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10 março 2009

MAYDAY 2009: O PRECARIADO SAI À RUA! - 3ª Assembleia


3ª Assembleia: 10 de Março, terça-feira
Local: Maus Hábitos (Rua Passos Manuel, 178, 4º andar. Porto)
Horário: 21h30


Nesta assembleia:
- partilharemos informação acerca dos trabalhos que estão a ser desenvolvidos pelos diversos grupos;
- falaremos da iniciativa de rua que vai decorrer na quinta-feira;
- abordaremos outros assuntos que sejam pertinentes (sugestões?)

Uma vez que ainda não temos fundos, agradecemos que levem 1, 2 ou outros euros para contribuir para os custos de elaboração dos panfletos e outros materiais necessários para as próximos iniciativas!

Contamos contigo e traz um amigo/a!

04 junho 2008

Maio em Marte !


Se sob a calçada, a praia... então:
Sob a superfície, o gelo ...


Uma superfície circular de gelo foi detectada no fundo de uma cratera localizada no pólo norte de Marte.

(é engraçado como já em Junho muitas pessoas, essencialmente políticos, continuam a falar como se estivessem em Abril ou Maio - sinais do tempo !)

13 maio 2008

O Nosso Maio e o Setembro Deles


Pois é parece que o artigo publicado no pasquim Avante de nome O Maio Deles não passou nem mais nem menos do que uma declaração de inveja...
Não percebo como é que os organizadores da maior patuscada politica que se vive todos os anos em Portugal possam vir apontar dedos aos outros. Em segundo não percebo mesmo de todo como se pode agradar estes arautos dos valores democráticos e revolucionários, como são caso a China e a Coreia do Norte. Se somos pequeno-burgueses, esquerda chique ou intelecto qualquer coisa é porque somos se não somos é porque somos popularuchos e organizamos patuscadas....



Eu gosto de patuscadas, eu gosto de patuscadas com os meus camaradas. Se pelo meio tiver oportunidade de ver uns documentários, discutir um pouco de politica ainda melhor. É por isso que até acho piada à Festa do Avante! Agora deixo o desafio ao senhor Henrique Custódio para escrever qualquer coisinha quando o camarada Jerónimo fizer um daqueles comícios-almoço onde as camionetas despejam camaradas de todo o país acompanhados pelo garrafão e pela merenda por um conto de réis e umas palavrinhas do camarada!


10 maio 2008

Maio de 68 em BD



09 maio 2008

Os meus filmes de Maio


Os Amantes Regulares de Philippe Garrel


Os Sonhadores de Bernardo Bertolucci


La Chinoise de Jean-Luc Godard

e agora um bocado fora de mão mas cheio de referências, e no final também é de irreverência que falamos:

Bande À Part também de Jean-Luc Godard

07 maio 2008

06 maio 2008

06 de Maio de 1968


Cohn-Bendit e outros 5 estudantes são convocados pela Comissão Disciplinar da Universidade. Novas manifestações. Mais de 15.000 pessoas tentam ocupar a Universidade, que continua nas mão da polícia de choque. Primeiras barricadas. A polícia realiza mais de 400 detenções e registam-se 487 feridos.

Maio de 68 no cinema


De 5 a 9 de Maio de 2008, o Instituto franco-Português propõe-lhe uma viagem em imagens ao coração de maio de 68 e a descoberta de documentários e obras de ficção, na sua maioria, inéditos em Portugal. Muitos dos filmes propostos são emblemáticos do “cinema militante” francês e do ”cinema directo” europeu.
À imagem do movimento, o cinema de maio fez-se em ruptura total com as convenções cinematográficas tradicionais. «Maio 68 no cinema» é um cinema livre, comprometido, que privilegia as formas colectivas de realização às obras individuais: o filme Loin du Vietnam (1967) pois do colectivo SLON, será apresentado na abertura do ciclo. Os Ciné-tratcs — curtas-metragens cujo objectivo é o de despertar as consciências e a agitação imediata — serão projectados no início de cada sessão.
Para muitos cineastas, a câmara torna-se uma arma: fixa imagens, retém as palavras e passa mensagens… de fábrica em fábrica, de universidade em universidade… A verdade está na rua e os filmes podem
mudar o mundo. Pedaços de películas virgens são “recuperados” nas filmagens e cineastas vão formar os operários das fábricas nas técnicas do cinema. Sob a iniciativa de Chris Marker, e depois do seu filme A bientôt, j’espère (1967), os grupos Medvedkine realizam o primeiro filme, Classe de lutte (1969), magnífico retrato de uma operária. Jacques Loiseleux, um dos maiores directores de fotografia franceses (Pialat, godard, Ivens, garrel...), participou activamente naquele movimento e dá-nos a honra de estar connosco para falar da sua experiência. «Maio 68 no cinema» é evidentemente indissociável da figura de godard e escolhemos apresentar Un film comme les autres (1968), inédito em Portugal. enquanto Les LIP, l’imagination au pouvoir (2007) ou Reprise (1996) abordam a questão da herança de maio 68 junto com aqueles que
participaram no movimento, Mourir à trente ans (1982) e Les Amants réguliers (2005) exploram memórias pessoais de maio 68. finalmente, L’An 01 (1973) é um filme de ficção que conta, com muito humor, uma
utopia feliz sobre o sonho dos filhos da abundância...
Todas as noites, um prato original inspirado nos slogans de maio 68 será proposto entre as sessões para “alimentar” o debate.

Institut Franco-Portugais
Avenida Luís Bívar, 91 / 1050-143 Lisboa
21 311 14 00
infos@ifp-lisboa.com

04 maio 2008

MAIO 68 - COMÍCIO :: DEBATES :: CONCERTO :: TEATRO


Paris. Praga 1968. 40 anos.
Há 40 anos, a Europa agitava-se dos dois lados da cortina de ferro.
Em França, estudantes e trabalhadores questionam a ordem do capital.
Em Praga, exigem a liberdade do socialismo e recusam a obediência burocrática a Moscovo.
Nos Estados Unidos, a oposição à guerra do Vietname e a luta pelos direitos civis mudam a face do país.
No México, os estudantes são massacrados na véspera da abertura dos Jogos Olímpicos.
Enquanto os Sarkozys do mundo se empenham em “liquidar a herança” de 68, a esquerda socialista vive a sua história.
Imaginação, crítica, intransigência e liberdade.

SOB A CALÇADA, A PRAIA.


INFORMAÇÕES ÚTEIS
O prazo limite é 5 de Maio.
Contacta bloco.esquerda@bloco.org ou por telefone para 213 510 510 / 968 92 63 71 / 918 71 24 44

Mais info em Esquerda.Net

01 maio 2008

Depois da Luta, a FESTA !


Dia 2 de Maio
23:30

No Pride Bar,
Rua do Bonjardim, nº1121

08 abril 2008

Paris, França 68... falar disso


Maio de 1968. Em Paris anuncia-se o início de uma luta prolongada. Quatro décadas depois, este colóquio internacional reúne um conjunto de reputados intelectuais cujas investigações permitiram voltar a olhar para 1968 nas suas mais variadas dimensões. Levando o debate mais além das repetidas alusões ao cariz geracional e estudantil da revolta, mapeando 1968 para lá das fronteiras da França, o colóquio confronta a importância de 1968 na emergência de novas subjectividades políticas, analisa a dimensão de luta de classes que atravessa o período e discute a persistência de Maio'68 nos conflitos políticos contemporâneos.

Os coordenadores,
Bruno Peixe (NÚMENA)
Luís Trindade (IHC-UNL/U.Birkbeck)
José Neves (ICS-UL)
Ricardo Noronha (IHC-UNL)

PROGRAMA


11 DE ABRIL
9h30
Sessão de Abertura

10h | Maio no Mundo
Fernando Rosas
Teses sobre a geração dos anos 60 em Portugal e a questão da hegemonia
Gerd-Rainer Horn
Um conto das duas europas
Manuel Villaverde Cabral
Maio de '68 como revolução cultural

14h30 | Ideias de Maio
Anselm Jappe
Maio de 68, do «assalto aos céus» ao capitalismo em rede. O papel dos situacionistas
Daniel Bensaid
Como será possível pensar que se possa quebrar o ciclo vicioso (da dominação)
Judith Revel
1968, o fim do intelectual sartriano

12 DE ABRIL
10h | Maio em Movimento
Maud Bracker
Participação, encontro, memória: os imigrantes e o Maio de 68
João Bernardo
Estudantes ou trabalhadores?
Franco Berardi (Bifo)
68 e a génese do cognitariado

14h30 | O Outro Movimento Operário
Xavier Vigna
As greves operárias em França em 1968
Yann Moulier Boutang
Maio de 68, herança por reclamar na divisão de perdidos e achados da História
John Holloway
1968 e a crise do trabalho abstracto

18h | 1968 - 2008
Bruno Bosteels
A revolução da vergonha
François Cusset
Os embalsamadores e os coveiros

02 maio 2007

MAYDAY 2007 - Lisboa

01 maio 2007

É hoje ! É para sair à rua e gritar bem alto pelos nossos direitos .... !!!!


O Dia do Trabalhador é celebrado anualmente no dia 1 de Maio em numerosos países do mundo, sendo feriado nacional em muitos deles.

No dia 1 de Maio de 1886 realizou-se uma manifestação de trabalhadores nas ruas de Chicago nos Estados Unidos da América. Essa manifestação tinha como finalidade reivindicar a redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias e teve a participação de centenas de milhares de pessoas. Nesse dia teve início uma greve geral nos EUA. No dia 3 de Maio houve um pequeno levantamento que acabou com uma escaramuça com a polícia e com a morte de alguns protestantes. No dia seguinte, 4 de Maio, uma nova manifestação foi organizada como protesto pelos acontecimentos dos dias anteriores, tendo terminado com o lançamento de uma bomba por desconhecidos para o meio dos policiais que começavam a dispersar os manifestantes, matando sete agentes. A polícia abriu então fogo sobre a multidão, matando doze pessoas e ferindo dezenas. Estes acontecimentos passaram a ser conhecidos como a Revolta de Haymarket.

Três anos mais tarde, a 20 de Junho de 1889, a segunda Internacional Socialista reunida em Paris decidiu por proposta de Raymond Lavigne convocar anualmente uma manifestação com o objectivo de lutar pelas 8 horas de trabalho diário. A data escolhida foi o 1º de Maio, como homenagem às lutas sindicais de Chicago. Em 1 de Maio de 1891 uma manifestação no norte de França é dispersada pela polícia resultando na morte de dez manifestantes. Esse novo drama serve para reforçar o dia como um dia de luta dos trabalhadores e meses depois a Internacional Socialista de Bruxelas proclama esse dia como dia internacional de reivindicação de condições laborais.

A 23 de Abril de 1919 o senado francês ratifica o dia de 8 horas e proclama o dia 1 de Maio desse ano dia feriado. Em 1920 a Rússia adota o 1º de Maio como feriado nacional, e este exemplo é seguido por muitos outros países.

Nos Açores há a tradição dos "Maios" que são bonecos que as pessoas fazem com panos ou mesmo com bonecos que têm em casa e colocam nas varandas ou nas janelas. No dia 1 de Maio as pessoas saem à rua e vão ver os "Maios".

20 março 2007

MAYDAY :::::: O Precariado Rebela-se :::::::: 2007


O PRECARIADO REBELA-SE

* No primeiro de Maio, que é o feriado mundial dos trabalhadores, realizam-se por toda a Europa as paradas MayDay. Essas iniciativas são manifestações de visibilidade do trabalho sem voz: os precários de todo o tipo.
* A primeira parada MayDay de Lisboa é uma festa rebelde que junta operadores de call center, imigrantes, bolseiros, intermitentes do espectáculo e do audiovisual,estagiários, desempregados e contratados a prazo, estudantes- (já/ainda/quase) -trabalhadores, etc…

* A precariedade invade todas as áreas da vida e é mais completa entre os mais novos. Sair de casa dos pais, aguentar uma renda ou um empréstimo, são coisas simples que se transformam em grandes riscos. O trabalho precário nem sempre é pago. É quase sempre mal pago. O patrão que emprega raramente é o que contrata: as empresas de trabalho temporário
multiplicam-se, crescem e exibem lucros milionários. Nelas, o salário é mais curto, o contrato pode acabar sem aviso e nem sempre deixando subsídio de desemprego.

* No MayDay, desfilaremos contra a exploração, contra o emagrecimento dos apoios sociais e à habitação, pelo direito a trabalhar sem chantagem e a um mínimo de independência e conforto. Ninguém quer passar o resto da vida a pensar como pagar a próxima conta e a fazer malabarismos com três trabalhos precários.

Precárias e precários, todos ao MAYDAY!

MayDay!! :: MayDay2007!! :: 1º Maio :: parada mayday até ao estádio 1º maio (inatel) :: participação na manif cgtp, do inatel à cidade universitária :: MayDay!! MayDay!!

2007.mayday@gmail.com

sessão MAYDAY! :: filmes curtos e precários


Quinta :: 22 Março :: 21:30h :: Ateneu de Lisboa

R. Portas de Sto.Antão, nº110 (rua do Coliseu)
sessão MAYDAY! :: filmes curtos e precários

Serão apresentados os seguintes vídeos:

  • ‘Amigo ou inimigo’ (Coreia, extracto, 24 minutos) Temporários das telecomunicações coreanas resistem ao despedimento.
  • ‘São Precário vai às compras’ (Milão, 5 minutos) Procissão em supermercado com o santo das precariedade.
  • ‘Dê-me uma ocupação das instalações com um McGreve’ (Paris, 4 minutos) Trabalhadores de um McDonalds entreamem greve e ocupam a loja por 6 meses).
  • ‘Precárias à deriva’ (Madrid, extracto, 20 minutos) Visita às vidas precárias de mulheres. Entrevista mútua.
  • ‘A triste verdade’ (EUA, extracto, 12 minutos) Michael Moore conta a história das empregadas mexicanas do Holliday Inn, que arriscaram a deportação por tentar criar um sindicato.
  • ‘Contrato-lixo’ (Barcelona, 3 minutos) Finalmente um contrato na Starbucks, mas algo cheira mal…
  • ‘MayDay Barcelona’ (Barcelona, 9 minutos) Videoclip da parada na Catalunha.

A projecção começa pontualmente (parece um filme!) às 21:30h.