... pois é direitos iguais.
09 setembro 2009
Como se sentiria se tivesse que pedir a milhões de pessoas pela mão de quem ama ?
... pois é direitos iguais.
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17 junho 2009
10ª Marcha do Orgulho LGBT em Lisboa
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02 abril 2009
Suécia é o sétimos país a legalizar os casamentos entre pessoas do mesmo sexo

A Suécia tornou-se esta quarta-feira no sétimo país a legalizar os casamentos homossexuais. A proposta foi aprovada por larga maioria - 261 contra 22 - e só mereceu a oposição dos Democratas Cristãos. Esta notícia surge um dia depois de uma ONG ter revelado que a discriminação com base na orientação sexual existe em todos os países da União Europeia e de forma muito acentuada.
Dos sete grupos políticos que compõem o parlamento sueco, apenas um - os Democratas Cristãos - se opôs à nova legislação que aprovou o casamento entre pessoas do mesmo sexo: 261 deputados votaram a favor, 22 contra e 16 abstiveram-se.
Em declarações à agência Lusa, Martin Valfridsson, um porta-voz do Ministério da Justiça da Suécia, adiantou que a nova legislação visa "acabar com a importância do sexo de quem quiser contrair matrimónio, tornando os géneros dos cônjuges neutros", bem como "permitir que os casais homossexuais, que já viviam em 'uniões registadas' [uniões de facto], passem a ser vistos como casados e a terem os mesmos direitos" de qualquer casal.
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21 março 2009
Venezuela vai legalizar os casamentos de homossexuais

A Venezuela vai legalizar as uniões homossexuais. A notícia foi adiantada pela deputada Romelia Matute, segundo a qual a lei está para breve.
O novo estatuto será chamado de “associações de convivência”. O Projecto de lei Orgânica para a Equidade e Igualdade de Género “está quase pronto” e a poucos dias de ser objecto de deliberação no Parlamento.
A lei resulta de vários encontros que os deputados da Assembleia Nacional tiveram com várias organizações de homossexuais e outras de direitos humanos. A Constituição venezuelana estabelece que todas as pessoas têm o direito a estabelecer a orientação e a identidade sexual da sua preferência de forma livre e sem descriminação.
O projecto em fase final de discussão prevê que duas pessoas do mesmo sexo possam unir-se legalmente e que isso tenha efeitos jurídicos, desde logo patrimoniais.
in Público
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17 janeiro 2009
Circus Cardiali Policarpi presents :
What about Gay Marriage, excelente sátira sobre os porquês feito à boa maneira americana da propagando do inicio do século XX.
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10 outubro 2008
Direitos não se discutem ! Adquirem-se e não se trocam por nada !

1º round - Hoje assistimos a um dos momentos mais deprimentes da democracia portuguesa nos últimos 30 anos. O PS votou contra os projectos-lei do BE e d'Os Verdes que acabam com a discriminação legal de homossexuais no acesso ao casamento civil. E votou contra com uma declaração de voto onde se lê que "defende intransigentemente a igualdade dos direitos expressos na constituição e que não põe em causa o conteúdo programático dos diplomas". Portanto, o PS é favorável ao casamento entre homossexuais, concorda plenamente com o conteúdo dos projectos-lei que foram votados, reconhece a inconstitucionalidade da actual lei, admite tratar-se de matéria de direitos fundamentais mas votou contra.
2º round - Ana Catarina Mendes foi relatora de comissão nos projectos-lei que hoje baixaram a votação no plenário. E fê-lo escrevendo que é favorável ao projecto-lei do BE e que "até acha tímido" o projecto d'Os Verdes por proibir a adopção. Ana Catarina Mendes, grávida quase de termo, foi das mais ferozes defensoras do "sim" no último referendo à despenalização da IVG. Foi também uma das mais entusiastas "socialistas" defensoras das uniões de facto para homossexuais em 2000. Votou contra, não sabe muito bem porquê! Só sabe que é a favor!!
3º round - Na declaração de voto lê-se (mais uma vez) que esta causa dita "fracturante", não estava no programa de governo do PS. Outras reformas que não estavam no programa de governo do partido socialista: 1 - fecho dos SAP's e urgências no interior; 2 - "esta" avaliação dos professores; 3 - "este" regime jurídico das instituição do ensino superior; 4 - código do trabalho; 5 - ...
4º round - Afirma-se ainda (pela parte que ao PS toca) que é necessário um amplo debate na sociedade antes de se avançar com a aprovação de tais projectos. Outros projectos que necessitavam de debate amplo na sociedade (e não o tiveram ou até o tiveram e foram maioritariamente rejeitados): 1 - fecho dos SAP's e urgências no interior; 2 - "esta" avaliação dos professores; 3 - "este" regime jurídico das instituições do ensino superior; 4 - código do trabalho; 5 - ...
5º round - O PS reconhece tratar-se de matéria de direitos fundamentais e concorda com os projectos-lei, mas acusa-os de serem "oportunistas". Portanto, ser oportunista é legislar sobre algo com o qual estamos de acordo.
6º round - Sócrates foi reeleito secretário-geral do PS com um programa onde explicitava que pretendia acabar com as discriminações legais em matéria de (...) orientação sexual (...). Isto já em 2007, 2 anos após a elaboração do seu programa de governo. Hoje votou contra porque "não constava do programa de governo".
7º round - Sócrates e a direcção do PS consideram que este não é um assunto suficientemente debatido na sociedade. Ignora que existam marchas do orgulho LGBT em Lisboa desde 2000 e no Porto desde 2006; ignora que há 10 anos atrás foi a juventude do seu próprio partido que lançou um grande debate nacional a propósito da lei das uniões de facto; ignora que nas últimas presidenciais todos os candidatos tiveram de se pronunciar sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo; ignora que existem já em Portugal incontáveis estudos no meio académico relativos à orientação sexual; ignora todos os casos públicos que nos últimos anos fizeram os Portugueses discutir o tema (Teresa e Helena, assassinato da Gisberta,...); ignora a vida quotidiana dos portugueses que vivem, trabalham, conhecem, contactam diariamente com homossexuais e partilham da sua realidade; Sócrates e Alberto Martins têm de mostrar publicamente o seu "debatómetro" para todos percebermos qual o nível de "decibéis" que teremos que atingir para legislar alguma coisa...
8º round - Os argumentos da bancada do PS não conseguiram convencer ninguém - não há argumento político válido, quando se diz não é o momento mas até se concorda. Todos e todas percebemos a razão de tal atitude: o cálculo eleitoralista do PS. A maioria dos deputados do PS passou hoje pela indecência de votar contra algo em que acreditam, por eleitoralismo, sabendo eles que não conseguiram disfarçar esse interesse.
Round Final - A vergonha hoje surgiu nos rostos dos deputados do PS. Votaram contra algo que defendem, por conveniência para o PS, por ordem superior da sua direcção. Assinaram uma declaração de voto contrária ao sentido do mesmo, atrás da qual escondiam que a sua vontade e convicção era votarem o oposto. Olharam para a sua direita e viram os seus adversários usarem a liberdade de voto, apesar de terem uma líder que defende que o casamento serve para procriar. Muitos votaram contra, sabendo que os olhavam outros e outras a quem, nos últimos anos, prometeram o contrário.
A vergonha dos deputados do PS é a vergonha da democracia, diluída ela própria na indecência da conveniência de quem manda e de quem, envergonhado, obedece!
01 outubro 2008
Flash Mob em Lisboa pelo direito ao casamento

Como sabem no dia 10 de Outubro foi agendada a discussão parlamentar de dois projectos que contemplam o acesso ao casamento civil a pessoas do mesmo sexo. Em Espanha, Zapatero, disse, "não estamos a legislar para gentes remotas e estranhas. Estamos a ampliar as oportunidades de felicidade dos nossos vizinhos, dos nossos colegas de trabalho, dos nossos amigos e das nossas famílias e, ao mesmo tempo, estamos a construir um país mais decente. Porque uma sociedade decente é aquela que não humilha os seus membros". Mais, falamos de uma alteração mínima na lei, com custo zero.
Sócrates, contrário ao seu congénere, recusou a liberdade de voto no dia 10 de Outubro. Dizendo que "o casamento de homossexuais não está na agenda política nem do Governo nem do PS. Não está no programa do Governo do PS e o PS não anda a reboque de nenhum outro partido". Como se fosse uma questão partidária!
Dizem que tem de haver debate na sociedade, não reconhecendo que a única questão fracturante nesta matéria é a homofobia em si.
Porque não podemos ficar indiferentes, porque queremos essa ateração na lei e porque Direitos não podem nunca andar a reboque, queremos convocar-te para duas flash mob pelo Acesso ao Casamento Civil entre Pessoas do Mesmo Sexo.
1ª Flash Mob, quinta-feira , 2 de Out, às 19h30, junto à saída do Metro Baixa/Chiado em frente à pastelaria A Brasileira.
2ª Flash Mob, quarta-feira, 8 de Out, às 19h30, na Praça do Rossio, junto à estátua, onde foram muitos homossexuais castigados publicamente.
O que é uma flash mob? São multidões de pessoas, num sítio público, que realizam uma acção previamente combinada e que devem dispersar por completo após a realização do proposto.
Que devo fazer? Deves levar uma folha em branco e uma caneta. Às 19h30, deves escrever na folha em branco "Acesso ao Casamento Civil", e de seguida erguer a folha para que todas e todos a possam ler. Ao fim de um minuto, deves dispersar, como se nada tivesse acontecido.
E procura ser pontual. Está lá um pouco antes para que a flash mob tenha o impacto pretendido. E faz um ar descontraído
Poderás também divulgar via sms.
05 julho 2008
O Morgado e a Leite azeda fora do seu tempo e sempre sempre a poesia como resposta !
A resposta de Natália Correia, em poema - publicado depois pelo Diário de Lisboa, em 5 de Abril desse ano - fez rir todas as bancadas parlamentares, sem excepção, tendo os trabalhos parlamentares sido interrompidos por isso:
“Já que o coito - diz Morgado -
tem como fim cristalino,
preciso e imaculado
fazer menina ou menino;
e cada vez que o varão
sexual petisco manduca,
temos na procriação
prova de que houve truca-truca.
Sendo pai só de um rebento,
lógica é a conclusão
de que o viril instrumento
só usou - parca ração! -
uma vez. E se a função
faz o órgão - diz o ditado -
consumada essa excepção,
ficou capado o Morgado.”
Natália Correia
É triste para nós, é triste para toda a gente em Portugal, é triste para a democracia que tenhamos tantas e tantas vezes que visitar este poema - não pelo poema - mas pela direcção e pela infeliz actualidade que ele mantêm.
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06 março 2008
"E-relações" / "E-divórcios" = E-que é que é isto ???

O que é que se passou aqui...!!!
Ele há coisas FANTÁSTICAS não há ?
18 maio 2007
A nossa moral e ad@s outr@s !
Quando se discutem estes temas fracturantes há uma quantidade enorme de pseudo opinion makers que não tarda em cair em plena estupidez e vem logo à praça gritar que toda a gente irá abusar dessa lei. Foi assim com o aborto ao se insinuar que as mulheres iriam abortar como quem muda de camisa e agora sobre os divórcios fala-se como se todos os casais fossem a correr para a conservatória mais próxima para efectivarem um pedido de divórcio rápido. Lamento informar estas pessoas que muita gente já o faz na hora saindo de casa ou abandonando a relação que mantinha (não me interessa saber porquê) mas que fica meses a fio preso por uma burocracia que lhe impõe uma relação que já não existe.... o Estado não pode usar as leis para sugerir aconselhamento matrimonial ou tentar salvar o que muitas das vezes já não tem salvação.
Poupem-nos e parem de tratar @s portugues@s como se fossem anormais, incapazes e imaturos !















