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11 maio 2009

Lançamento do livro Estudo Histórico sobre a Campanha do Marechal Soult em Portugal


A Câmara Municipal do Porto tem a honra de convidar V. Exa. para a Conferência O Povo Português na Guerra Peninsular, proferida pelo Coronel Américo Henriques, seguida da Apresentação da nova edição do Estudo Histórico sobre a Campanha do Marechal Soult em Portugal, de A. P. Taveira (1898), da Deriva Editores, que se realiza no dia 12 de Maio, às 17h00, no Palacete dos Viscondes de Balsemão (Praça de Carlos Alberto, 71).

Deriva Editores
Rua de St. Ildefonso, nº 85, 5º , sala 2
4000-468 Porto
tel/fax 225365145
http://www.derivaeditores.pt

13 maio 2008

O Nosso Maio e o Setembro Deles


Pois é parece que o artigo publicado no pasquim Avante de nome O Maio Deles não passou nem mais nem menos do que uma declaração de inveja...
Não percebo como é que os organizadores da maior patuscada politica que se vive todos os anos em Portugal possam vir apontar dedos aos outros. Em segundo não percebo mesmo de todo como se pode agradar estes arautos dos valores democráticos e revolucionários, como são caso a China e a Coreia do Norte. Se somos pequeno-burgueses, esquerda chique ou intelecto qualquer coisa é porque somos se não somos é porque somos popularuchos e organizamos patuscadas....



Eu gosto de patuscadas, eu gosto de patuscadas com os meus camaradas. Se pelo meio tiver oportunidade de ver uns documentários, discutir um pouco de politica ainda melhor. É por isso que até acho piada à Festa do Avante! Agora deixo o desafio ao senhor Henrique Custódio para escrever qualquer coisinha quando o camarada Jerónimo fizer um daqueles comícios-almoço onde as camionetas despejam camaradas de todo o país acompanhados pelo garrafão e pela merenda por um conto de réis e umas palavrinhas do camarada!


10 maio 2008

Maio de 68 em BD



09 maio 2008

Os meus filmes de Maio


Os Amantes Regulares de Philippe Garrel


Os Sonhadores de Bernardo Bertolucci


La Chinoise de Jean-Luc Godard

e agora um bocado fora de mão mas cheio de referências, e no final também é de irreverência que falamos:

Bande À Part também de Jean-Luc Godard

06 maio 2008

06 de Maio de 1968


Cohn-Bendit e outros 5 estudantes são convocados pela Comissão Disciplinar da Universidade. Novas manifestações. Mais de 15.000 pessoas tentam ocupar a Universidade, que continua nas mão da polícia de choque. Primeiras barricadas. A polícia realiza mais de 400 detenções e registam-se 487 feridos.

Maio de 68 no cinema


De 5 a 9 de Maio de 2008, o Instituto franco-Português propõe-lhe uma viagem em imagens ao coração de maio de 68 e a descoberta de documentários e obras de ficção, na sua maioria, inéditos em Portugal. Muitos dos filmes propostos são emblemáticos do “cinema militante” francês e do ”cinema directo” europeu.
À imagem do movimento, o cinema de maio fez-se em ruptura total com as convenções cinematográficas tradicionais. «Maio 68 no cinema» é um cinema livre, comprometido, que privilegia as formas colectivas de realização às obras individuais: o filme Loin du Vietnam (1967) pois do colectivo SLON, será apresentado na abertura do ciclo. Os Ciné-tratcs — curtas-metragens cujo objectivo é o de despertar as consciências e a agitação imediata — serão projectados no início de cada sessão.
Para muitos cineastas, a câmara torna-se uma arma: fixa imagens, retém as palavras e passa mensagens… de fábrica em fábrica, de universidade em universidade… A verdade está na rua e os filmes podem
mudar o mundo. Pedaços de películas virgens são “recuperados” nas filmagens e cineastas vão formar os operários das fábricas nas técnicas do cinema. Sob a iniciativa de Chris Marker, e depois do seu filme A bientôt, j’espère (1967), os grupos Medvedkine realizam o primeiro filme, Classe de lutte (1969), magnífico retrato de uma operária. Jacques Loiseleux, um dos maiores directores de fotografia franceses (Pialat, godard, Ivens, garrel...), participou activamente naquele movimento e dá-nos a honra de estar connosco para falar da sua experiência. «Maio 68 no cinema» é evidentemente indissociável da figura de godard e escolhemos apresentar Un film comme les autres (1968), inédito em Portugal. enquanto Les LIP, l’imagination au pouvoir (2007) ou Reprise (1996) abordam a questão da herança de maio 68 junto com aqueles que
participaram no movimento, Mourir à trente ans (1982) e Les Amants réguliers (2005) exploram memórias pessoais de maio 68. finalmente, L’An 01 (1973) é um filme de ficção que conta, com muito humor, uma
utopia feliz sobre o sonho dos filhos da abundância...
Todas as noites, um prato original inspirado nos slogans de maio 68 será proposto entre as sessões para “alimentar” o debate.

Institut Franco-Portugais
Avenida Luís Bívar, 91 / 1050-143 Lisboa
21 311 14 00
infos@ifp-lisboa.com

04 maio 2008

MAIO 68 - COMÍCIO :: DEBATES :: CONCERTO :: TEATRO


Paris. Praga 1968. 40 anos.
Há 40 anos, a Europa agitava-se dos dois lados da cortina de ferro.
Em França, estudantes e trabalhadores questionam a ordem do capital.
Em Praga, exigem a liberdade do socialismo e recusam a obediência burocrática a Moscovo.
Nos Estados Unidos, a oposição à guerra do Vietname e a luta pelos direitos civis mudam a face do país.
No México, os estudantes são massacrados na véspera da abertura dos Jogos Olímpicos.
Enquanto os Sarkozys do mundo se empenham em “liquidar a herança” de 68, a esquerda socialista vive a sua história.
Imaginação, crítica, intransigência e liberdade.

SOB A CALÇADA, A PRAIA.


INFORMAÇÕES ÚTEIS
O prazo limite é 5 de Maio.
Contacta bloco.esquerda@bloco.org ou por telefone para 213 510 510 / 968 92 63 71 / 918 71 24 44

Mais info em Esquerda.Net

09 abril 2008

Liberté, égalité, fraternité




A tocha dos Jogos Olímpicos de Pequim foi, na segunda-feira, apagada por causa das manifestações pró-Tibete, durante o percurso da chama pela capital francesa, poucos minutos depois de começar o périplo. As autoridades viram-se obrigadas a colocar a tocha no interior de um autocarro.
O incidente ocorreu na segunda paragem da tocha, a cerca de 200 metros da Torre Eiffel, num momento em que as autoridades afrouxaram o dispositivo de segurança. Vários militantes ecologistas e alguns elementos dos Repórteres Sem Fronteiras tentaram travar o percurso da chama, o que obrigou as autoridades a apagá-la e a colocá-la dentro de um autocarro.
"A tocha teve que ser apagada por causa de um problema técnico", indicou um polícia citado pela Reuters.
Um membro do Partido dos Verdes francês também foi impedido pela polícia, hoje cedo, de agarrar a tocha quando esta era transportada pelo atleta Stéphane Diagana.
Estima-se que possam ter estado envolvidas nas manifestações pró-Tibete e contra os Jogos de Pequim pelo menos 500 pessoas, a maioria das quais junto à Torre Eiffel. Os manifestantes exibiam cartazes onde se podia ler: "Boicote aos bens chineses" e "Salvem o Tibete".
Pelo menos quatro pessoas foram detidas até ao momento.

08 abril 2008

Paris, França 68... falar disso


Maio de 1968. Em Paris anuncia-se o início de uma luta prolongada. Quatro décadas depois, este colóquio internacional reúne um conjunto de reputados intelectuais cujas investigações permitiram voltar a olhar para 1968 nas suas mais variadas dimensões. Levando o debate mais além das repetidas alusões ao cariz geracional e estudantil da revolta, mapeando 1968 para lá das fronteiras da França, o colóquio confronta a importância de 1968 na emergência de novas subjectividades políticas, analisa a dimensão de luta de classes que atravessa o período e discute a persistência de Maio'68 nos conflitos políticos contemporâneos.

Os coordenadores,
Bruno Peixe (NÚMENA)
Luís Trindade (IHC-UNL/U.Birkbeck)
José Neves (ICS-UL)
Ricardo Noronha (IHC-UNL)

PROGRAMA


11 DE ABRIL
9h30
Sessão de Abertura

10h | Maio no Mundo
Fernando Rosas
Teses sobre a geração dos anos 60 em Portugal e a questão da hegemonia
Gerd-Rainer Horn
Um conto das duas europas
Manuel Villaverde Cabral
Maio de '68 como revolução cultural

14h30 | Ideias de Maio
Anselm Jappe
Maio de 68, do «assalto aos céus» ao capitalismo em rede. O papel dos situacionistas
Daniel Bensaid
Como será possível pensar que se possa quebrar o ciclo vicioso (da dominação)
Judith Revel
1968, o fim do intelectual sartriano

12 DE ABRIL
10h | Maio em Movimento
Maud Bracker
Participação, encontro, memória: os imigrantes e o Maio de 68
João Bernardo
Estudantes ou trabalhadores?
Franco Berardi (Bifo)
68 e a génese do cognitariado

14h30 | O Outro Movimento Operário
Xavier Vigna
As greves operárias em França em 1968
Yann Moulier Boutang
Maio de 68, herança por reclamar na divisão de perdidos e achados da História
John Holloway
1968 e a crise do trabalho abstracto

18h | 1968 - 2008
Bruno Bosteels
A revolução da vergonha
François Cusset
Os embalsamadores e os coveiros

28 março 2008

CICLO DE DEBATES SIMONE DE BEAUVOIR


«VIDA, ESCRITA, COMPROMISSOS»
28 e 29 de Março
21h - Sala EPC

FABRICA DE BRAÇO DE PRATA
Rua Fábrica do Material de Guerra, nº1
(em frente aos Correios do Poço do Bispo).
Tlf - 21868 6105

Simone de Beauvoir, a mulher que fez escândalo e escola, impulsionando uma verdadeira mudança antropológica e influenciando o trabalho de gerações de críticos e escritores e a vida de muitos homens e mulheres, nasceu há 100 anos! No âmbito de um conjunto de iniciativas, a realizar ao longo deste ano, a Fábrica Braço de Prata, em parceria com o Instituto Franco-Português e o Centro de Filosofia das Ciências da Universidade de Lisboa, preparou um ciclo de debates inteiramente dedicados a esta filósofa e romancista francesa.
Pretendemos recordar a mulher que dedicou a vida inteira ao projecto da escrita, onde o objecto da criação literária e da reflexão filosófica se confundiu com o próprio acto de existir. Pretendemos ainda evocar a advogada do feminismo; o ser sentimental que se protegia por detrás de uma frieza aparente; a intelectual que se lançou em vários combates de diversas frentes, tendo tido uma contribuição decisiva para a história do século XX. Em suma, propomos pensar a mulher, a filósofa e a romancista francesa que agarrou a vida com coragem e cuja liberdade foi sempre um elemento fundamental.

Programa:

Sexta-feira, 28 de Março

«Apresentação genérica da Obra de Simone de Beauvoir» por Luísa Ribeiro Ferreira
«Simone de Beauvoir e o Existencialismo» por Nuno Nabais
«Simone de Beauvoir: entre o inevitável e o fortuito» por Maria João Cabrita
«A Força das Coisas e a problemática da velhice com S. de B.» por Maria Belo

Sábado, 29 de Março

«Simone de Beauvoir, uma mulher para além do seu tempo» por Manuela Tavares
«Um olhar feminista sobre Simone de Beauvoir» por Teresa Almeida
«O Segundo Sexo como desconstrução 'do Eterno Feminino'» por Helena Neves
«As memórias de Simone de Beauvoir» por Isabel Barreno

12 março 2008

Se a moda pega....


Em França está a tornar-se moda não apertar a mão ao Presidente. Eu concordo, não pode haver maior hipocrisia que não gostar de um politico e ter que estar todo sorrisos e palmadinhas só porque está em campanha ou a passear com a comunicação social.

Enquanto isso na politica a sério

A esquerda foi vitoriosa no primeiro turno das eleições autárquicas do último domingo em França. Em números ainda provisórios, as listas da esquerda obtiveram 47% dos votos, contra 45% para a direita, reflectindo a queda da popularidade do presidente Nicolas Sarkozy, ao fim de dez meses de governo. À "esquerda da esquerda", a LCR considera ter tido "um resultado histórico".
O líder do Partido Socialista, François Hollande, declarou que a esquerda está "orgulhosa" dos resultados e espera um voto "sancionatório" da direita na segunda volta.
Já a União para um Movimento Popular (UMP, de Sarkozy) classificou a primeira volta de "pequeno revés". A extrema-direita da Frente Nacional, de Jean-Marie Le Pen, confirmou uma substancial perda de base eleitoral.
Os comunistas, por seu turno, conservaram os bastiões na região da capital e cimentaram posições em cidades de média dimensão como Dieppe (noroeste).

"O melhor resultado da história da LCR"

A LCR de Olivier Besancenot obteve "o melhor resultado da sua história", com mais da metade das suas listas a superar os 5%, e algumas a ultrapassar os 10%, podendo assim pesar no resultado do segunda volta. Das 200 listas apresentadas pela Liga Comunista Revolucionária, sob a sua própria sigla ou em aliança com outras correntes de esquerda, 109 superaram os 5%, e 29% superaram os 10%. A LCR elegeu 69 candidatos na primeira volta, mais do dobro das eleições precedentes. "Trata-se de um resultado histórico, sem precedentes para a LCR, num escrutino municipal", disse à agência AFP François Sabado, dirigente da organização.
Para a segunda volta, a LCR não tem indicação nacional de voto, sendo o seu princípio-base "derrotar a direita". Onde as suas listas ultrapassaram os 5%, e onde a esquerda não faça aliança com o Modem (centro), as listas da LCR podem propor uma "fusão técnica", sendo que os eleitos da LCR "recusarão qualquer participação na maioria municipal mas votarão as medidas que lhes parecerem ir no bom sentido."

Fonte:Esquerda.Net

10 janeiro 2008

Mode en France History of Fashion


Retirado de um trabalho de William Klein com música de Gainsbourg, é uma história em bom ritmo da história da moda em França. É pois um bom trabalho sobre história de costume que será sempre um excelente documento de compreensão de uma época.

28 novembro 2007

Vi e gostei - Paranoid Park


Paranoid Park, é o novo filme de Gus Van Sant, é uma radiografia sensível da adolescência americana. Gus Van Sant volta a mergulhar no universo da adolescência que já lhe valeu, por Elephant, uma Palma de Ouro em Cannes.
Alex, um jovem skater de 16 anos, envolvido em todos os dramas típicos da sua geração lida com as experiências sexuais e amorosas, com a escola e com o divórcio dos pais pelo meio é um assassino por acidente. A montagem é inteligente e deixa-nos descobrir, pouco a pouco, o dilema moral do rapaz e a perturbação que isso provoca. Ao estilo de Hitchcock deixa para o público toda a decisão de sobre a culpabilidade e a moral da história.



Vi e gostei, o estilo já lhe conhecia... é um filme do seu tempo, não só pelas referências temporais directas, como a guerra no Iraque como pelo modus operandis desta geração. Fica no pacote de filmes (variados e não comparáveis) como Kids, Trainspotting, Elephant...

12 novembro 2007

Canções de Amor


Todas as canções de amor contam a mesma história: "Há muitas pessoas que te amam", "Não posso viver sem ti"… "Desculpa Anjo". As Canções de Amor conta também esta história.

Não deixa de ser um filme estranho. Não deixa de ser um musical em que existe um problema quando o ponto fraco reside exactamente na baixa qualidade das músicas e das interpretações. Somos obrigados a questionar a opção estilística para contar uma história que poderia beneficiar bastante mais da sua ausência. Poderá ser um bom filme mas para mim fica a sensação que falta ali qualquer coisa. Então porquê falar dele?
Pois, são poucos os filmes que retratem a eterna questão do amor de uma forma tão simples de explicar. Mulheres, homens, mais que um parceiro... todas as formas de amar são possíveis e neste filme todo o elenco parece reagir bem, demasiadamente irreal para o mundo onde vivemos, às formas de amar e às adversidades pelas quais vão passando.

No final de tudo é Paris, Amor e um Trio visto por um realizador, Christophe Honoré, que não nos pára de surpreender de filma para filme. Um filme para qual precisamos de tempo para gostar... passadas umas semanas de o ter visto gostaria de rever para melhor ver.





09 novembro 2007

Porque hoje é sexta-feira e o fim de semana foi feito para sonhar...

Correr no Louvre num filme genial de Jean-Luc Godard:




ou reeditar a loucura no também bom filme, Os Sonhadores:



ou simplesmente sentados a ouvir o álbum dos Nouvelle Vague com o mesmo título que o filme original: Bande à part (1964).

02 outubro 2007

8ª Festa do Cinema Francês


3 a 28 de Outubro
Lisboa, Porto, Coimbra, Faro, Almada e Évora

LISBOA : 3 a 15 de Outubro
ÉVORA : 10 a 12 de Outubro
PORTO : 24 a 28 de Outubro
COIMBRA : 15 a 19 de Outubro
ALMADA : 19 a 21 de Outubro
FARO : 24 a 27 de Outubro

www.festadocinemafrances.com

RESERVAS/INFORMAÇÕES : 707 234 234
LOCAIS DE VENDA : Bilheteira da sala; Fnac, Lojas Viagens ABREU e www.ticketline.sapo.pt

25 setembro 2007

Ainda há quem morra por Amor ? - um obituário


O filósofo André Gorz e a sua mulher suicidaram-se ontem na residência de ambos, em Vosnon, França, avança o jornal Le Monde citando fontes próximas do casal.Na porta da habitação encontrava-se afixado um papel pedindo que fosse avisada a polícia. A mulher do filósofo, considerado um dos "pais" da ecologia política e do anti-capitalismo em França, sofria há vários anos de uma doença evolutiva, que levou André Gorz a retirar-se das lides profissionais para cuidar dela em Vosnon.
Nascido em Viena, em Fevereiro de 1923 (84 anos), André Gorz foi um dos fundadores do "Le Nouvel Observateur", em 1964, e colaborou regularmente com os jornais "Les Temps Modernes" e "Technologie und Politik". Licenciado em Engenharia Química em 1945 pela Universidade de Lausanne, desde cedo sentiu maior proximidade com a filosofia, a fenomenologia e o existencialismo de Sartre. Entrou no mundo do jornalismo na revista "Paris-Press", com o pseudónimo Michel Bosquet.
Mais tarde relacionou-se com Herbert Marcuse, pensador da Escola de Frankfurt.
Considerado um filósofo anti-capitalista, criticou ferozmente o estruturalismo, a diminuição do sujeito e da sociedade face à razão económica, tentando dar resposta ao problema com a ecologia.
Escreveu, entres outros livros, "Le Traître", obra auto-biográfica, "Ecologia Política" e "Ecologia e Liberdade", "Adeus ao Proletariado" (1980) e "Metamorfoses do Trabalho" (1988).

08 maio 2007

As contas das eleições ainda não pararam......


A França viveu ontem a segunda noite consecutiva de protestos de jovens e de confrontos com a polícia em Paris e outras cidades. Pelo menos 100 pessoas foram detidas. A maior parte das prisões ocorreu em Paris, na sequência de uma manifestação de cerca de meio milhar de jovens contra a eleição de Sarkozy. Houve também manifestações anti-Sarkozy em Lille, Lyon, Nantes, Marselha, Caen, Rennes e Tours, algumas das quais autorizadas, outras espontâneas. Nem todas deram origem a incidentes.

Segundo a agência AFP, no município de Dervallières, subúrbio de Nantes, os manifestantes partiram montras e atiraram coquetéis molotov. No centro de Rennes, pelo menos 300 pessoas atacaram os policiais e incendiaram quatro automóveis. Em Caen, cerca de 800 manifestantes protestaram sem violência contra a eleição de Sarkozy, mas em Lille, a polícia enfrentou os jovens pela segunda noite consecutiva. As forças policiais dispersaram os manifestantes em Lille com bombas de gás lacrimogéneo por volta da meia-noite, detendo pelo menos seis pessoas.

Pelos menos 55 incêndios de veículos e mobiliário urbano foram registrados no triângulo composto por Lille, Roubaix e Tourcoing.

Na noite anterior, após o anúncio dos resultados eleitorais, ocorreram distúrbios em várias cidades francesas durante as quais foram queimados 730 veículos e detidas 592 pessoas.

07 maio 2007

A ferro e fogo..... e não demorou muito !


in Diário Digital

Um total de 730 carros foram queimados em França e 592 pessoas foram detidas na madrugada que se seguiu à segunda volta das eleições presidenciais, anunciou hoje a polícia.