27 julho 2009
Este verão a silly season parece que é mesmo silly !
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01 maio 2009
MAYDAY 2009 – O LUGAR ONDE NOS ENCONTRAMOS
Se és estagiário “não remunerado” e te fazem a chantagem do currículo e não te pagam apesar de trabalhares, mesmo que produzas a riqueza do escritório ou da empresa ou da escola onde trabalhas, o MayDay é contigo.
Se ganhas mal, se te vês à rasca para sobreviver com o que te pagam, se não sabes mais que equilibrismo inventar para pagar a casa e a luz e os transportes e a comida e tudo o resto de que precisas, então o MayDay é contigo.
Se trabalhas a recibo verde, não tens direitos nem protecção social e te dizem que tens de pagar à segurança social uma quantia que não tens, em troca de protecção quase nenhuma, o MayDay é contigo.
Se és estudante e não tens como pagar as propinas ou te falta acção social escolar e até fazes um part-time para ajudar a pagar os estudos, então o MayDay é contigo.
Se trabalhas para uma empresa de trabalho temporário e tens dois patrões para o mesmo trabalho, se te roubam uma parte do que é teu quando te alugam a uma empresa, a um call-centre ou a uma obra, então o MayDay é contigo.
Se és imigrante e não tens papeis, ou se tens papeis e mesmo assim não tens direitos, se te usam contra o teu colega de trabalho e se servem da tua dificuldade, então o MayDay é contigo.
Se tens um contrato a prazo para teres menos direitos e vais vivendo a prazo mesmo se a empresa precisa sempre de ti, então o MayDay é contigo.
Se te sentes preso à precariedade e congelado nos teus projectos e ainda não saíste da casa dos teus pais porque não tens um trabalho que te permita fazer planos, então o MayDay é contigo.
Se estás farto de tanto abuso, se estás farto do silêncio, se estás farto da injustiça e estás farto de não ter voz, se achas que já basta de exploração, então o MayDay é contigo.
Se és um pouco disto tudo, ou se conheces quem é, ou se já foste ou se vais ser ou se és amigo de quem seja, então o MayDay é contigo.
Traz merenda, traz a voz, traz palavras, traz ideias...
No dia 1 de Maio, 12h, nos Poveiros, é contigo.
(melodia do refrão da «La Cucaracha»)
Precariedade, precariedade
O patrão é um animal
Porque me nega
Cabrão de merda
Um contrato laboral
(melodia do refrão de «A formiga no carreiro» de José Afonso)
O precário
sem carreira
vinha em sentido diferente
Saiu à rua,
saiu à rua
e juntou-se um mar de gente.
O precário
sem contrato
juntou-se a outros sujeitos
Saiu à rua,
saiu à rua
Reclamou os seus direitos.
O precário
sem esperança
juntou-se aos desesperados
Saiu à praça,
juntou-se à massa
de muitos desempregados.
O precário
sem cagaço
desatou a protestar
Saiu à praça,
juntou-se à massa
de quem foi manifestar.
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06 abril 2009
Processem-me como se não houvesse amanhã !
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24 março 2009
Contra Si ! Sim, Rui Contra Si !
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26 janeiro 2009
Método Sócrates no Brasil
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16 janeiro 2009
13 dezembro 2008
17 novembro 2008
Prémios Precariedade 2008
Até ao dia encerramento da votação, a 11 de Dezembro, estaremos em várias catedrais da precariedade e um pouco por todo o lado a divulgar esta iniciativa.
As votações correm a bom ritmo! Mas queremos ser cada vez mais!
Se ainda não votaste vai a
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10 outubro 2008
Direitos não se discutem ! Adquirem-se e não se trocam por nada !

1º round - Hoje assistimos a um dos momentos mais deprimentes da democracia portuguesa nos últimos 30 anos. O PS votou contra os projectos-lei do BE e d'Os Verdes que acabam com a discriminação legal de homossexuais no acesso ao casamento civil. E votou contra com uma declaração de voto onde se lê que "defende intransigentemente a igualdade dos direitos expressos na constituição e que não põe em causa o conteúdo programático dos diplomas". Portanto, o PS é favorável ao casamento entre homossexuais, concorda plenamente com o conteúdo dos projectos-lei que foram votados, reconhece a inconstitucionalidade da actual lei, admite tratar-se de matéria de direitos fundamentais mas votou contra.
2º round - Ana Catarina Mendes foi relatora de comissão nos projectos-lei que hoje baixaram a votação no plenário. E fê-lo escrevendo que é favorável ao projecto-lei do BE e que "até acha tímido" o projecto d'Os Verdes por proibir a adopção. Ana Catarina Mendes, grávida quase de termo, foi das mais ferozes defensoras do "sim" no último referendo à despenalização da IVG. Foi também uma das mais entusiastas "socialistas" defensoras das uniões de facto para homossexuais em 2000. Votou contra, não sabe muito bem porquê! Só sabe que é a favor!!
3º round - Na declaração de voto lê-se (mais uma vez) que esta causa dita "fracturante", não estava no programa de governo do PS. Outras reformas que não estavam no programa de governo do partido socialista: 1 - fecho dos SAP's e urgências no interior; 2 - "esta" avaliação dos professores; 3 - "este" regime jurídico das instituição do ensino superior; 4 - código do trabalho; 5 - ...
4º round - Afirma-se ainda (pela parte que ao PS toca) que é necessário um amplo debate na sociedade antes de se avançar com a aprovação de tais projectos. Outros projectos que necessitavam de debate amplo na sociedade (e não o tiveram ou até o tiveram e foram maioritariamente rejeitados): 1 - fecho dos SAP's e urgências no interior; 2 - "esta" avaliação dos professores; 3 - "este" regime jurídico das instituições do ensino superior; 4 - código do trabalho; 5 - ...
5º round - O PS reconhece tratar-se de matéria de direitos fundamentais e concorda com os projectos-lei, mas acusa-os de serem "oportunistas". Portanto, ser oportunista é legislar sobre algo com o qual estamos de acordo.
6º round - Sócrates foi reeleito secretário-geral do PS com um programa onde explicitava que pretendia acabar com as discriminações legais em matéria de (...) orientação sexual (...). Isto já em 2007, 2 anos após a elaboração do seu programa de governo. Hoje votou contra porque "não constava do programa de governo".
7º round - Sócrates e a direcção do PS consideram que este não é um assunto suficientemente debatido na sociedade. Ignora que existam marchas do orgulho LGBT em Lisboa desde 2000 e no Porto desde 2006; ignora que há 10 anos atrás foi a juventude do seu próprio partido que lançou um grande debate nacional a propósito da lei das uniões de facto; ignora que nas últimas presidenciais todos os candidatos tiveram de se pronunciar sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo; ignora que existem já em Portugal incontáveis estudos no meio académico relativos à orientação sexual; ignora todos os casos públicos que nos últimos anos fizeram os Portugueses discutir o tema (Teresa e Helena, assassinato da Gisberta,...); ignora a vida quotidiana dos portugueses que vivem, trabalham, conhecem, contactam diariamente com homossexuais e partilham da sua realidade; Sócrates e Alberto Martins têm de mostrar publicamente o seu "debatómetro" para todos percebermos qual o nível de "decibéis" que teremos que atingir para legislar alguma coisa...
8º round - Os argumentos da bancada do PS não conseguiram convencer ninguém - não há argumento político válido, quando se diz não é o momento mas até se concorda. Todos e todas percebemos a razão de tal atitude: o cálculo eleitoralista do PS. A maioria dos deputados do PS passou hoje pela indecência de votar contra algo em que acreditam, por eleitoralismo, sabendo eles que não conseguiram disfarçar esse interesse.
Round Final - A vergonha hoje surgiu nos rostos dos deputados do PS. Votaram contra algo que defendem, por conveniência para o PS, por ordem superior da sua direcção. Assinaram uma declaração de voto contrária ao sentido do mesmo, atrás da qual escondiam que a sua vontade e convicção era votarem o oposto. Olharam para a sua direita e viram os seus adversários usarem a liberdade de voto, apesar de terem uma líder que defende que o casamento serve para procriar. Muitos votaram contra, sabendo que os olhavam outros e outras a quem, nos últimos anos, prometeram o contrário.
A vergonha dos deputados do PS é a vergonha da democracia, diluída ela própria na indecência da conveniência de quem manda e de quem, envergonhado, obedece!
07 outubro 2008
Um Magalhães à deriva nos impostos

A empresa JP Sá Couto, que produz o computador Magalhães, é acusada de fraude e fuga ao IVA, num processo que terá lesado o Estado, no total, em mais de cinco milhões de euros, informa a Rádio Renascença. Além da empresa, é também arguido um dos seus administradores, João Paulo Sá Couto. No total, há 41 acusados de crimes de associação criminosa e de fraude fiscal neste processo.
A empresa responsável pelo mini-portátil Magalhães - que o governo está a distribuir nas escolas do 1º ciclo - o seu administrador e os restantes acusados ter-se-ão associado para realizar uma mega fuga e fraude ao IVA. Os factos ocorreram entre 1998 e 2001. A acusação diz que foi por iniciativa de João Paulo Sá Couto que a empresa que fabrica o computador Magalhães assumiu a posição de elo final no "circuito carrossel", tendo como contrapartida um lucro de cerca de 4% sobre o valor da mercadoria facturada.
O esquema vulgarmente chamado "fraude Carrossel" consiste em transmissões sucessivas dos mesmos bens, em círculo, entre diversos operadores sediados em, pelo menos, dois estados da União Europeia, e caracteriza-se pela não entrega do valor do IVA devido por, pelo menos, um operador no seu país.
Os arguidos rejeitam a acusação, mas o juiz de instrução avançou para o despacho de pronúncia, não tendo, pois, os arguidos conseguido produzir prova capaz de pôr em causa os factos de que vinham acusados pelo Ministério Público
O Estado português pede cinco milhões, cento e trinta e seis mil e novecentos e cinquenta e sete euros (o equivalente ao enriquecimento ilícito das empresas e ao consequente empobrecimento do Estado), acrescido dos respectivos juros de mora.
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01 outubro 2008
Flash Mob em Lisboa pelo direito ao casamento

Como sabem no dia 10 de Outubro foi agendada a discussão parlamentar de dois projectos que contemplam o acesso ao casamento civil a pessoas do mesmo sexo. Em Espanha, Zapatero, disse, "não estamos a legislar para gentes remotas e estranhas. Estamos a ampliar as oportunidades de felicidade dos nossos vizinhos, dos nossos colegas de trabalho, dos nossos amigos e das nossas famílias e, ao mesmo tempo, estamos a construir um país mais decente. Porque uma sociedade decente é aquela que não humilha os seus membros". Mais, falamos de uma alteração mínima na lei, com custo zero.
Sócrates, contrário ao seu congénere, recusou a liberdade de voto no dia 10 de Outubro. Dizendo que "o casamento de homossexuais não está na agenda política nem do Governo nem do PS. Não está no programa do Governo do PS e o PS não anda a reboque de nenhum outro partido". Como se fosse uma questão partidária!
Dizem que tem de haver debate na sociedade, não reconhecendo que a única questão fracturante nesta matéria é a homofobia em si.
Porque não podemos ficar indiferentes, porque queremos essa ateração na lei e porque Direitos não podem nunca andar a reboque, queremos convocar-te para duas flash mob pelo Acesso ao Casamento Civil entre Pessoas do Mesmo Sexo.
1ª Flash Mob, quinta-feira , 2 de Out, às 19h30, junto à saída do Metro Baixa/Chiado em frente à pastelaria A Brasileira.
2ª Flash Mob, quarta-feira, 8 de Out, às 19h30, na Praça do Rossio, junto à estátua, onde foram muitos homossexuais castigados publicamente.
O que é uma flash mob? São multidões de pessoas, num sítio público, que realizam uma acção previamente combinada e que devem dispersar por completo após a realização do proposto.
Que devo fazer? Deves levar uma folha em branco e uma caneta. Às 19h30, deves escrever na folha em branco "Acesso ao Casamento Civil", e de seguida erguer a folha para que todas e todos a possam ler. Ao fim de um minuto, deves dispersar, como se nada tivesse acontecido.
E procura ser pontual. Está lá um pouco antes para que a flash mob tenha o impacto pretendido. E faz um ar descontraído
Poderás também divulgar via sms.
30 setembro 2008
Dia Nacional de Luta - 1 de Outubro
Esta acção tem como objectivos centrais a continuação da luta contra a revisão gravosa do Código do Trabalho, associada ao envolvimento dos trabalhadores na discussão e aprovação das reivindicações que tenham como eixos centrais o documento sobre Política Reivindicativa da CGTP-IN para 2009 e as propostas específicas no plano sectorial e de empresa.
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A mentir é que a gente se (des)entende !!!!

O FERVE - Fartos/as d'Estes Recibos Verdes apresenta a sua total discordância relativamente ao facto de o manual para a elaboração do Censos 2011 prever que:
"Os indivíduos que recebam através dos chamados "recibos verdes" serão classificados na modalidade "Trabalhador por conta de outrem" desde que se verifiquem as seguintes condições: local de trabalho fixo dentro de uma organização, subordinação hierárquica efectiva e horário de trabalho definido. Caso estas condições não se verifiquem serão incluídos na modalidade "Trabalhador por conta própria." (página 110 do manual).
Tendo em conta que, em Portugal, existem cerca de um milhão de trabalhadores/as a recibos verdes, a esmagadora maioria dos quais sendo 'falsos' trabalhadores independentes, o FERVE considera que a designação proposta pelo INE irá mascarar os números e claramente ludibriar a realidade.
Para protestar, podem enviar uma mensagem de correio electrónico para o seguinte endereço: censos2011teste(at)ine.pt
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29 setembro 2008
15 setembro 2008
Ora aí está uma bela ideia !
São Vitalino na Marcha contra a precariedade do Bloco de Esquerda.
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19 agosto 2008
Quem sabe um dia !... em Santo Tirso !
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18 julho 2008
Como disse ? Pode repetir....
PORREIRO PÁ !
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04 julho 2008
Porta 65, a porta entreaberta
A par com questões legítimas estão a ser levantados falsos entraves a muitas candidaturas que estão dentro dos parâmetros do programa. Vários jovens têm vindo a denunciar casos em que são exigidas as fracções de edifícios que não estão fraccionados, o que tinha sido apresentado como um dado facultativo no período de candidatura. A estes candidatos, que nada podem fazer, visto que esta é uma responsabilidade dos senhorios, está a ser exigido que num prazo de 5 dias úteis façam aquilo que não lhes compete e que nem sequer é possível devido à morosidade do processo, sob pena de perderem direito ao apoio. Apesar destes contractos estarem absolutamente dentro da legalidade e seguirem o NRAU (Novo Regime de Arrendamento Urbano), o IHRU continua a procurar pretextos para inviabilizar a atribuição dos apoios ao arrendamento jovem, uma situação que configura uma violação clara dos direitos dos candidatos, estando já a suscitar queixas ao Provedor de Justiça. O prazo de 5 dias é irreal e está totalmente desadequado à capacidade de resposta dos serviços do IHRU. Na tentativa de contactar o IHRU, os jovens candidatos passam o dia ao telefone, em linha de espera, aguardando que o funcionário responsável pelo seu processo os possa atender. Estando esse funcionário ocupado, ou sem possibilidade de responder ao telefone, temos os jovens pendurados na linha telefónica a alimentar as contas dos operadores dos telefónicos, pois as chamadas são a pagar.
Segunda fase de candidatura – segundo falhanço total
Após o rotundo falhanço da primeira fase de candidaturas, que gerou uma forte onda de contestação por parte de todos os partidos da oposição e de vários movimentos cívicos, e que levou á revisão de alguns dos parâmetros de acesso ao programa, volta-se a repetir o mesmo cenário em Maio: a esmagadora maioria dos candidatos ficou fora da Porta 65. A discrepância notável entre as 5.508 candidaturas submetidas na segunda fase e as 20.000 esperadas pelo IHRU, aquando do arranque do Porta 65 Jovem, atestam a ineficácia do programa e o seu desajustamento em relação à realidade nacional.
Candidatos que tiveram filhos em 2007 fora do Porta 65 Jovem
Desde o arranque do programa, milhares de jovens visitaram o blog do Movimento Porta 65 Fechada e participaram nos fóruns de discussão, colocando dúvidas e expondo casos de injustiça, por vezes dramáticos, que evidenciam a ineficácia do Programa. É paradigmático o caso das mulheres que tiveram filhos no ano de 2007 serem por norma impedidas de se candidatar por não poderem declarar o subsídio de maternidade como rendimento. Existem ainda casos de pais
que são excluídos do Porta 65 por terem filhos, quando facilmente ficariam no primeiro escalão se concorressem sozinhos.
Objectivo do Porta 65 Jovem: cortar 70% das despesas em apoios ao arrendamento jovem
Estes são os vergonhosos resultados que o IHRU e o Programa Porta 65 Jovem apresentam, continuando a ignorar os milhares de jovens que ficam fora da Porta 65 e demonstrando que o mesmo foi criado apenas com o intuito de reduzir as despesas no apoio aos jovens, um corte que ascende a 70% do orçamento do IAJ (Incentivo ao Arrendamento Jovem), no ano de 2007.
O programa Porta 65 Jovem é um claro retrocesso nas políticas de habitação do estado que vem agravar as condições de extrema precariedade vivida pelos jovens que estão a dar os primeiros passos no mercado de trabalho. Este programa continua a vedar o acesso à habitação à maioria dos jovens candidatos e reduzirá drasticamente o valor e a duração dos apoios concedido aos jovens seleccionados, pondo em causa os objectivos que supostamente pretende alcançar.
O Movimento Porta 65 Fechada, que agrega cidadãos afectados e/ou preocupados com o Porta 65 Jovem, reitera o seu empenhamento na contestação a este programa, anunciando que está atento à situação dramática provocada pela introdução do mesmo e que vai continuar a apoiar e mobilizar os jovens para exigirem os seus direitos.
Movimento Porta 65 Fechada
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03 julho 2008
Recordes de incompetência !
Pois é já não caem como antigamente !
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26 junho 2008
Desconcertação Social
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