27 julho 2009
Este verão a silly season parece que é mesmo silly !
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03 abril 2009
Um paraíso fiscal em plena baixa de Lisboa?
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09 fevereiro 2009
A VI Convenção foi um 31
Até à próxima.
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06 outubro 2008
Espaço público – ocupar para libertar

O Porto é hoje, um grande centro urbano capaz de produzir mais valias mas totalmente incapaz de dar o salto para fora ou mesmo de ser líder de uma região que é das mais pobres do país para além de sofrer com o hiato instalado entre Lisboa e Porto quer pelas diferenças salariais, pelo acesso aos bens de consumo e mesmo à relação de proximidade com as esferas de decisão do poder politico. É assim esta cidade em francas dificuldades, com perdas populacionais praticamente ininterruptas desde 1991,com o aumento do índice de envelhecimento, demonstrando que a falta de dinamismo demográfico se centra, em particular, na sangria das populações mais jovens (efeito conjunto das migrações para outros concelhos e da quebra de natalidade) e pela desvitalização e degradação do centro urbano, incluindo nas suas dimensões monumentais e patrimoniais. Não chega e nunca serão suficientes as recuperações iniciadas tardiamente por este executivo, porque elas não devolvem a cidade às pessoas - afastam a sua população e gentrificam atraindo uma fatia de população endinheirada que tenta marcar uma geração pelo regresso à cidade dos seus pais e avós mas é essa mesma cidade que é incapaz de receber esses pais e avós de volta. A recuperação urbana de fachada e a estrutural que não tem em conta as necessidades económicas da população que dela é natural não é nada mais que uma fachada bem pintada construída sobre os muros da pobreza que vão ficando por trás. Um dos principais problemas da cidade do Porto é, sem dúvida, a falta de atractividade em termos de qualidade da vivência urbana.
A destruição do panorama cultural do Porto começou logo em 2002, o ponto de retorno está cada vez mais longe e difícil de alcançar. Não se trata de acreditarmos ou não que Rui Rio poderá não sair vencedor das próximas eleições autárquicas mas sim da margem de manobra que ficará para o que se seguir. Contratos de exploração entregues em períodos de 20 anos ou superiores, cláusulas de rescisão incrivelmente altas e destruição dos hábitos culturais do tecido urbano são apenas alguns dos desafios que quem se opõem a Rui Rio vai ter que ultrapassar num próximo mandato.
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15 setembro 2008
Ora aí está uma bela ideia !
São Vitalino na Marcha contra a precariedade do Bloco de Esquerda.
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11 setembro 2008
Contra a precariedade, o direito a ter direitos !

Está para começar a Marcha Contra a Precariedade. Trata-se de um arranque combativo e militante para um ano político especialmente intenso, numa altura em que o parlamento se prepara para discutir as leis do governo para o Código de Trabalho. Esta Marcha dirá bem alto que não aceita ver aumentar ainda mais a insegurança das vidas dos trabalhadores precários e da juventude.
José Sócrates enche a boca com o "combate à precariedade". Mas o objectivo é apenas dividir precários e trabalhadores com contrato, para impor a todos as novas leis laborais. Na verdade, Portugal bate recordes de precariedade. A inspecção do trabalho não funciona. A lei está feita à medida das empresas de trabalho temporário, que exploram duplamente os trabalhadores e às quais está ligado o próprio porta-voz do Partido Socialista, Vitalino Canas. Nos contratos a prazo, o novo código permite a sua renovação até três anos – o triplo da lei do próprio PS no tempo de Guterres.
QUESTÃO DE RESPEITO. O trabalho precário é a garantia de uma vida precária. Perante a crise na habitação, os aumentos dos combustíveis e dos alimentos, o dia-a-dia é cada vez mais imprevisível para quem vive do seu trabalho. A renda, as contas, a escola dos filhos – nada disso se interrompe quando cessa um contrato ou quando termina um biscate a recibo verde. A precariedade não é só o roubo de direitos: é posta em causa a própria dignidade dos trabalhadores e das trabalhadoras.
PODE SER DE OUTRO MODO. O Bloco vai mostrar que se podem tomar desde já medidas concretas para enfrentar o desemprego e a precariedade. Ao longo dos dias da Marcha Contra a Precariedade, serão apresentadas propostas mobilizadoras, que abram o debate sobre o país que queremos.
CONTRA OS TUBARÕES DA PRECARIEDADE. A Marcha é um desafio à política do governo e às opções económicas dos últimos anos. O sufoco em que vive quem trabalha não é apenas resultado da "situação internacional", como diz Sócrates. Este Portugal precário é o produto de políticas erradas, que respondem à crise com mais crise. O novo código laboral é a cereja sobre o bolo. Quem celebra? Os patrões, que pagam cada vez menos, e as empresas de trabalho temporário, que ganham cada vez mais.

PRIMEIRA ETAPA
Sexta 12 Set | LISBOA/SETÚBAL
A Marcha começa por percorrer uma distância apenas simbólica, mas muito inspiradora... O andor de São Vitalino, "provedor" socialista contratado pelos patrões do trabalho temporário (ETT), é levado por uma zona de muito trabalho precário e onde se situam numerosas ETT – o Parque das Nações. A procissão começa às 17h30 junto ao centro comercial Vasco da Gama (metro Oriente). Ao jantar, marchantes de todo o país juntam-se aos bloquistas de Setúbal (20h, restaurante O Quintal).
Sábado 13 Set | BARREIRO-MOITA
Numa das zonas mais povoadas do distrito de Setúbal, a Marcha levanta os temas do custo de vida e da pobreza. Pela manhã, no centro do Barreiro, há intervenções políticas no jardim Catarina Eufémia (10h) e teatro de rua. Nova acção no mercado da Baixa da Banheira (12h)… a Marcha avança até à festa da Moita (17h30), onde se juntam milhares de pessoas.
Dom 14 Set | SEIXAL-ALMADA
10h. Junto ao centro comercial Rio Sul, no Seixal, o tema do dia é o endividamento dos trabalhadores, em torno de um carro de compras gigante de onde alguns precários serão impedidos de sair... A Marcha percorre o contínuo urbano da Margem Sul, passando pela festa anual da Cova da Piedade e terminando num comício-festa na sala da Incrível Almadense (17h). Além de Pedro e Diana, actuará o rapper Chullage.
SEGUNDA ETAPA
Sexta 19 Set | PORTO
José Sócrates festejou a criação de 1200 empregos "qualificados" num call center que a PT prevê para daqui a um ano em Santo Tirso. Mas a realidade dos call centers é outra: são verdadeiros antros de exploração para cerca de 50 mil precários em todo o país. No início da segunda etapa (15h), a Marcha percorre, ao longo da Avenida da Boavista, os maiores call centers do Porto: TMN, Vodafone, PT. Os marchantes encenam um mercado de escravos da precariedade para denunciar a forma "desqualificada" como são tratados os operadores de tantos centros de atendimento. À chegada à rua de Santa Catarina (18h), há intervenções políticas. À noite, na Junta de Freguesia do Bonfim (21h30), um comício-festa fecha o dia. É apresentado o cine-diário da marcha. O filme que em cada dia resumirá, na Marcha e no portal Esquerda.net, as actividades do dia.
Sábado 20 Set | OLIVEIRA DE AZEMÉIS - STA. MARIA DA FEIRA
A segunda etapa da Marcha, a Norte, começa junto ao mercado de Oliveira Azeméis (10h) com um comício de rua. O percurso no distrito de Aveiro atravessa áreas de alto desemprego, onde as deslocalizações se multiplicam. Às 12h30, uma acção de rua aborda as práticas laborais no sector do comércio: o local é o centro comercial 8ª Avenida, em S. João da Madeira, mais uma catedral de precariedade aberta por Belmiro de Azevedo. À chegada a Santa Maria da Feira (17h), a Marcha contacta com a população na feira dos Vinte. Pela noite, no comício em São João da Madeira (21h30, praça Luís Ribeiro), haverá lugar à música e à intervenção de Francisco Louçã, entre outras .
Domingo 21 Set | GUIMARÃES/BRAGA
No distrito de Braga, a Marcha realiza dois percursos. Em Guimarães, os marchantes partem da zona do supermercado Continente (10h) em direcção à Praça do Toural. Em Braga, vinda da praia fluvial de Vila do Prado (14h), a Marcha é encerrada num comício-festa (Praça Central, 16h30).
Mais infos e actualizações em Esquerda.Net
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02 setembro 2008
O direito a ter direitos !
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28 agosto 2008
Ladram os cães e a caravana passa !

Mais um Verão que passa e mais um reentrada no ano politico. Mais uma vez o PCP. Mais uma vez um partido perdido no seu próprio tempo que não consegue lidar com as suas incongruências e frustrações e se vê obrigado a atacar aqueles que deveriam ser os seus parceiros de luta.
Porquê tanto medo ? Que teme este PCP ?
Numa altura em que o país atravessa uma das maiores crises de sempre, onde os jovens desempregados ou precários são uma geração sem futuro à vista. Onde o trabalho é cada vez mais sinónimo de exploração e onde a cultura e a educação são arredadas para lado e servem de desculpa para um mediatismo tecnológico de um agora Primeiro-Ministro de férias, o PCP decide, no Avante deste mês atacar sem propósito nenhum o Bloco de Esquerda. José Manuel Jara é o caceteiro de serviço desta vez, esse arauto do socialismo real defensor da ortodoxia estalinita vem falar de boca cheia sobre liberdade e de como fazer boa politica - rico exempelar que nos arranjaram. No artigo que mais parece uma tentativa de resenha histórica vemos que este camarada sabe ler, e sabe ler amuita da tal imprensa burguesa que noutras alturas ele tanto critica, sabe lê-la e acredita nela - o que não deixa de ser engraçado! Poderia estar aqui a fazer comentários a todo o texto mas como tal correria o risco de ser tão ou mais enfadonho que o original deixei mais acima o link para o site do Avante para que possam vê-lo. Não passa nada mais nada menos do que uma tentativa de vasculhar passado e apontar erros - que toda a gente tem e que o PCP não será o melhor para os apontar, e de um rol de questões que sendo apontadas como más pelo camarada me parecem ser uma boa parte delas as vantagens da existência do BE no panorama politico portugês. Assim sendo: ser um moviemento de tipologia nova que ultrapasa as barreira do partido em stricto senso, ser aberto e plural, ter usado o protagonismo mediático que foi tendo ou ganhando para dar voz a causas e a causas que foram fracturantes e marcaram a sociedade portuguesa nos últimos anos... e podia continuar mas para não alongar mais o texto deixava só uma pergunta ao camarada.
Fala nas caras conhecidas e nos rostos anónimos do BE, vindo de um partido de voz única onde quem só aparece fora o Camarada Secretário Geral e seus copinchas é para ser achincalahado publicamente ou demitido por ordem suprema mesmo que eleito pelo Povo... gostava então de saber quem é a cara conhecida do PCP em Freixo de Espada à Cinta ? Ou será que é uma cara conhecida da CDU ?
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07 junho 2008
Sem Medos contra a homo-transfobia !!!
O Fórum SEM MEDOS é o culminar das Jornadas contra a homofobia que percorrem o país desde o início de Maio. O Fórum, de entrada livre, realiza-se em Lisboa e é um encontro internacional para discutir a diversidade sexual, os direitos humanos de gays, lésbicas, bissexuais e transgéneros e a democracia.
Com debates temáticos sobre educação sexual, discriminação e combate social, direitos familiares e sobre transexualidade, o Fórum juntará investigadores e activistas de diversas opiniões, proveniências e lutas.
O programa detalhado do Fórum segue abaixo.
PROGRAMA Fórum SEM MEDOS
10h Abertura
Bruno Maia (Bloco de Esquerda), Deborah Lambillote (ILGA Europa), Louis-George Tin (promotor internacional do Dia contra Homofobia)
11h30 - 13h00 Mesas redondas em simultâneo:
:: Direitos familiares
Miguel Vale de Almeida (antropólogo), João Mouta (associação Pais para Sempre), Fabíola Cardoso (activista Clube Safo)
:: Educação Sexual
Gabriela Moita (psicóloga), Rita Paulos (activista da rede ex aequo)
15h - 16h30 Mesas redondas em simultâneo:
:: Transexualidade e Trangenderismo
Jó Bernardo (activista trans)
:: Discriminação e combate social
Sérgio Vitorino (activista LGBT), Ana Cristina Santos (investigadora), António Fernando Cascais (investigador, FCSH)
17h30 Encerramento
Casten Schatz (grupo Queer do PEE), Solange F. (apresentadora TV), José Soeiro (deputado Bloco) e Francisco Louçã (dirigente Bloco)
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29 maio 2008
O Bom, o Mau e o Mito
E os coitadinhos do CDS-PP que quase sem actividade politica para além da especulação, das feiras e de umas poucas vergonhas de vez em quando continuam ligados à incubadora que temos na sala...
Do Governo e do PS nem se fala, porque eles não deixam e porque a voz do Dono tem sempre que ser ouvida.
Falem agora de injustiças, de falsos protagonismos e de outras parvoeiras....
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A Esquerda - Agora Aqui
A declaração começa por fazer um diagnóstico muito negativo da situação que se vive em Portugal 34 anos depois do 25 de Abril. "Novas e gritantes desigualdades, cerca de dois milhões de portugueses em risco de pobreza, aumento do desemprego e da precariedade, deficiências em serviços públicos essenciais, como na saúde e na educação. Os rendimentos dos 20 por cento que têm mais são sete vezes superiores aos dos 20 por cento que têm menos", assinalando que numa democracia moderna, os direitos políticos são inseparáveis dos direitos sociais. "Se estes recuam, a democracia fica diminuída. O grande défice português é o défice social, um défice de confiança e de esperança."
Os signatários colocam como exigência que se restaurem as metas sociais consagradas na Constituição e afirmam a necessidade de uma "cidadania contra a insegurança, contra as desigualdades, por mais e melhor democracia."
A declaração faz ainda referência à política dos Estados Unidos, de "agressão" e de violações do direito internacional e dos direitos humanos, afirmando que "Bagdad, Abu-Ghraib e Guantánamo são os novos símbolos da vergonha", e afirma a necessidade de lutar pelos valores da Paz e pelos Direitos Humanos.
Citando Miguel Torga, os signatários afirmam que "É tempo de buscar os diálogos abertos e o sentido de responsabilidade democrática que têm de se impor contra o pensamento único, a injustiça e a desigualdade."
Entre os 85 signatários estão os fundadores do Partido Socialista Carolina Tito de Morais e José Neves, o histórico militante socialista Edmundo Pedro, os deputados bloquistas Francisco Louçã, Luís Fazenda, José Soeiro e João Semedo, a autarca de Lisboa Helena Roseta, os sindicalistas Ulisses Garrido, Mariana Aiveca e Manuel Grilo, o arqueólogo Cláudio Torres, o reitor da Universidade de Lisboa, António Nóvoa, o ex-líder parlamentar do PCP Carlos Brito, o militar de Abril general Alfredo Assunção, o editor Nélson de Matos, entre outros.
Apelo
O 25 de Abril e o 1º de Maio de 1974 ficaram para sempre associados ao imaginário da liberdade e da democracia. Continuam a ser uma referência e uma inspiração. Trinta e quatro anos volvidos, apesar do muito que Portugal mudou, o ambiente não é propriamente de festa. Novas e gritantes desigualdades, cerca de dois milhões de portugueses em risco de pobreza, aumento do desemprego e da precariedade, deficiências em serviços públicos essenciais, como na saúde e na educação. Os rendimentos dos 20 por cento que têm mais são sete vezes superiores aos dos 20 por cento que têm menos.
A corrupção e a promiscuidade entre diferentes poderes criaram no país um clima de suspeição que mina a confiança no Estado democrático.
Numa democracia moderna, os direitos políticos são inseparáveis dos direitos sociais. Se estes recuam, a democracia fica diminuída. O grande défice português é o défice social, um défice de confiança e de esperança.
O compromisso do 25 de Abril exige que se restaurem as metas sociais consagradas na Constituição da República. E exige também uma crescente cidadania contra a insegurança, contra as desigualdades, por mais e melhor democracia.
Não podemos, por outro lado, ignorar a persistência de uma política de agressão, bem como as repetidas violações do direito internacional e dos direitos humanos. Bagdad, Abu-Ghraib e Guantánamo são os novos símbolos da vergonha. Não se constrói a paz com a guerra. Nem se defende a democracia pondo em causa os seus princípios. E por isso, hoje como ontem, é preciso lutar pelos valores da Paz e pelos Direitos Humanos.
Não nos resignamos perante as dificuldades. Como escreveu Miguel Torga – “Temos nas nossas mãos / o terrível poder de recusar.” Mas também o poder de afirmar e de dar vida à democracia.
Os que nos juntamos neste apelo, vindos de sensibilidades e experiências diferentes, partilhamos os valores essenciais da esquerda em nome dessa exigência. É tempo de buscar os diálogos abertos e o sentido de responsabilidade democrática que têm de se impor contra o pensamento único, a injustiça e a desigualdade.
Manuel Alegre - deputado e escritor,
Isabel Allegro Magalhães - professora universitária
José Soeiro deputado
Abílio Hernandez - professor universitário
Acácio Alferes - engenheiro
Albano Silva - professor
Albino Bárbara - funcionário público
Alexandre Azevedo Pinto - economista, docente universitário
Alfredo Assunção - general, militar de Abril
Alípio Melo - médico
Ana Aleixo - médica
Ana Luísa Amaral - escritora
António Manuel Ribeiro – músico
António Marçal - sindicalista
António Neto Brandão - advogado
António Nóvoa - professor universitário
António Travanca – professor universitário
Augusto Valente - major general, militar de Abril
Camilo Mortágua - resistente
Carlos Alegria – médico
Carlos Brito - ex-deputado
Carlos Cunha - engenheiro
Carlos Sá Furtado - professor universitário
Carolina Tito de Morais - médica
Carreira Marques - ex-autarca
Cipriano Justo - médico
Cláudio Torres - arqueólogo
David Ferreira - editor
Dinis Cortes - médico
Edmundo Pedro - resistente, ex-deputado
Eduardo Milheiro - empresário
Elísio Estanque - professor universitário
Ernesto Rodrigues - escritor
Eunice Castro - sindicalista
Fátima Grácio - dirigente associativa
Francisco Fanhais - músico e professor
Francisco Louça - deputado
Francisco Simões - escultor
Helena Roseta - arquitecta, autarca
Henrique de Melo - empresário
João Correia - advogado
João Cutileiro - escultor
João Semedo - deputado
João Teixeira Lopes - professor universitário
Joaquim Sarmento - advogado, ex-deputado
Jorge Bateira - professor universitário
Jorge Leite - professor universitário
Jorge Silva - médico
José Aranda da Silva - ex-Bastonário Farmacêuticos
José Emílio Viana - dirigente associativo
José Faria e Costa - professor universitário
José Leitão - advogado, ex-deputado
José Luís Cardoso - advogado, militar de Abril
José Manuel Mendes - escritor
José Manuel Pureza - professor universitário
José Neves - fundador do PS
José Reis - professor universitário
Luís Fazenda - deputado
Luís Moita - professor universitário
Luisa Feijó - tradutora
Mafalda Durão Ferreira - reformada da função pública
Manuel Correia Fernandes - arquitecto, professor universitário
Manuel Grilo - sindicalista
Manuel Sá Couto - professor
Manuela Júdice - bibliotecária
Manuela Neto - professora universitária
Margarida Lagarto - pintora
Maria do Rosário Gama - professora
Maria José Gama - dirigente associativa
Mariana Aiveca - sindicalista
Natércia Maia - professora
Nélson de Matos - editor
Nuno Cruz David - professor universitário
Pacman - músico
Paula Marques - produtora
Paulo Fidalgo - médico
Paulo Sucena - professor
Pio Abreu - psiquiatra
Richard Zimmler - escritor
Rui Mendes - actor
Teresa Mendes - reformada da função pública
Teresa Portugal - deputada
Ulisses Garrido - sindicalista
Valter Diogo - funcionário público aposentado
Vasco Pereira da Costa – escritor, director regional da cultura
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15 maio 2008
Sem Medos Jornadas Contra a Homofobia
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13 maio 2008
O Nosso Maio e o Setembro Deles
Não percebo como é que os organizadores da maior patuscada politica que se vive todos os anos em Portugal possam vir apontar dedos aos outros. Em segundo não percebo mesmo de todo como se pode agradar estes arautos dos valores democráticos e revolucionários, como são caso a China e a Coreia do Norte. Se somos pequeno-burgueses, esquerda chique ou intelecto qualquer coisa é porque somos se não somos é porque somos popularuchos e organizamos patuscadas....
Eu gosto de patuscadas, eu gosto de patuscadas com os meus camaradas. Se pelo meio tiver oportunidade de ver uns documentários, discutir um pouco de politica ainda melhor. É por isso que até acho piada à Festa do Avante! Agora deixo o desafio ao senhor Henrique Custódio para escrever qualquer coisinha quando o camarada Jerónimo fizer um daqueles comícios-almoço onde as camionetas despejam camaradas de todo o país acompanhados pelo garrafão e pela merenda por um conto de réis e umas palavrinhas do camarada!
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12 maio 2008
A politica, os jovens, o Cavaco e o Bloco de Esquerda... a novela continua no país do costume
Este Presidente é e continua a ser o que sempre foi...no entanto as pessoas é que parecem se ter esquecido e continuam à espera de novos comportamentos.
Este é o Cavaco Silva autoritário, fechado e tacanho que sempre conhecemos - este é um dos grandes responsáveis pelo afastamento dos jovens em relação à politica (em alguns casos à bastonada) - era ele quem devia estar a ser debatido...
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12 abril 2008
Estas são as novas oportunidades !
Quanto às perguntas e aos desafios... ficaram todos sem um única resposta do Sr. Ministro ou do seu controlador de marionetas...
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25 fevereiro 2008
Anda um novo vírus à solta na internet !
Aqui fica um excerto do Editorial de João Teixeira Lopes:
Dir-se-á, provavelmente com algum facilitismo, que uma revista on-line é um indício de moda, uma espécie de cavalgada na espuma dos dias, um caminho fácil para a citação. Poderia objectar dizendo que é apenas o ar que se respira.
Na verdade, esta revista fará a transacção constante entre o que se passa «lá fora» (no mundo dito «real») e o cá dentro (o universo apelidado de «virtual»). É impossível ignorar este trânsito, já que ele constitui, no capitalismo tardio, um dos traços da sua estruturação. Aliás, os mais recentes estudos sobre as constelações «virtuais» sublinham a ideia de uma dupla hermenêutica: não só a Web prolonga, em muitos casos, situações, redes e conteúdos da «vida real» como, em acréscimo, lhes fornece matéria-prima que alimenta, por sua vez, os quotidianos e as vivências, numa espiral fecunda. Poderíamos apenas enfatizar este ponto: toda e qualquer experiência é real, material e contextualizada dentro de limites objectivos. Na Web ou fora dela.
De igual modo, não acreditamos nem no determinismo tecnológico, nem na neutralidade dos dispositivos. Dito de outro modo, importa apropriarmo-nos, de acordo com as nossas assumidas orientações ideológico-discursivas, tanto do meio como dos conteúdos, sendo que o meio – o dispositivo tecnológico – é já conteúdo. Além do mais, política é comunicação e interacção – face a face ou desterritorializada. Os combates culturais e ideológicos fazem-se em todos os terrenos onde há investimentos simbólicos e materiais. A luta pela hegemonia requer novas formas de «jogar o jogo», mesmo que, no final, a existir final, consigamos mudar as regras, sem as viciar. Não prescindimos de nenhum combate –onde quer que ele se realize. E não prescindimos, igualmente, de combater com as nossas melhores armas: as ideias. Não esperem, pois, uma revista preguiçosa.
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22 fevereiro 2008
O feminismo português ficou hoje mais pobre...

Madalena Barbosa foi fundadora, em 1974, do Movimento da Libertação das Mulheres, a primeira associação feminista em Portugal. Foi também das primeiras mulheres a empenhar-se activa e publicamente na luta pela despenalização do aborto e fez parte da Mesa Nacional do Bloco de Esquerda. Hoje, sexta-feira às 16h, parte o seu corpo da casa mortuária Santa Joana (Av. EUA) para o cemitério do Alto de São João, onde será cremado pelas 23h. Também no mesmo dia, às 18h, é-lhe prestada homenagem no lançamento do seu livro - Que força é essa - na Fábrica de Braço de Prata, Poço do Bispo.
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28 outubro 2007
Extrema direita em Portugal - tudo o que você queria saber....

... em destaque esta semana no Portal Esquerda.Net do Bloco de Esquerda.
Uma excelente compilação de informação desde a sua fundação e raízes históricas até às formas como estas organizações se relacionam directamente com associações criminosas para além do racismo e xenofobia, das suas incongruências na condenação do uso de drogas ou da prostituição mas como se servem destas ilegalmente para financiarem as suas actividades. Tudo e muito mais a valer a pena perder algum tempo e ficar com vontade de ver ainda mais
Link directo para o dossier
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24 outubro 2007
Discutir e Pensar a Educação
Desde a educação na Finlândia até aos desafios que se colocam à escola portuguesa, serão muitos os temas em debate.
Com este evento, o Bloco de Esquerda quer juntar vontades e energias por um novo movimento que ponha na agenda política a necessidade de uma nova escola pública, promotora da igualdade de oportunidades e da satisfação de alunos e professores.
Mais em Esquerda.Net - o Portal do Bloco de Esquerda
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02 agosto 2007
Pérolas para porcos !?
Quando Rui Sá da CDU no Porto decidiu aceitar o pelouro do ambiente no executivo liderado por Rui Rio, apesar do seu discurso de independência em relação à coligação PSD/PP, o BE não se fez rogado em criticar. Esta situação não me parece muito diferente. No entanto e quanto a mim sento-me à espera de ver para crer... não há almoços grátis é uma das melhores máximas da politica...
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