em reação, o governo lançou uma campanha de bombardeios aéreos contra localidades darfurenses em apoio a ataques por terra efectuados por uma milícia árabe, os janjawid. Estes últimos são acusados de cometer grandes violações dos direitos humanos, inclusive assassinatos em massa, saques e o estupro sistemático da população não-árabe de Darfur. Os janjawid também praticam o incêndio de vilas inteiras, forçando os sobreviventes a fugir para campos de refugiados localizados em Darfur e no Chade; muitos dos campos darfurenses encontram-se cercados por forças janjawid. Até o verão de 2004, entre 50 000 e 80 000 pessoas haviam sido mortas e pelo menos um milhão haviam fugido, provocando uma grande crise humanitária na região. Em Setembro de 2004, o Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovou a Resolução no. 1564, que estabeleceu uma comissão de inquérito em Darfur para avaliar o conflito. Em Janeiro de 2005, a ONU divulgou um relatório afirmando que embora tenha havido assassinatos em massa e estupros, aquela organização internacional não estava em condições de classificá-los como genocídio, devido a "uma aparente falta de intenção genocida" (tradução livre do inglês). Em maio de 2006, o Exército de Liberação Sudanesa, principal grupo rebelde, concordou com uma proposta de acordo de paz com o governo. O acordo, preparado em Abuja, Nigéria, foi assinado com a facção do Movimento liderada por Minni Minnawi. No entanto, o acordo foi rechaçado tanto pelo Movimento Justiça e Igualdade como por uma facção rival do próprio Exército de Liberação Sudanesa, dirigida por Abdul Wahid Mohamed el Nur. Os principais pontos do acordo eram o desarmamento das milícias janjawid e a incorporação dos efectivos dos grupos rebeldes ao exército sudanês. Apesar do acordo, os combates continuaram.
Para saber mais e se quiser participar activamente nesta causa visite o site Save Darfur

Assine aqui a petição
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02 março 2007
A REDE convida para dia 8 de Março
A Rede Portuguesa de Jovens para a Igualdade de Oportunidades entre Mulheres e Homens (REDE) vai realizar uma Tertúlia no próximo dia 8 de Março denominada Tertúlia "8 de Março 2007" Obrigatório Igualdade pelas 21h30, em Lisboa, no bar da Associação Loucos e Sonhadores, Travessa do Conde de Soure, nº 2, ao Bairro Alto, na qual será, também, divulgada a Campanha Obrigatório Igualdade.
A Rede Portuguesa de Jovens para a Igualdade entre Mulheres e Homens e a Associação Loucos e Sonhadores convidam-te para a Tertúlia e divulgação da Campanha "Obrigatório Igualdade".
O ambiente descontraído de uma saída nocturna, aliado a boa música, no dia Internacional da Mulher e num momento em que se assinala o Ano Europeu da Igualdade de Oportunidades para Todos/as é o mote para o convite que lançamos; fazemos-te, no entanto, um repto, o de levares algo que simbolize para ti o 8 de Março: um poema, uma canção, uma fotografia, um artigo de jornal, o que entenderes... Até já!
A entrada é livre mas sujeita a número limitado de lugares.
Informações por e-mail até 7 de Março às 24:00 para:
geral@redejovensigualdade.org.pt
redejovensigualdade.org.pt
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