
A apresentação será feita pelo Professor António Figueiredo
Sexta-feira, 12 de Fevereiro de 2010
18:30
UNICEPE - Praça Carlos Alberto, 128 - PORTO
03 fevereiro 2010
Economia(s) apresentado no Porto
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03 abril 2009
Um paraíso fiscal em plena baixa de Lisboa?
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27 março 2009
Earth Hour. Amanhã a tua luz faz a diferença !

De que se trata?
É algo tão simples como desligar o interruptor.
O que começou como um movimento quase espontâneo que pretendia incentivar os habitantes de Sidney a apagar as suas luzes e despertarem para os problemas ambientais, cresceu e tornou-se numa das maiores iniciativas mundiais de luta contra as alterações climáticas.
Em 2009, às 20H30 de 28 de Março, pessoas em todo o mundo são desafiadas a apagarem as suas luzes por uma hora – a Hora do Planeta.
Pretende-se este ano que mil milhões de pessoas, em mais de 1000 cidades, se unam em torno deste movimento e com este gesto simbólico mostrem que é possível tomar medidas contra o aquecimento global.
A Hora do Planeta começou em 2007, na cidade australiana de Sidney. Nessa altura 2,2 milhões de habitações e empresas desligaram as suas luzes por uma hora. Apenas um ano mais tarde é que este evento se transformou no movimento global para a sustentabilidade que é hoje, com a participação de cerca de 100 milhões de pessoas e abrangendo 35 países.
Desde então, marcos emblemáticos mundiais, tais como a ponte Golden Gate, em São Francisco (EUA), o Coliseu de Roma, em Itália, e o painel publicitário da Coca-Cola em Times Square (Nova Iorque, EUA), ficaram às escuras, como símbolos de esperança por uma causa que se torna mais urgente a cada hora que passa.
A Hora do Planeta 2009 é um apelo global de acção a todos os cidadãos, todas as empresas e todos os Governos. Um apelo para marcar presença, assumir responsabilidade e envolver-se num esforço conjunto para um futuro sustentável.
Edifícios e marcos simbólicos, desde a Europa até às Américas, vão permanecer às escuras no dia 28 de Março. Em várias cidades do mundo, incluindo Lisboa, as pessoas vão apagar as luzes e unir-se para criar uma acção vital que se pretende que desencadeie a discussão sobre o futuro do nosso precioso planeta.
Mais de 70 países vão participar na Hora do Planeta 2009. Este número cresce diariamente à medida que as pessoas começam a entender este movimento como um acto tão simples que pode gerar tão profundamente a mudança.
A Hora do Planeta é uma mensagem de esperança e uma mensagem de acção. Cada um de nós pode fazer a diferença!
Às 20:30 do dia 28 de Março de 2009 apague as luzes e veja a diferença que pode fazer no combate ao aquecimento global; registe-se em http://www.earthhour.org/portugal e junte-se ao movimento HORA DO PLANETA.

Este sábado, dia 28 de, Março, podes votar a favor do Planeta, basta desligares as luzes por uma hora, a partir das 20H30!
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05 março 2009
Livre Cidadania começa aqui
Não há direito à vida sem condições materiais que a sustentem. Nas sociedades de hoje, para a maior parte das pessoas, a existência é garantida pelo trabalho assalariado.
Com a crise global que estamos a viver e à medida que o desemprego vai aumentando, apenas ouvimos falar em proteger o emprego como único meio de garantir o rendimento necessário. Porque é de rendimentos que falamos quando se reconhece que as desigualdades aumentam, que a pobreza se instala nas sociedades mesmo entre a parte da população com emprego.
Que todos os cidadãos tenham acesso a um rendimento mínimo, que lhes possibilite as condições básicas de existência, deveria ser um direito humano elementar. E assegurado pelos Estados.
É isso que tentamos promover em livrecidadania.blogspot.com.
Em Portugal, um primeiro passo nessa direcção foi já dado pelo governo de Guterres com o Rendimento Mínimo Garantido. Apesar do recuo ideológico promovido pelo governo de Durão Barroso/Paulo Portas, transformando-o em Rendimento Social de Inserção, esta base ainda se mantém. A crise actual, em que verbas astronómicas se enterram no sistema financeiro e em empresas sem que se vislumbre a sua resolução, torna urgente que se avance decididamente para a instituição de um Rendimento Universal de Cidadania.
É esse o objectivo em livrecidadania.blogspot.com.
Olhar para a experiência brasileira e para o projecto-piloto presentemente em curso na Namíbia é uma maneira de concretizarmos as reflexões necessárias.
Pela nossa parte, na próxima 6ª feira, dia 6 de Março, vamos encontrar-nos depois de jantar na CasaViva (Praça Marquês do Pombal, 167, Porto –junto à igreja do terço – metro: Marquês) para conversar sobre o assunto.
23 fevereiro 2009
Ainda dizem que o negócio da construção anda mau !!!

A Lego aumentou os seus lucros em 32 por cento em 2008 por comparação com 2007 e acredita que 2009 também poderá ser um ano bom apesar da crise. Contudo, o maior fabricante europeu de brinquedos diz que a crise poderá vir a afectar o sector.
A Lego, o primeiro fabricante europeu e o sexto mundial de brinquedo, anunciou, esta segunda-feira, um lucro de 181 milhões de euros, mais 32 por cento que em 2007, naquele foi um dos melhores anos de sempre para o grupo dinamarquês.
Na apresentação dos seus resultados, o fabricante dinamarquês realçou o facto de ter subido 18,7 por cento no seu volume de negócios que passou para os 1278 milhões de euros num ano em que a maioria dos mercados do grupo tiveram taxas de crescimento acima dos dez por cento.
O presidente do grupo, Joergen Vig Knudstorp, acrescentou ainda que «apesar das projecções económicas sombrias» o grupo sente-se «bem preparado para crescer em 2009», até por causa dos resultados do início deste ano.
Contudo, o grupo lembrou que o ano de 2009 está sujeito a uma grande incerteza, sendo por isso de esperar que o mercados dos brinquedos seja progressivamente afectado pela recessão mundial.
Em Portugal, a Lego fortaleceu a sua posição no mercado com um aumento de vendas na ordem dos 21 por cento, tendo aumentado a sua liderança na quota de mercado dos brinquedos de construção para os 66 por cento.
06 janeiro 2009
Seminário Internacional Em Defesa do Direito à Água

O "direito à água" está em debate na cena internacional, desde que o Conselho dos Direitos do Homem das Nações Unidas tomou conhecimento, em Setembro de 2007, de um relatório redigido pela Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos do Homem relativo ao acesso equitativo à água potável e ao saneamento.
Este debate tem lugar num momento de reconhecida gravidade da actual crise económica, social e ambiental que enfrentamos à escala planetária, e que exige uma viragem radical do processo civilizacional. No que diz respeito à água sabe-se que, desde 1950 até à presente data, o seu consumo à escala mundial mais do que triplicou. Em paralelo, surgiram problemas relativos à crise ecológica dos ecossistemas aquáticos, verificou-se uma exploração insustentável de muitos aquíferos, ocorreram problemas por vezes muito graves de degradação da qualidade das águas, constatou-se a ocorrência de conflitos sociais ocasionados pelo desrespeito de direitos do homem (nomeadamente por ausência de serviços essenciais prestados pela água e pela deslocação forçada de populações devido à construção de grandes obras hidráulicas), constatou-se a existência de ineficiências e de irracionalidades do ponto de vista económico na gestão das águas e tornaram-se patentes problemas de governabilidade, por falta de transparência e de participação dos cidadãos. Em suma, tornou-se evidente a crise dos modelos de gestão da água predominantes no século passado. E esta crise tem óbvias implicações no que concerne à relação dos seres humanos com a água de que dispõem e às relações entre os seres humanos por causa da água.
Sabe-se que a água é essencial à vida e à saúde das pessoas. Que sem ela não é possível uma vida digna. Mas a realidade dos dias de hoje, também no domínio do abastecimento de água e do saneamento, nos apresenta um quadro preocupante. De acordo com dados das Nações Unidas cerca de 1,1 mil milhões de pessoas no mundo (ou seja, 18% da população total) não têm acesso, actualmente, a água potável para beber e cerca de 2,6 mil milhões de pessoas (ou seja, 42% da população) não têm acesso a serviços de saneamento. Apesar de, entre 1990 e 2002, se constatar que mais de 2400 milhões de pessoas passaram a ter acesso a água potável.
Em 2000, com a Declaração do Milénio, foram definidos os Objectivos do Milénio, cujo Objectivo 7: assegurar a sustentabilidade ambiental, estabelece como meta a redução para metade da população sem acesso a água potável e a sistemas de saneamento de águas residuais. No Relatório de Progresso de 2008 reconhece-se que a manter-se o actual ritmo não se atingirá a meta referente ao acesso a sistemas de águas residuais. A crise financeira e económica agravada pelo chamado "Crash de Setembro" poderá vir a dificultar ainda mais esta tarefa.
É portanto indispensável a definição de uma nova estratégia de longo prazo para a gestão dos recursos hídricos (à escala mundial, à escala nacional e à escala regional e local), que respeite os direitos dos cidadãos e que promova a sustentabilidade dos ecossistemas, a conservação da água, a gestão da procura. Mas o que se constata é que existe actualmente uma falta de consenso em relação aos princípios e aos valores éticos que devem presidir à concepção e implementação das políticas da água.
Que visão, que valores, que estratégias devem ser adoptadas? E que visão, estratégias e políticas devem ser adoptadas para o sector do abastecimento de água e saneamento neste início do século XXI em Portugal?
Não será com uma estratégia que assente em soluções neoliberais, sem sensibilidade social, que teremos êxito na superação das actuais dificuldades. Pelo contrário. E em contraponto às soluções neoliberais, vem-se afirmando uma nova cultura da água. Que reconhece o "direito à água", condição necessária à garantia do direito à vida, assumindo-o como uma responsabilidade colectiva. É esta a visão dos que defendem uma gestão pública de qualidade, assente nos princípios da ética social, solidariedade e igualdade.
Entendemos que:
1) Defender o reconhecimento da água como um bem comum, património da Humanidade;
2) Defender o reconhecimento do direito à água como um direito humano;
3) Defender o financiamento colectivo e solidário do serviço do abastecimento de água e saneamento;
4) Defender que a propriedade e a gestão dos serviços devem ser públicas e rejeitar a mercantilização da água.
São os princípios vitais para a superação da actual crise.
Estas problemáticas colocam-se hoje com pertinência, a nível mundial mas também, e com especial acuidade, em Portugal. São elas que motivam a Fundação para a Nova Cultura da Água a organizar no ICS em Lisboa a 10 de Janeiro de 2009 este Seminário, aberto a todos e todas que queiram participar, para debater ideias, experiências e propostas de acção.
Ver mais em Direito à Água
10.30 Sessão de abertura
Rui Cortes
Professor Catedrático da UTAD. Membro da Direcção da FNCA
11.00 Painel I: O Direito à Água e a Nova Cultura da Água
Pedro Arrojo
Professor Titular no "Departamento de Análisis Económico" da "Faculdad de Ciencias Económicas y Empresariales" da "Universidad de Zaragoza". Membro Fundador e Primeiro Presidente da FNCA. Recebeu em 2003 o Prémio Goldman do Ambiente (considerado como o Prémio Nobel do Ambiente) correspondente à região europeia.
Riccardo Petrella
Economista, Docteur honoris causa em diversas Universidades, é professor Convidado da Universidade de Louvain e Professor de Ecologia Humana na Accademia di Architettura de Mendrisio. Fundador do Grupo de Lisboa (1992), proclamou o « Manifesto da Água » e fundou em 1997 um Comité internacional para um Contrato Mundial da Água.
14.15 Painel II: Gestão privada e gestão pública de sistemas de água e saneamento
Emanuele Lobina
Com formação em Ciência Política e Direito Comercial Internacional. Investigador senior no domínio dos serviços públicos, nomeadamente no abastecimento de água e saneamento, na "Public Services International Research Unit" na University of Greenwich"
Susana Neto
Engenheira Civil, Mestre em Planeamento Regional e Urbano, Membro da FNCA. Colaborou no Grupo Coordenador do SIGRHID (1986) e fez parte da Equipa de Projecto do Plano Nacional da Água entre 1997 e 2001, no INAG, tendo nesse período integrado igualmente a equipa de coordenação dos Planos de Bacia Hidrográfica, no INAG.
Jaime Morell
Ingeniero de Caminos, Canales y Puertos. Presidente do Consorcio Provincial de Aguas de Sevilla. Professor da Universidade de Sevilha.
Francisco Braz
Presidente da Direcção do STALSindicato dos Trabalhadores da Administração Local
Lucrécio Costa
Doutorado em Engenharia Civil, Professor. Presidente do Conselho de Administração da Empresa Pública de Água de Luanda EPAL E.P.
16.30 Painel III: Em Portugal onde estamos e para onde vamos? Que fazer?
João Bau
Investigador Coordenador. Presidente do Conselho de Administração da EPAL (Lisboa) nos períodos 1975-1980 e 1996-2000. Administrador da AdPÁguas de Portugal no período 1996-2002. Deputado Municipal em Lisboa. Deputado Metropolitano na Área Metropolitana de Lisboa
Luísa Tovar
Engenheira Civil, Mestre em Engenharia do Ambiente. Presidente da Direcção da Associação "Água Pública".
18.00 Sessão de Encerramento
Leandro del Moral
Doutorado em Geografia. Professor Titular do Departamento de Geografia Humana da Universidade de Sevilha. Presidente da FNCA.
João Bau
Em representação da Comissão Organizadora.
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13 dezembro 2008
04 dezembro 2008
Boas ideias com a AMI

Talvez não saiba, mas o óleo alimentar que já não serve para si pode ainda ajudar muita gente. Em vez de o deitar fora, entregue-o nos restaurantes aderentes para que este seja recolhido. Além de diminuir a poluição do planeta, cada litro de óleo será transformado num donativo para ajudar a AMI na luta contra a exclusão social. Dê, vai ver que não dói nada.
Para participar neste projecto da AMI:
- Junte o óleo alimentar que usa na sua cozinha numa garrafa de plástico e entregue-a quando estiver cheia num dos restaurantes aderentes. Os restaurantes estão identificados e a lista completa está disponível em www.ami.org.pt;
- Afixe cartazes no comércio da sua localidade e distribua folhetos nas caixas de correio. Solicite materiais, enviando um e-mail para reciclagem@ami.org.pt;
- Divulgue esta informação no seu site ou blog;
- Encaminhe este e-mail para a sua lista de contactos.
Pela primeira vez, vai passar a existir em Portugal, uma resposta de âmbito nacional para o destino dos óleos alimentares usados. A partir de dia 15 de Julho, a AMI lança ao público este projecto que conta já com a participação de milhares de restaurantes, hotéis, cantinas, escolas, Juntas de Freguesia e Câmaras Municipais.
A AMI dá com este projecto continuidade à sua aposta no sector do ambiente, como forma de actuar preventivamente sobre a degradação ambiental e sobre as alterações climáticas, responsáveis pelo aumento das catástrofes humanitárias e pela morte de 13 milhões de pessoas em todo o mundo, de acordo com a Organização Mundial de Saúde.
Os cidadãos que queiram entregar os óleos alimentares usados, poderão fazê-lo a partir de agora. Para tal, poderão fazer a entrega numa garrafa fechada, dirigindo-se a um dos restaurantes aderentes, que se encontram identificados e cuja listagem poderá ser consultada no site www.ami.org.pt.
Os estabelecimentos que pretendam aderir, recebendo recipientes próprios para a deposição dos óleos alimentares usados, deverão telefonar gratuitamente para o número 800 299 300.
Este novo projecto ambiental da AMI permitirá evitar a contaminação das águas residuais, que acontece quando o resíduo é despejado na rede pública de esgotos, e a deposição do óleo em aterro. Os óleos alimentares usados poderão assim ser transformados em biodiesel, fornecendo uma alternativa ecológica aos combustíveis fósseis, e contribuindo desta forma para reduzir as emissões de Gases de Efeito de Estufa (GEE). Ao contrário do que por vezes acontece com o biodiesel de produção agrícola, esta forma de produção não implica a desflorestação nem a afectação de terrenos, nem concorre com o mercado da alimentação.
São produzidos todos os anos em Portugal, 120 milhões de litros de óleos alimentares usados, quantidade suficiente para fabricar 170 milhões de litros de biodiesel. Este valor corresponde ao gasóleo produzido com 60 milhões de litros de petróleo, ou seja, o equivalente a cerca de 0,5% do total das importações anuais portuguesas deste combustível fóssil. A AMI dá assim a sua contribuição para favorecer a independência energética do país, conseguindo atingir este objectivo de forma sustentável e com uma visão de longo prazo, não comprometendo outros recursos igualmente fundamentais para o desenvolvimento da sociedade e para o bem-estar da população.
Segundo a União Europeia, o futuro do sector energético deverá passar pela redução de 20% das emissões de GEE até 2020, assim como por uma meta de 20% para a utilização de energias renováveis. Refere ainda uma aposta clara na utilização dos biocombustíveis, que deverão representar no mínimo 10% dos combustíveis utilizados.
A UE determina ainda que os Estados-Membros deverão assegurar a incorporação de 5,75% de biocombustíveis em toda a gasolina e gasóleo utilizados nos transportes até final de 2010 e o Governo anunciou, em Janeiro de 2007, uma meta de 10% de incorporação de biocombustíveis na gasolina e gasóleo, para 2010.
As receitas angariadas pela AMI com a valorização dos óleos alimentares usados serão aplicadas no financiamento das Equipas de Rua que fazem acompanhamento social e psicológico aos sem-abrigo, visando a melhoria da sua qualidade de vida.
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07 outubro 2008
Um Magalhães à deriva nos impostos

A empresa JP Sá Couto, que produz o computador Magalhães, é acusada de fraude e fuga ao IVA, num processo que terá lesado o Estado, no total, em mais de cinco milhões de euros, informa a Rádio Renascença. Além da empresa, é também arguido um dos seus administradores, João Paulo Sá Couto. No total, há 41 acusados de crimes de associação criminosa e de fraude fiscal neste processo.
A empresa responsável pelo mini-portátil Magalhães - que o governo está a distribuir nas escolas do 1º ciclo - o seu administrador e os restantes acusados ter-se-ão associado para realizar uma mega fuga e fraude ao IVA. Os factos ocorreram entre 1998 e 2001. A acusação diz que foi por iniciativa de João Paulo Sá Couto que a empresa que fabrica o computador Magalhães assumiu a posição de elo final no "circuito carrossel", tendo como contrapartida um lucro de cerca de 4% sobre o valor da mercadoria facturada.
O esquema vulgarmente chamado "fraude Carrossel" consiste em transmissões sucessivas dos mesmos bens, em círculo, entre diversos operadores sediados em, pelo menos, dois estados da União Europeia, e caracteriza-se pela não entrega do valor do IVA devido por, pelo menos, um operador no seu país.
Os arguidos rejeitam a acusação, mas o juiz de instrução avançou para o despacho de pronúncia, não tendo, pois, os arguidos conseguido produzir prova capaz de pôr em causa os factos de que vinham acusados pelo Ministério Público
O Estado português pede cinco milhões, cento e trinta e seis mil e novecentos e cinquenta e sete euros (o equivalente ao enriquecimento ilícito das empresas e ao consequente empobrecimento do Estado), acrescido dos respectivos juros de mora.
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03 outubro 2008
Os Pobres que Paguem a Crise !!!
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14 julho 2008
12 junho 2008
Movidos a vontade de vencer... à falta de gasolina lá terá que ser !
Os preços da gasolina que sofrem aumentos totalmente despropositados e frutos de pura especulação tem feito surgir vários focos de luta. Entretanto com a paralisação dos camionistas os bens começaram a escassear por todo o país. Pelo meio, em intervalos de realidade, tudo é esquecido. Os portugueses unem-se e todos são um (obviamente este todos não são todos nem todas como a comunicação social quer fazer crer !).... pois sim o futebol!
Só é pena que o país não possa ser movido a vontade de vencer... nem os carros, nem as ambulâncias, nem os camiões... só é pena que os nossos salários não cresçam com a vontade de vencer e que os nossos direitos sociais não aumentam e se consolidem com essa tal vontade de vencer.
Até lá ficarão mais uns intervalos na realidade.
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30 maio 2008
Sentes-te roubado ? BOICOTA !!!
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18 maio 2008
Já sabes do que precisas ?
A Optimus beneficia do facto de a Orange, operadora móvel da France Telecom, ter chegado a acordo com a Apple para comercializar o iPhone em 9 países, entre os quais Portugal.
Só resta dizer: "E tu de que precisas?"
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26 março 2008
CRISE disse ele !
O primeiro-ministro, José Sócrates, reafirmou hoje que a crise orçamental portuguesa "está ultrapassada" e os factores que a motivaram "estão resolvidos", garantindo que pela primeira vez tal foi possível sem comprometer o crescimento económico.
"Os últimos três anos foram de uma governação muito difícil e exigente, com um grande esforço de contenção da despesa pública, mas a crise orçamental de 2002, que voltou em 2005, está ultrapassada e os factores que a motivaram estão também resolvidos com as mudanças estruturais feitas no país", afirmou José Sócrates.
Lusa pelo Público (noticia no link)
19 fevereiro 2008
ENCONTROS ALCULTUR GUIMARÃES 2008

QUA 20 A SÁB 23 FEV
Centro Cultural Vila Flor - Guimarães
O Centro Cultural Vila Flor acolhe a 4ª edição dos Encontros AlCultur, numa organização conjunta com a CultIdeias. Os Encontros AlCultur são um espaço e um tempo para encontros de diferentes pessoas, projectos e organizações da (e de) cultura, potenciador de reflexão e debate, de partilha de experiências e boas práticas. Os Encontros AlCultur Guimarães 2008 têm como tema estruturante “Cultura, Emprego e Economia” e organizam-se em duas sessões plenárias e cinco sessões temáticas, duas conferências e duas reuniões paralelas de âmbito nacional: uma de autarcas com pelouros da cultura e outra de directores de teatros.
Paralelamente ao programa dos Encontros, o primeiro piso do parque de estacionamento do CCVF vai acolher a ExpoCultura, um projecto de apoio ao desenvolvimento, qualificação e modernização da economia da cultura, assumindo-se como espaço de interacção e intercâmbio entre os agentes culturais, os criadores e artistas e os agentes económicos.
Ao longo dos quatros dias de realização dos Encontros AlCultur e da ExpoCultura, o Centro Cultural Vila Flor vai ser ainda palco para a apresentação de cerca de 30 espectáculos. O Centro Histórico de Guimarães e a Biblioteca Municipal Raul Brandão também vão acolher algumas das iniciativas. Os espectáculos são de acesso livre num verdadeiro convite à participação da cidade.
30 janeiro 2008
Milionários Oprimidos
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27 janeiro 2008
Amor e Leite em tempos de guerra....
Será que só eu é que acho isto estranho?
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09 janeiro 2008
08 janeiro 2008
Portugal Socrático
...isto no mesmo ano e com o mesmo governo que reduziu os benefícios fiscais para os deficientes.
Vejam lá se não é um Portugal do mais rápido, mais alto e melhor, porque para todos os outros vai deixar de haver espaço... assim tipo limpeza nacional.
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